Anos Dourados “Trilha Sonora” Discos


Anos Dourados “Trilha sonora”
When I Fall In Love – Nat King Cole
Franqueza – Maysa
Tu Me Acostumbraste – Roberto Yanes
Por Causa de Você – Dolores Duran
I Apologize – Billy Eckstyne
Patricia – Perez Prado
All Of You – Ella Fitzgerald
Alguém Como Tu – Dick Farney
What a Difference a Day Makes – Dinah Washington
Accarezzame – Teddy Renno
As Praias Desertas – Elizeth Cardoso
Smoke Gets In Your Eyes – The Platters Mon Manege à Moi – Edith Piaf
Anos Dourados (Instrumental) – Tom Jobim

Sonoplastia: Adirson Sansão
Produção Musical: Gilberto Braga
Direção Musical: Sérgio Saraceni
Tema de Abertura: Anos Dourados, Tom Jobim

Nenhum de Nós “Mundo Diablo” Discos

Nenhum de Nós
Mundo Diablo
Velas, 1996.
O Nenhum de Nós é uma banda do Rio Grande do Sul, fundada em 1986, conta até hoje com um estilo muito apreciado em todo o país, é o NDN semmpre foi uma das minhas bandas preferidas do Rock Nacional acho que pelo fato da banda ter um estilo muito próprio e parecido com o Rock Argentino, além da voz de Tedy Correa que possui uma harmonia e uma beleza sem igual. Pode se dizer que o NDN é uma das poucas bandas brasileiras que tem influência do Rock Argentino e/ou Latino, contando em seus discos com grandes artistas do cenário portenho como Charly Garcia, Fito Paez e Maria Gabriela Epumer. Nesse disco de 1996 as já clássicas “Vou Deixar que Você se Vá” muito executada na MTV Brasil, e incluindo a participação especial de Fito Paez na música “Essa Rua”.


Lista de Músicas
1 Vou Deixar Que Você Se Vá
2 Experiência
3 Obsessão
4 Um Pouco Mais
5 Todas As Coisas
6 Tudo que passou
7 Nessa Rua
8 O Argonauta
9 Luzia
10 Flores De Guadalajara
11 El Tubadero
..

Aterciopelados “Baracunatana”..


Aterciopelados “Colômbia”
Videoclip: Baracunatana

CD: La Pipa De La Paz 

No llevo para mi casa una mujer Baracunatana
porque pueden pensar que estoy loco loco loco lo
Anoche te vi habia otro que te chequeaba
montaste tu moto te brindo chicle tambien galleta
prendio su motoneta y te marchaste con el mono
de jean el overol y la chaqueta
la la ra la la la la ra la la la la ra la la
la la ra la la la la la la
Por eso tu eres
garuya verdechera
abeja bergaja
fulera guaricha
baracunata cucharami
baracunata baracunatana
y con el mono de la moto era nueve
que tenia y le ponia serenata

Po eso tu eres , garuya verdechera ,abeja bergaja
fulera guaricha garoza moronga
varicea borsobia baracunata cucharami
baracunata baracunatana
y con el mono de la moto era nueve que tenia
y le ponia serenata ,Si seniora !!

Curiosidades sobre os Aveludados
Hector e Andréa estiveram em quatro ocasiões no Brasil. A primeira em Porto Alegre, em 1997, quando participaram do MTV Tordesilhas, primeiro festival realizado no país com o objetivo de unir bandas latinas e brasileiras num mesmo palco. Em 2000, apresentaram-se no Abril Pro Rock, em Recife. Em 2002, tocaram no Mercado Cultural, em Salvador e em 2003 tocaram em Brasília para o Projeto Funarte. Apesar da boa repercussão nos dois últimos eventos, apenas um disco da banda, o elogiadíssimo Caribe Atómico, foi lançado no país.









“Adoro a música brasileira. Meus preferidos são Caetano Veloso, Maria Bethânia e Vinícius Cantuária”, assinalou Andréa. “Gosto muito também da Bebel Gilberto. O disco Tanto Tempo é lindo, divino”.

Hector concorda. Confessa-se apaixonado por todos os tropicalistas e acrescenta Otto e Daúde à lista de sua preferência.


Los Trés “Chile” (7)



Los Trés “Chile” (7) ..
Desculpem-me pela demora, já faz algum tempo que ia colocar essa resenha sobre o Los Trés, mas com o tempo ela ficou esquecida, esse grupo é um dos meus preferidos do Chile e pra quem não conhece vale a pena buscar algo sobre eles no e-mule ou kazza, ou então comprar o CD o que é o caminho mais difícil, recomendo o CD Unplugged MTV (regionalismo puro) e o CD Fome.

