Basílica de Nossa Senhora de Guadalupe (v.2)

Fizemos o passeio da Basílica junto com o das pirâmides, mas é possível conhecê-la pegando o próprio turibus, é só checar direitinho o horário e o itinerário! Sempre tive muita vontade de conhecer essa basílica, tanto por fazer parte da história mexicana, quanto pela estrutura e beleza. Foi um dos lugares mais bonitos e emocionantes. A catedral é imensa e bastante representativa para o povo mexicano, também pudera, lá está o manto da Virgem de Guadalupe, padroeira da América Latina e do México! Já falei sobre a Basílica na época da viagem.
A basílica é chamada oficialmente Insigne e Nacional Basílica de Santa María de Guadalupe, e é um santuário dedicado à Virgem Maria de Guadalupe, localizado em um dos lugares mais representativos da Cidade do México, o Monte de Tepeyac. Esta basílica é um dos santuários mais visitados do mundo, ficando atrás somente da Basílica São Pedro do Vaticano. Os mexicanos e latinos são muito devotos, mais de 20 milhões de pessoas a visitam por ano.

A história da Virgem é algo realmente extraordinário! No nosso passeio a guia, uma mulher de uns 40 e poucos anos, mexicano, nos contou com detalhes tudo sobre a Catedral antiga e a nova, além é claro de todas as curiosidades que rondavam a mística do local, ela também nos acompanhou nas visitas à cidade de Teotihuacán e as ruínas de Tlatelolco!

A imagem da Santa de devoção ficou impressa em um tecido feito com as fibras do maguey, uma planta muito utilizada pelos índios mexicanos. É quase impossível fazer algum desenho ou pintura nesse tipo de fibra! A simbologia dessa história no México é algo transcedental e rico, o rosto impresso nessa fibra mostrou uma jovem mestiça, coisa que não existia no México naquele tempo!

 Além dessa, várias histórias rondam esse manto sagrado, que está em exposição na parte posterior do altar dentro da Basílica nova! Um momento bastante emocionante pra mim, que sou fã de Igrejas e Catedrais! No mesmo dia ainda fizemos mais dois passeios os da ruínas de Tlatelolco e da cidade de Teotihuacán, que fica a uns 40km da Cidade do México, passeio mais que imperdível!

Pelas ruas da Cidade do México

Voltando aos posts sobre a Cidade do México, ficamos mais de 20 dias rodando por lá, ainda penso em voltar ano que vem, mas vamos fazer a outra parte, a costa do atlântico, lá na Península de Yucatán, local famoso pelas praias de Cancún e as pirâmides maias. Nessa viagem, fomos em 4, meu namorado, minha prima, minha irmã gêmea e eu. E foi demais, uma das melhores viagens em grupo. Passamos pelo Distrito Federal, a capital, de lá fomos pra Guadalajara e Tequila, além é claro de passar por Teotihuacán e Acapulco, este último um dos balneários mais famosos na costa do pacífico.

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foi um dos melhores programas, esse ônibus aí é um achado.

