Um fim de semana por Londres

Já virou rotina pegar o trem aqui na porta de casa e descer lá na Estação de Paddington em Londres, ainda mais agora que consegui um desconto incrível do Network Railcard. Eu ganho uns 33% de desconto na passagem, e , acreditem, isso é muito! Por exemplo, eu gastava em média 52£ ida e volta pra uma passagem com volta pra um mês de duração, se caso volte no mesmo dia ela fica reduzida a 43£.

Com esse desconto, agora eu pago 34£ e no segundo caso 28£, uma economia e tanto, o bom é que não preciso mais do Simon pra ganhar desconto na passagem, pois eu tenho dois tipos de cartões,o que mencionei primeiro e mais o Two Together da RailUK. Na verdade, o de estudante seria o mais viável, mas como ainda não estou estudando, consegui o da Network. Outra coisa, falando em trem, o meu mais novo vício é fazer caça palavras durante a viagem.

Bem, voltando ao final de semana, como já disse por aí, ainda tenho que pagar hospedagem, e é um parto toda vez pra encontrar um hostel bom; infelizmente, perdi a vaga pro Pub que sempre fico do lado da estação, que é até bonzinho e já falei sobre ele aquié bom e barato!

No último que fiquei, nunca mais quero passar ali perto, o Hyde Park Hostel em Bayswater é o pior hostel que já fiquei na minha vida, ganhou imbatível do Everton Hostel de Liverpool, infelizmente também não consegui vaga no Astor Quest que fica na rua abaixo deste último, pois eles só aceitam que você se hospede por mais de 2 noites, fique atento, pois a maioria dos hostéis em Londres praticam essa política.

Voltando ao muquifo, até já dei minha contribuição no Tripadvisor e não recomendo pra ninguém aquela espelunca!

Deixando de lado esse episódio à parte, o fim de semana foi muito produtivo, fiz umas comprinhas e até que enfim troquei de celular e peguei um iphone 6 na loja da Apple da Regent Street. Eu estava dividida entre o de 128GB e o de 64GB, mas acabei comprando o com mais espaço, agora sim não preciso mais transferir os arquivos e posso viajar tranquila pra gravar videos e tirar fotos!
  
 
Nunca precisou comprar aquele mini Ipad do Iphone 6 PLUS, aquele celular é gigantesco, com certeza iria cair da minha mão toda hora. Sendo assim, estou bastante feliz com a minha nova aquisição.
Além de bater perna pela Oxford Street como sempre, esse lugar me persegue, ainda tive tempo de ir de novo a Bricklane, passar pelo Spitafields Market e ainda andar umas horinhas pelo meu museu preferido, o British Museum, isso é claro na companhia da minha querida amiga Babi!

Pode esperar Londres, mês que vem eu volto!

Meus outros finais de semana por Londres:

Um fim de semana por Londres, de novo…

Outro fim de semana nesta cidade que é uma das minhas preferidas no mundo, e agora na primavera é ainda melhor. Comentei no outro post sobre a minha visita e não poderia ser melhor, pois fui a Bricklane em companhia da querida Babi, e, pra falar a verdade, eu ganhei na loteria por tê-la conhecido. Que menina mais incrível gente, quero ser amiga dela pra sempre! 
Ela fez um post bem bacana no blog dela, as fotos estão incríveis. Começamos o nosso passeio pelos ônibus de 2 andares, tão costumeiros nos meus trajetos londrinos. Passamos correndo pela Oxford Street em direção à Tottenham Court Road e de lá pegamos o 38 até Dalston e Hackney (dia desses vi um vídeo do Londres na Lata e fiquei com vontade de ir lá). Ali conhecemos a Londres dos grafites, arte de rua e gente esquisita (é claro no bom sentido).