O cenário atual de bandas que cantam em espanhol é rico e animador, mas existiram as que não conseguiram aguentar até o tão alardeado boom do rock latino (que nunca acontece) e encerraram suas atividades. Um dos casos mais tristes é o do grupo chileno “Los Trés”. Após uma década fazendo um rock’n’roll sincero e emotivo, eles optaram pelo fim, ignorando o fato de atravessarem a melhor fase da carreira. Para a posteridade ficam alguns discos sensacionais “La Espada y La Pared”(1993), “Unplugged MTV” (1995), os sucessos desplugados como “Tírate”, “Amor Violento” e “La Espada y La Pared” (esse comprei por apenas seis reais), “Fome” (1997) com a divertidissima “La Torre de Babel” o clip idem e “La Sangre En El Curpo” (1999). Já fizeram alguns shows pelo Brasil em 1997, inclusive aqui em Brasília, participaram também do Festival Tordesilhas 97, cantando no mesmo dia do Skank e Illya Kuryaki. Atualmente Alvaro Henríquez está promovendo seu disco solo no Chile, quem tiver MTV Latino, já pode conferir seu novo video, a música se chama “Amada”.


Alvaro Henriquez
Show do Los Trés em Brasília (1997)

Alvaro Henríquez (Voz e Guitarra), Roberto Lindl (Baixo), Angel Parra (Guitarra) e Francisco Molina (Bateria), sim pra quem não sabia o Los Trés eram quatro e chegaram a Brasília para apresentar pela primeira vez um show e em um teatro, começaram com “Bolsa de Mareo” single do cd “Fome” (1997), o grupo só conseguiu arrancar mais do que palmas burocráticas do público na terceira música, o sucesso “Dejate Caer”, essa vocês devem conhecer o Café Tacvba a regravou no álbum “Vale Callampa”, do disco “La Espada y La Pared”, em 1997 o clipe dessa música chegou a rolar na MTV Brasil e era tocada a exaustão na MTV Latino e cantarolado pelos poucos fãs que sabiam as letras. Alvaro até perguntou se tinha algum chileno (Hay chilenos acá), os brasilienses eram maioria, mas os chilenos também marcaram presença, o cd “Unplugged MTV”, estava à venda na saída. Eles tocaram seis músicas do récem cd lançado na época “Fome”, Angel e Alvaro dividiam os solos. Roberto com óculos e jeitão de nerd, tocava baixo elétrico e contra-baixo acústico, Molina se escondia atrás da bateria. “A Torre de Babel” complicou um pouco a troca platéia-público. 

Os brasileiros ainda não se acostumaram a ouvir música em espanhol, acham tudo muito estranho, isso aconteceu também no show dos Aterciopelados, o engraçado é que ninguém acha estranho escutar música em inglês e isso por que tem gente que nem sabe inglês e canta cada porcaria, já cansei de ouvir preconceitos sobre música em espanhol. Depois de 50 minutos de show, os quatro Tres saíram do palco, muita gente deu por encerrada a apresentação e também saiu, mas quem pediu bis, ganhou mais duas músicas, no fim o sucesso “La Espada y La Pared” e um ensaiado Obrigado, Alvaro gostou da sua segunda passada pelo Brasil, a primeira foi no Festival Tordesilhas 97.

El Otro Yo “Argentina” (6)


El Otro Yo “Argentina” (6)..

Som

Punk Rock Indie Core, Melódico, Alternativo.