Já falei um pouco sobre o DF, e posso dizer que um dos passeios que mais gostei de fazer na primeira semana foi o do Turibus. Muitos vão dizer que o passeio não vale a pena, pois é um passeio muito comum nos países da Europa, entrar em um ônibus e ficar olhando a cidade de cima. Posso dizer que eu gostei bastante, até porque é chato pagar táxi pra ir em todo o lugar, o metrô é ótimo, mas até pra ir em Coyocán e Xochimilco demora bastante, então preferimos pagar excursões e nesse caso o Turibus roda a parte metropolitana inteira, os bairros do centro, Zona Rosa, Condesa, Chaputelpec e Polanco.
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Xochimilco, região de Polanco e seus vários museus, Plaza de toros e a Casa Azul de Frida.
Páravamos nos pontos específicos e íamos ao parque, centro comerciais e aos museus. Como estávamos na Colônia Roma que fica próximo ao Ángel de la Independencia, esses outros passeios mais longes fizemos com o Turibus e não nos arrependemos.
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as famosas trajineras em Xochimilco.
O turibus é um ônibus turístico, igual a outros espalhados pelas várias capitais mundiais, oferece um serviço dirigido principalmente ao turista, e percorre os lugares e os pontos turísticos mais conhecidos da cidade. O legal do serviço é que é possível subir e descer em qualquer parada dos pontos turísticos, alguns oferecem o serviço para o dia inteiro, outros 2 dias e alguns oferecem até 3 tipos de roteiros diferentes. Além disso, o busão também oferece áudios em vários idiomas, inclusive português de Portugal.   mexico8
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centro da cidade, correios mexicanos, monumento a la revolución , o shopping mais bafo do bairro La Condesa e o Auditorio Nacional.
Um dos circuitos é o “Chapultepec – Centro Histórico” que começa no Auditório Nacional e passa pelos Bosque de Chapultepec, Colonia Condesa, la Fuente de Cibeles, Paseo de la Reforma, la Alameda Central, el Zócalo ou Plaza de la Constitución, a calle Tacuba, el Monumento a la Revolución, el Museo Nacional de Antropología, la zona de Polanco e a segunda sección del Bosque de Chapultepec, dura aproximadamente 3 horas.
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Monumento a la Revolución, complexo na Plaza de la Reforma, Museu Solmaya.
O “circuito Sul” tem 15 paradas e começa na Fonte de Cibeles, passando pelo World Trade Center, e inclui ainda a Monumental Plaza de toros do México, o estádio de la UNAM, la Ciudad Universitaria, el Centro Histórico de Tlalpan, la delegación Coyoacán e la Casa Azul de Frida Kahlo e mais alguns lugares e também dura 3 horas aproximadamente. O circuito “Norte – Basílica de Guadalupe” compreende 4 paradas entre elas o Zócalo, a Plaza Garibaldi, o Centro Cultural Tlatelolco e a Basílica de Guadalupe.
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Os 3 circuitos são válidos por meio de uma pulseira não importando o dia da semana, sendo das 09hs às 21hs. Eles também possuem um circuito noturno, passando assim pelas zonas noturnas mais importantes, Reforma – Polanco – Condesa – Roma – Centro Histórico, de sexta à sábado das 21hs às 01hs. O valor médio é de 140$ pesos mexicanos na semana e de 165$ nos finais de semana. Eles recomendam levar protetor solar, chapéu ou outros tipos de proteção para o sol.
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As últimas de Havana

Já voltei pra Inglaterra, vim de TAM com um vôo bastante tranquilo parando no aeroporto de Heathrow! Ainda deixo por aqui algumas fotos que tirei nos nossos últimos dias em Havana, além de passar novamente por Bogotá e ficar mais 2 semanas em Brasília! Ainda não sei o destino da minha próxima viagem, mas talvez seja em janeiro, ou em abril! Estão na lista: Nova Iorque, um cruzeiro pela Turquia ou Grécia, ou Japão e Coréia! Assim que souber mais novidades posto por aqui! Continuando com os relatos de viagem e sobre a vida aqui no Reino Unido, os próximos posts serão sobre o Mochilão México, Mochilão Moscou e o último e já saudoso, Mochilão Cuba! Até a próxima!

Meu scrapbook de Cuba, já começando os trabalhos de fim de ano, bairro chino em Havana, Calle San Miguel e Plaza Central, Mural dos revolucionários, Habana Tour Bus, Plaza de la Revolución e Aeroporto de Habana!

Roteiro e a hospedagem em Havana

Como eu iria pra Brasília para um treinamento em novembro, decidi esticar a algum país da América Latina que não tinha conhecido ainda, felizmente já visitei a América do Sul inúmeras vezes, mas queria muito ir a um local diferente e pouco turístico. Estava entre o México, Equador, Cuba e Costa Rica. Cuba foi a vencedora, pois encontramos preços muito bons saindo de São Paulo. Ficaremos 2 semanas, inclusive já fechei a hospedagem e alguns passeios, sempre fui muito fã dos cubanos, conheci alguns viajando e também adoro a música e a comida.

Nunca consegui realmente planejar uma viagem até lá, vontade não faltava, mas sempre tinha algum lugar que gostaria de conhecer antes. O que não falta é história nesse lugar desconhecido, e voltando de Moscou a pouco tempo, vi que fiz a escolha certa, conhecer a história in loco é um dos maiores pontos positivos em uma viagem, pelo menos pra mim.

Alguns lugares que estão na lista pra se conhecer na cidade são a famosa Plaza de la Revolución, aquela que tem as caras de Che Guevara e do Camilo Cienfuegos, esta foi construída nos anos 20 e lá era onde Fidel discursava para os seus seguidores (ou não).

Os atrativos da praça são o Memorial e a Biblioteca José Martí, o Teatro Nacional de Cuba, os Ministérios do Interior e do Centro de Telecomunicações com os famosos murais de Che e Cienfuegos. É notório entre todos os viajantes que ir a Cuba é uma volta aos anos 50, são vários carros e arquitetura ainda daquela época.