Batemos perna na Oxford Street, fomos em algumas lojinhas, na Tiger, vagamos de ônibus em ônibus, tomamos café e comemos muffins nos Starbucks e Cafés Nero da vida; andamos em Shoreditch, nos perdemos em Liverpool Street, e comemos no Shake Shack, até que enfim! Aprovadíssimo pelas duas!

Uma coisa é certa sobre Londres, essa cidade continua do mesmo jeito que deixei, parece que só fui ali e voltei, pois nada muda, o sentimento é o mesmo, e a sensação idem. Quando se conhece Londres em algum ponto da sua vida, isto fica lá pra sempre! Pra terminar o nosso passeio incrível, vamos repetir é claro, fomos a Southbank que pra variar estava lotado, mas Londres é assim mesmo, sempre lotada.

Ir a Londres está se tornando cada vez mais comum, meu cunhado ainda não se mudou, mas motivos não faltam. O único problema é o preço salgado da passagem, pois o trajeto de 2 horas nem me incomoda tanto. Dessa vez, a minha ida a Londres foi especial, afinal tinha que conhecer a Babi, já estava devendo esta visita há tempos. E não me arrependi, pois parece que a conhecia há anos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
Conversamos bastante e sobre todos os assuntos. E o pano de fundo não poderia ter sido melhor, as ruas de Londres, essas ruas que tanto sinto falta vivendo a vida aqui no interior.

A boa notícia é que consegui um outro cartão de desconto para trens aqui na Inglaterra, mas este é individual, dá pra fazer pela Network Railcard. Você deve preencher o formulário e levar até a estação mais próxima da sua casa, detalhe que você só poderá usar nas rotas estabelecidas por eles, a minha sai de Worcester Foregate Street até London Paddington, descobri isso graças ao meu cunhado que vai pra lá quase toda semana.Próximos posts, mais sobre a minha vida aqui na Inglaterra, além do Mochilão Cuba, já aviso que vou a Londres novamente semana que vem, assim mais fotos e mais curiosidades. Até!

E a viagem por Moscou chega ao fim

Até que enfim cheguei ao final do Mochilão Moscou. A viagem foi rápida, mas valeu muito a pena, acho que voltaria, mas somente no verão e se fosse com a minha irmã. Moscou foi um dos lugares mais exóticos que já visitei, tudo é muito diferente, começando, é claro, pelo idioma, o cirílico é intimidante e muito difícil. Isso te ajuda a aventurar-se e a sair da sua zona de conforto, afinal cada passeio é um desafio.

Começamos o roteiro pela Praça Vermelha e por lá ficamos o resto do dia, depois fomos almoçar em um restaurante italiano que fica no subsolo dos Jardins de Alexandre e é um restaurante bastante agradável. O preço era ótimo e o local é cheio de lojas, além de uma Dunkin’ Donuts e várias redes de fast food, no outro dia voltamos e fomos ao KFC. Ali também tinha um Mcdonald’s, mas como já disse em outro post, todos os restaurantes da rede foram fechados por falta de higiene, a coisa lá na Rússia é séria, hein!

Procurei vários hotéis e não gostei de nenhum, sem contar que os preços estavam pela hora da morte, como eu não conhecia bem a cidade, preferi ficar no centro próximo aos pontos turísticos. Os hotéis mais baratos ficam fora desse eixo, mas não quis me arriscar, achei um hotel simples, porém diferente, o Basilica Hotel. No final, acabou que o hotel era fraco e muito longe do centro, a única coisa boa é que ficava próximo a Kitai-Gorod. O roteiro foi o básico pra conhecer a cidade, não consegui conhecer tudo, mas pelo menos tive um gostinho, conheci o Kremlin, a Catedral de São Basílio, a Praça Vermelha, o Mausoléu de Lênin e alguns outros museus, entre eles o do Cosmonauta que foi o meu preferido.