Histórico
Se de gêneros se trata, é um pouco difícil enquadrar o El Otro Yo dentro de um determinado estilo musical. É por isso que eles são denominados “A grande banda Alternativa”, ainda que ninguém possa descrever o que significa realmente. Batalharam tanto no Underground de Buenos Aires que hoje são considerados um dos grupos mais importantes da cena alternativa, daí vem o nome, grande é a reputação que eles lançam disco triplo com sucesso de vendas. O certo é que eles buscam permanentemente novos caminhos, novas formas de expresar alegria, energia, raiva, sinceridade, humor, poesia, estupidez. As crônicas policiais indicam que o El Otro Yo nasceu no final da década de 80 e começo dos anos 90, na localidade de Temperley, dentro da região sul de Buenos Aires, em 1993 lançam seu primeiro cassete chamado “Los Hijos de Alien”, logo depois em 1994, os três integrantes Cristian Humberto Aldana (Guitarra e voz), sua irmã María Fernanda (Bajo e voz) e Omar Kischinovsky (Batería), gravam sua segunda produção, mas agora o primeiro cd “Traka Traka”. Depois da saída de Omar em 1995, entra o novo baterista Raymundo Horacio (Ray ou Peligro como é chamado). Nesse ano gravam Mundo, segundo disco totalmente independente de onde é extraído a música 69, do qual o video passava sempre no Hermanos MTV (como eu achava estranho esse video, bem ainda acho), em 1996 lançam o cd “Los Hijos de Alien” com versões inéditas como “Lo de Adentro” e um remix de “69”. No ano seguinte lançam o disco triplo “Esencia” chamado também de “El Otro Yo Del Otro Yo”, uma produção solo de cada um de seus integrantes, um conceito inovador e único na Argentina, em 1998 editaram uma coletânea do Triplo “El Otro Yo Del Otro Yo”. Em 1999 chegam com o incrível disco “Abrecaminos”, que teve grande aceitação do público e abrindo ainda mais as fronteiras para o México, Chile e Uruguai. Os videos de “No Me Importa Morir” e “La Música”, sempre estão entre os mais pedidos na MTV Latino e Much Argentina. Em 2000 lançam um cd coletânea com todos os sucessos “Grabado En Vivo” nos dias 19 e 20 de maio em Cemento, já em 2002 lançam mais uma produção chamada “Colmena”, um grande cd com ótimas canções e músicas politizadas, continuando assim seu caminho como a melhor banda alternativa da Argentina. No fim de 2004 seu tecladista Ezequiel Araújo, decide deixar a banda por questões pessoais e participa de seu último show no Festival Quilmes Rock. Agora o El Otro Yo já está com sua nova produção discográfica chamada Espejismos, esse ainda estou escutando e sinceramente me agradou muito, 12 temas de puro rock argentino!!

Fique Com
Abrecaminos (1999) com as ótimas músicas “No Me Importa Morir”, “La Música”, “10 Millones” e as minhas preferidas “Inmaduro”, “Calles” e “Viajero” do disco “Colmena”.

Traka-Traka(1994)

Mundo(1995)

Los Hijos De Alien(1996)



Esencia El Otro Yo Del Otro Yo(1997)

Abrecaminos(1999)

Contagiándose La Energía Del Otro(2000)

Colmena(2002)

Espejismos(2004)

www.elotroyo.com

Chilanga Banda “Café Tacvba”..





Chilanga Banda(Juan Jaime López, por Café Tacuba)

Una Canción en Jerga

Esta canción es perfecta, nos enseña vários modismos mexicanos, una de las mejores canciones que he escuchado, el video muy bien hecho y sencillo, pero dice todo lo que tiene que decir sobre la corrupción, violencia y la injusticia. Sin duda, un grupo que mescla el rock con el belisimo folclor mexicano. Les prometo que voy a poner la “traducción” de la canción.

Ya chale chango chilango,
Fica atento meu amigo, camarada

¡qué chafa chamba te chutas!
que vão te chutar qualquer dia desses
No checa andar de tacuche
Não chega andar de terno

¡y chale con la charola!
e ainda ter cuidado com o distintivo!

Tan choncho como una chinche,
Tão gordo que nem um porco

más chueco que la fayuca,
mais ilegal que um contrabando

con fusca y con cachiporra
com pistola e outras armas

te pasa andar de guarura.
começa a “gostar” e andar com escolta.

Mejor yo me echo una chela
Melhor eu tomar logo uma cerveja

y chance enchufo una chava
Se eu der sorte conquisto logo uma garota

chambeando de chafirete
por que com esse trabalhinho de motorista

me sobra chupe y pachanga.
só o que me sobra é beber e festejar.

Si choco saco chipote
Se é de Tabasco, já chama logo atenção

la chota no es muy molacha
E a polícia não é burra nem nada

chiveando a los que machucan
Envergonham, atropelam

se va a morder su talacha.
subornam e tiram o “seu” no trabalho.

De noche caigo al congal
De noite caio na farra no bordel

‘No manches,’ dice la “Changa”,
Nem ligue, disse a “Piranha”,

‘hay chorros de teporochos
lotado de bêbados vagabundos

y chifla y pasa la pacha’.
que andam e passam as drogas

Pachucos, cholos y chundos
Vagabundos, vagabundos e vagais

chichifos y malafachas
gigolôs e pilantras

acá los chómpiras rifan
Aqui os malandros comandam

y bailan tibiritabara
e dançam tibititabara

Mejor yo me echo una chela
y chance enchufo una chava
chambeando de chafirete
me sobra chupe y pachanga.

Mi ñero mata la bacha
Meu broder fuma um baseado

y canta La Cucaracha
e canta La Cucaracha

su cholla vive de chochos
Sua vida só é isso, nas drogas

de chemo, churro y garnachas.
cheirando cola, baseados e comendo porcarias.