 

No centro da cidade está o Museo de la Revolución e o Museo de Bellas Artes. Um dos lugares mais conhecido e comentado é a Habana Vieja, ali é o centro arquitetônico de Havana, são mais de 900 prédios de importância histórica, uma mistura entre o neoclássico e o barroco.
Os mais importantes são os de Armas, o de San Francisco de Asís e o de la Catedral. Nesta região, há muitos museus, como o de Navegação, Del Ron, De Bellas Artes e o De la Ciudad. Nas calles Mercaderes e Obispo é fácil encontrar artesanato, feiras, cafés entre outros.

 

Sobre a hospedagem, procurei vários hostéis e hotéis, mas não encontrei muitos, os que encontrei eram caríssimos, o Meliá, um dos mais famosos, estava em média 500R$ a diária, a ilha é inacessível, procurar hospedagem em Cuba foi um pouco mais difícil do que em outros países, já que muitos sites norte-americanos de reserva e busca de hotéis e de gênero não mostram os resultados do país. Encontrei informações sobre a Casa David y Lídia em um site em francês e logo depois achei o correspondente em francês no tripadvisor.

Já tinha procurado 2 hostéis, mas não obtive resposta, dizem que é difícil o acesso à internet na ilha, portanto eles demoram bastante pra responder, só que como eu tinha urgência nas reservas, resolvi procurar casas familiares bem recomendadas, felizmente a casa estava disponível e me responderam em um dia.

Sempre faço as reservas antecipadas, mas no caso de Cuba é algo imprescindível, como eu já disse a internet por lá é escassa então é melhor ir com tudo já programado.

Em Cuba tem-se a impressão de que todo mundo tem uma atividade extra para complementar a renda, como ser taxista, receber os turistas em casa, vender tranqueiras na rua e nos mercados, além de vários quiosques, tudo com preço em CUC é claro. As residências têm uma autorização especial do regime para funcionar como pousadas e pagam uma taxa ao governo.

Em geral, o aluguel dos quartos varia de 20 a 30 CUC, muitas casas oferecem café da manhã e jantar, com pagamento à parte, a nossa ficou no valor de 25 CUCs a diária pras duas, lembrando que 1CUC é equivalente a 1$, tá mais pra franco suíço ou euro, essa moeda além de cara é engana trouxa.

Deixo por último os gastos (previsão) da viagem e o endereço da nossa casa em Havana.

Casa David y Lidia Díaz  / Calle: San Miguel #426

Entre: Lealtad y Campanario, Centro Habana. Ciudad Habana. Cuba

Teléfono: (0537)879 79 34; Móvil:(0535)2634874; Móvil:(0535)2635285

Passagens: Brasília/São Paulo: 150R$ – São Paulo/Havana/São Paulo: 1,600R$

Hospedagem: 400R$ 7 dias/noites, Transporte local: 60R$ Comida: 200R$,Passeios: 100R$, Gastos: 150R$, Visto: 45R$ – Total: 2,700R$

Dinheiro e visto para Cuba

A moeda principal de Cuba é o peso cubano, mas para os turistas é o tal do CUC, peso convertible! São duas moedas circulando simultaneamente, o peso cubano (CUP) – que os cubanos usam no seu cotidiano – e o peso convertible (CUC), usado principalmente no turismo e que vale 24 vezes mais que o CUP. Na prática, o acesso às moedas cria uma divisão social entre aqueles que trabalham nas atividades turísticas e ganham em CUC que são os ricos e os que desempenham o restante das atividades produtivas. Essa divisão faz com que todos queiram oferecer algum tipo de serviço para o turista e receber o desejado CUC. Além disso, pra visitar Cuba é preciso tirar um visto, que eles chamam de cartão do turista, este permite uma entrada única de até 30 dias com propósito de turismo, e pode ser extendido por outros 30 dias basta procurar no hotel ou com as autoridades de imigração. Ligamos na embaixada de Cuba em Brasília, e nos falaram que é recomendável fazer um seguro viagem e apresentar a carteira da Febre Amarela.
Como já disse os brasileiros precisam de visto, mas tirá-lo não é nada difícil, é preciso alguns documentos para que o cartão do turista seja liberado, entre eles, um comprovante de hospedagem, pode ser do hotel, albergue ou das casas familiares (muito comum por lá), nós fizemos a nossa hospedagem justamente em um casa familiar, a Casa David y Lidia Díaz, muito bem recomendada no tripadvisor e em outros sites! Esta prática é bem comum, pois ajuda muito a economia cubana. 
Pode-se solicitar o cartão de duas formas; pessoalmente, tantos nos consulados ou na embaixada, em Brasília fica no:
Setor Consular da Embaixada – Brasília – DF
Endereço: SHIS – QI 05, Conj. 18, Casa 01 Brasília, Distrito Federal
Cep:71615-180; Telefone:(0xx61) 3248-4710 / 4215
Atendimento: Segunda a sexta-feira, de 10 às 13h.
e apresentar os seguintes documentos na seção consular e por lá será emitido imediatamente. 
São eles: Passaporte válido, Formulário de solicitação preenchido, Cópia da passagem aérea, Cópia da reserva de hospedagem, e o pagamento da taxa consular no valor de 45R$! 
Pelo correio, será preciso enviar toda a documentação anterior e pagar a taxa consular mais o envio do sedex, o cartão será emitido em 3 dias e o valor será de 75R$ ou mais! 
Há algumas agências de turismo autorizadas pelo Governo Cubano, e companhias aéreas que emitem o Cartão de Turista, como moramos em Brasília é mais fácil ir até lá e pedir o documento!
No próximo post mais detalhes sobre o roteiro além de informar quais lugares iremos conhecer ou pelo menos uma previsão do que queremos ver na capital cubana! 
Foto retirada do site: Planejo viajar!