As passagens saíram bem baratas pela Easyjet, o único problema foi o voo que saía de Gatwick, e eu moro em Birmingham, portanto gastei dinheiro com trem pra ir pra Londres, mas mesmo assim com o desconto que temos no Rail UK, valeu muito a pena. Gastamos 60£ nos dois tickets, ida e volta, eu não precisei de visto, mas o Simon sim, ele gastou algo como 125£ pra tirá-lo pelo correio, enviei todos os documentos via correio com alguns comprovantes e recebemos de volta em 2 dias.

Portanto, é bom olhar no site do Visit Russia, pra ver se o seu marido, ou namorado, é claro se não for brasileiro, precisa de visto. O procedimento é bem fácil, é só entrar na página acima, preencher o formulário de visto, colocar toda a info que eles pedem, inclusive do hotel, pois eles irão pedir uma carta convite, antes isso também era necessário pra brasileiros, agora é só chegar no aeroporto que eles carimbam a entrada.

Fiz tudo pelo Booking.com, além deste usei o tripadvisor pra saber mais sobre o hotel. Pelas minhas contas gastei algo como 382£ + 125£ do visto do Simon, mais gastos  e comida. Põe então na conta umas 500£ no total, tirando é claro o visto que eu não preciso. Como sempre pagamos meio a meio, gastamos em média uns 1,300R$, muito barato.

Consegui trocar rublos em Gatwick, e foi a melhor coisa que eu fiz, pois achei complicado achar casas de câmbio por lá, inclusive no aeroporto, a cotação não estava tão ruim, de resto, usei o cartão pra pagar o hotel e algumas outras coisinhas. Esqueça de usar cartão de crédito do Brasil, nem toquei no meu do BB, o IOF é implacável!

Os gastos da viagem:
Passagens: Malvern/Londres/Gatwick: 60£ – Londres/Moscou/Londres: 150£
Hospedagem: 135£ 4 dias/noites, Transporte local: 30£, Comida: 60£, Passeios: 60£
Gastos: 50£, Visto: 125£ – Total: 670£
*Nosso Roteiro

Até logo e nos vemos no próximo Mochilão, a colorida Havana.
Próxima viagem: Turquia e Grécia ou Dublin.
Próximos relatos: Cuba e Colômbia em novembro de 2014!

Museu do Cosmonauta em Moscou

Este foi o meu passeio preferido em Moscou, depois de conhecer o museu, o próximo na minha lista, é o museu da Nasa em Cabo Canaveral em Orlando ou o de Houston nos Estados Unidos. Ficamos mais de 3 horas por lá e fiquei muito mais apaixonada pelos cosmonautas russos, ali é possível ver de tudo, desde trajes espaciais, naves, fotos a relíquias antigas entre os seus mais de 85 mil itens.
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Na entrada do museu, é possível ver o belo monumento que simboliza a conquista do espaço pelos soviéticos e a memória dos desbravadores espaciais, entre eles o cosmonauta Yuri Gagarin e a cadela Laika. O museu está situado dentro de um enorme monumento dedicado aos exploradores do cosmo, o primeiro satélite do mundo foi enviado para o espaço pela União Soviética em 4 de outubro de 1957. Cinco anos após essa conquista, foi inaugurado um monumento-tributo à conquista espacial na (Prospekt Mira ou Avenida do mundo) chamado de Exploradores do Cosmos, em honra aqueles que tinham começado a era espacial.

Você verá esse enorme monumento logo na saída da estação de metrô VDNKh, ali da estação já da pra ver o monumento.

Um pouco sobre esse fantástico museu.

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A parte superior do monumento é um obelisco inclinado feito de materiais, como titânio, que se estende a uma altura de 99 metros, com um foguete de 11 metros apontando para o céu. A base do obelisco é adornada em granito decorado com relevos que mostram temas cósmicos e a evolução da exploração espacial soviética.

Em 1981, para comemorar o vigésimo aniversário do primeiro voo espacial tripulado, um museu da conquista do espaço foi inaugurado nas fundações desse mesmo monumento.