Transando de arriba a abajo
Sacaneando pra cima e pra baixo

¡ahi va la chilanga banda!
Aí vão estes típicos malandros

Chinchin si me la recuerdan,
Se é que vocês me entendem

carcacha y se les retacha.
Uma carcaça, lata velha e logo já a devolvem.
Aqui está mais ou menos a tradução dessa música, já que é uma das mais difíceis de entender, obrigado aos meus amigos mexicanos pela grande ajuda.

Plastilina Mosh “México” (5)





Plastilina Mosh (5)..
Som

Grooves eletrônicos, rap, lounge e rock alternativo.

Histórico
Não demorou muito para que o programador Alejandro Rosso e o guitarrista e vocalista Jonas conquistassem o México e os malucos da Califórnia, no mesmo ano em que deixaram sua nativa Monterrey rumo a Los Angeles, conseguiram gravar seu primeiro disco Aquamosh(1998). Antes disso já tinham gravações demo e muito material alternativo como o EP Niño Bomba(1997). No álbum uma bagunça de balanços tortos com toques modernos, já ficava claro que a onda da dupla era experimentar e colar diferentes ingredientes, sempre com a intenção de fazer dançar. O único problema: A demora em lançar discos, um disco a cada dois anos ou mais. Juan Manuel(2000) acentuou essa característica com requintes na produção e uma inclinação maior para o eletrônico, sem perder a naturalidade. Com seu último trabalho Hola Chicuelos(2003), se consolida na cena alternativa mexicana, aplaudidos pelo público e crítica e indicado a Grammys e MTV’s!! Em Aquamosh Rosso e Jonas aparecem em todo o seu esplendor seja na festeira “Afroman” ou na bagunçada “Mr. Pmosh”, o clip é sensacional, aquela mulher me dá medo. Divirtam-se com as “padrísimas” “Mr. Pmosh”, “Moster Truck”, “Peligroso Pop” e “Te Lo Juro Por Madonna”.


Fique Com
Aquamosh(1997) contendo o grande hit “Mr. Pmosh” e Hola Chicuelos com as dançantes “Enzo” e “Peligroso Pop”(2003).


Aquamosh(1997)
Juan Manuel(2000)
Hola Chicuelos(2003)

Pra Quem Curte
Beastie Boys e Beck.

www.plastilinamosh.com.mx

Nova MPB “Música Popular Brasileira”



Nova MPB

(Música Popular Brasileira)
Talentos da Nova MPB

Os irmãos Max de Castro e Wilson Simoninha são uma boa pedida pra que curte música brasileira do século XXI, mas com melodias bem enraizadas no século passado(parece que é tão longe). Max com dois albúns lançados pela Trama “Samba Raro”, com a música contagiante de mesmo nome e “Orchestra Klaxon”, esse último com influência na Revista da Clássica semana da Arte Moderna de 1922, foi bem aceito pela crítica e já está bem divulgado na Europa e Japão, assim como a cantora Fernanda Porto. Simoninha já com três CD’s “Volume 2”, “Sambaland Club” e o mais recente “Live Sessions Trama”, além de duas edições especiais com CD/DVD todos com muita qualidade trazendo inovações para a nova geração de músicos. Simoninha e Max de Castro são filhos do cantor Wilsom Simonal que na década de 60 ficou famoso por interpretar a canção “Sá Marina” e também nesse período teve sérios problemas com a classe artística devido a denúncias na qual se falava que ele fornecia informações a agentes da Ditadura Militar, mas isso é outra história.

Como ela mesmo diz “Sampa no Rio de Janeiro, em Londres um grande terreiro..” a cantora Fernanda Porto com o seu albúm homônimo, levou a Tecno-bossa para as paradas européias, assim como o grupo Bossa Cuca Nova que agradou a muitos com boas melodias e batidas eletrônicas. E não para por aí, a onda eletrônica invadiu os Hits Pareds, tanto que os DJ’s mais conceituados do ramo, gastam o que tem com as pérolas que são raros vinis, muitas vezes encontrados fora do Território Nacional, enriquecendo muito a Música Brasileira que em qualidade é indiscutível. Outro que além de ator, já faz bastante sucesso e turnês por toda a Europa é o cantor Seu Jorge, seu último albúm foi gravado em Paris e em seu vídeo “Tive Chance” tem participação especial de atores famosos de Hollywood, sem contar que Seu Jorge arrasa no Cinema Nacional.

Dicas de CD’s
Wilsom Simoninha(Sambaland Club)

Jair Oliveira(Outro)

Max de Castro(Orchestra Klaxon)


Lenine(Falange Canibal & Na Pressão)

Bossa Cuca Nova(Revisited)


Postado ao Som de Lenine; Jack Soul brasileiro, Simoninha; Essa moça tá diferente e Jorge Drexler; Frontera.