Preparativos da viagem por Havana

Esse ano não conseguiu bater o ano anterior em viagens, mas foi um ano bem bacana e ainda tenho outras viagens na lista até o ano acabar, entre elas estão Bogotá e Havana! Minhas próximas viagens! E já é na próxima semana por assim dizer! Sempre tive muita vontade de conhecer os países comunistas, a Rússia já foi, agora é a vez de Cuba! 
Os Estados Unidos ficarão para o próximo ano, pois não consegui encaixar 3 semanas de férias, mas ano que vem temos alguns planos em mente e serão de países que ainda não visitamos é claro! Com as eleições em andamento no Brasil, ou você é 8 ou 80! Discursos inflamados no facebook, xingamentos a torto e à direita, quero ficar bem longe disso tudo, afinal quebrar o pau por conta de política é tão demodê, não é mesmo!? Devemos discutir e debater não quebrar o pau! Sempre fui a favor do governo do PT, pois era um governo que queria ajudar aos mais necessitados, e realmente ajudou muito. Só que com a constante corrupção e roubalheira, eu desisti de tentar entender a política brasileira, me abstenho e o que me resta e desejar boa sorte ao novo governante eleito! 
Falo isso, pois só porque fui a Moscou e estou indo a Cuba, a maioria dos meus amigos e conhecidos pensam que sou comunista, Haha, não posso dizer que sou, mas espero que o governo faça uma abertura à economia brasileira, pois é disso que precisamos! Sem demagogia, vamos voltar a falar de viagens! 
Um dos meus sonhos de viagem é conhecer toda a América Latina, é verdade que já conheci vários lugares, e vários ainda estão na lista, até mês que vem, vou riscar da lista a linda e pouco turística Havana, e de quebra ainda vamos dar uma passada em Bogotá! Portanto, terminando os posts sobre a minha trip de final de semana em Londres, postarei alguns updates sobre Cuba, além é claro dos preparativos, hotel, dinheiro e visto! Sim, é preciso tirar visto pra ir pra Cuba, mas o processo é bem tranquilo!
Encontrei vários blogs interessantes sobre o assunto, inclusive comprei dois guias só pra essa viagem, o Lonely Planet e o já companheiro de viagem, Eyewitness Travel, um dos guias mais usados aqui na Inglaterra e bastante barato, esse me custou 1,50£! Cuba é um destino pouco procurado pelos brasileiros, mas lendo mais por aí, vi que muitas pessoas estão incluindo o país na sua lista de viagens, e isso é bom pra eles, afinal o turismo é a principal fonte de renda da ilha! Cuba quase nunca produziu nada, importa cerca de 70% dos seus alimentos é bem por isso que já me falaram que é bom levar papel higiênico, lenços umedecidos, toalhas e até chocolates. No aeroporto, você vai trocar seus dólares ou euros, ainda não me informei se eles trocam libras, pelo peso conversível (peso convertible ou CUC), uma moeda inventada para os turistas por Fidel Castro. O peso conversível tem uma taxa de 10% ou mais, sendo assim os dólares que entram na ilha ficam propositalmente nas mãos do governo! Nos próximos posts mais sobre dinheiro, visto, hospedagem e o roteiro! Hasta luego!

Pontos turísticos e o livro do RR

Pra quem não conhece o Rodrigo Rodrigues, (Idealizador de uma banda especializada em trilhas de cinema, apresentador de programas culturais e esportivos na TV, Rodrigo criou um guia fora dos padrões, misturou música, cultura pop e esporte às tradicionais atrações: museus, símbolos londrinos, parques reais e centros de compras, criando um guia diferente de tudo o que você já viu), não sabe o que está perdendo em não ler o mais novo livro dele, e o livro propriamente dito fala sobre Londres de uma maneira simples, objetiva e divertida! O nome do livro remete à música London London de Paulo Ricardo, grande amigo e autor do prefácio do próprio, pra quem não sabe o RR escreveu outros livros, entre eles uma biografia sobre a banda Blitz!

Como ele sabe tudo sobre cultura pop e esportes, dois dos meus tópicos favoritos, fica fácil ir bater perna em Londres com o livro dele a tiracolo! E qual a sorte que eu tive, pois o sigo no facebook, perguntei se tinha como eu encontrá-lo pra pegar minha cópia autografada e conhecê-lo pessoalmente! Além de crítico esportivo, apresentador, escritor, viajante, vocalista e guitarrista da banda The Soundtrackers e ex-bate bola da ESPN, ele é dono de uma hamburgueria em São Paulo, que também está na minha lista de lugares pra ir em Sampa, quem sabe ainda esse ano! Como dá pra perceber o cara é quem nem bombril, mil e uma utilidades!


Voltando a falar sobre o livro, é fácil seguir todos os passos, pois a maioria dos pontos turísticos estão próximos a estações do metrô! Quem me conhece sabe que eu sou fã de estações de trem e metrôs espalhados pelo mundo, e esse livro ajuda bastante no planejamento e otimização do tempo na viagem a Londres! Lendo os primeiros capítulos vi que vários dos pontos eu já conheço, mas alguns são verdadeiros achados!

Um exemplo é a Saville Row, a rua onde os Beatles gravaram um show no prédio da Apple Corp., ex-gravadora do grupo, em 2011 eu tentei a todo custo procurar essa gravadora, mas fui parar em South Kensington, mas agora, devidamente corrigida, a rua fica em Piccadilly, próximo a estação Bond Street! Outro ponto que fiz neste fim de semana foi a minha rádio favorita, a Absolute Radio, que também fica nessa mesma região.



No blog do RR é possível encontrar as atualizações do livro em novos posts sobre várias outras estações, pois afinal ele está fazendo o test drive do livro agora por essas semanas! A maioria das fotos do post são do arquivo pessoal dele, devidamente autorizada pelo próprio.
 Eu já tenho a minha cópia devidamente autografada e também já fiz o meu test drive, apareci até no vídeo da entrevista do The Noite!


Londres Dia 2! [OUT. 2014]

Já no segundo dia, acordei cedo e fui ver minha grande amiga Olívia, ela agora mora em King’s Cross, o apartamento é lindo e a vista é bem bacana! Fiquei muito feliz de vê-la e passar um tempo conversando! Saindo de lá, fui até Stratford, iria de ônibus, mas acabou que fui de trem mesmo, Stratford fica na Zona 3 chegando lá, já da pra ver o Parque Olímpico e o gigantesco Westfield Stratford, já tinha ido no Westfield de Shepherd’s Bush, mas esse outro é sem comentários! Acreditem, esse shopping é um dos maiores que já vi, não conheço nenhum no Brasil com essa estrutura. É muito fácil chegar até lá, o difícil é fazer compras em um lugar tão cheio, dá muita preguiça, vá em um dia da semana, no sábado é intransitável! Não quero nem imaginar como ficava aquilo lá nas Olímpiadas! Depois que terminei a minha busca no shopping, peguei um ônibus no Terminal de Stratford e fui até a região de Liverpool Street, antes passando é claro pela Bricklane e o Spitafields Market, terminei o meu passeio já à tarde lá no Borough Market e vi o The Shard completo pela primeira vez! Que prédio lindo, é um dos mais fotogênicos de Londres!
Eu me lembrava bastante de como aquela região da London Bridge era cheia, mas não imaginava que estaria tanto, são hordas e mais hordas de turistas, não é possível ver um espaço em branco em meio à multidão, indico bastante conhecer esses pontos turísticos no meio da semana, a sua paciência vai agradecer!

De lá, peguei o 133 até a Liverpool Street e de lá o 23 de volta a Paddington.
Meu roteiro de final de semana estava terminando, sendo assim, esperei mais um pouco no Pub The Pride of Paddington e peguei meu trem de volta, em duas horas estava de volta à minha casa e com o silêncio que já me é costumeiro por aqui!

Quem sabe eu volte a Londres até o Natal, de uma coisa eu tenho certeza, Londres é um desses lugares que é preciso voltar a cada mês pra sentir o gosto de ser um viajante!