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Esse é um dos melhores museus temáticos do mundo, o monumento é uma verdadeira obra de arte e a oportunidade de ver os protótipos, réplicas, itens pessoais de cientistas e militares (com uma seção exclusiva sobre a vida de Yuri Gararin) e utensílios reais utilizados pelos cosmonautas em suas viagens espaciais é uma verdadeira aventura que permite a total imersão na era da corrida espacial.
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As exibições traçam a história da exploração espacial e sua evolução tecnológica, desde os  primeiros satélites interplanetários, passando pela viagem das primeiras cobaias (os cachorros Laika e Strelka) à primeira viagem do homem ao cosmos por (Yuri Gagarin).
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O museu funciona diariamente das 10h00 às 18h00, exceto segundas-feiras e a última sexta-feira de cada mês.
O valor do ingresso equivale a 100py (coroas russas) e caso queira tirar fotos pagam-se mais 100py!
A viagem acabou, mais ainda tem o post resumão do final do Mochilão Moscou!
No sábado fui a Londres e andei pra caramba com a Babi, logo, logo farei um post com as fotos que tirei por Bricklane, Southbank, e mais!

Quer saber como funciona o outro fantástico museu relacionado ao espaço nos Estados Unidos? Não deixe de acompanhar o passeio do Família Viagem pelo Kennedy Space Center na Flórida nos Estados Unidos.

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Museu do Cosmonauta em Moscou (Mochilão TV)

Meu passeio preferido em Moscou!

Na entrada do museu um belo monumento simbolizando a conquista do espaço pelos soviéticos e a memória dos desbravadores espaciais, entre eles o cosmonauta Yuri Gagarin e a cadela Laika. O Museu do Cosmonauta!

Não deixe de ler os outros posts sobre a Rússia, em especial o fantástico metrô moscovita e o museu do cosmonauta.

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O Teatro Bolshoi, a Biblioteca e o Museu Pushkin

Infelizmente em Moscou não fui a muitos museus, o que é uma pena, pois a cidade é um desses lugares com vários espalhados pela cidade. Entre eles, visitei o Teatro Bolshoi, a Biblioteca Nacional e o Museu Pushkin, o Teatro Bolshoi, Bol’shoy Teatr; ou Grande Teatro é um dos teatros históricos mais famosos de Moscou, que possui apresentações de balé e ópera. O Ballet Bolshoi e a Ópera Bolshoi estão entre as empresas mais antigas e de renome do mundo, o teatro é a casa da Academia de Ballet Bolshoi, a melhor escola de ballet do mundo.
O preço dos bilhetes para entrar no teatro Bolshoy chega a um preço bem convidativo de 100 rublos, no entanto a entrada é permitida somente com trajes de gala, como em qualquer teatro de ópera, se caso você não queira comprar o bilhete para o show, dá pra admirá-lo pelo lado de fora, pra chegar até lá va pelo metrô, as estações: (Ohotnii Ryad, ou fila de caça);  (Teatralnaya, ou do teatro) ou pela estação (Ploshad Revolutsii, ou Praça da Revolução).

 

Já o Museu Pushkin é exclusivamente dedicado à arte ocidental e é o maior museu de arte ocidental da Europa, possuindo uma das maiores coleções impressionistas e pós-impressionistas mundiais, os artigos impressionistas e pós-impressionistas foram relocados em um prédio anexo do outro lado da rua do museu. Ele é imenso, é praticamente impossível visitá-lo em um dia.
A Biblioteca do Estado Russo “Российская государственная библиотека” é a biblioteca nacional e fica bem próximo da Praça Vermelha, é a terceira maior do mundo e possui mais de 17 milhões de volumes, esse prédio é um dos mais bonitos da cidade e é impressionante. Ela foi inaugurada em 1862 e fica dentro de outro museu, o Rumyántsev, desde 1925 ela se chama Biblioteca Lênin da URSS conservando este nome até a caída do regime soviético em 1991, ocupa diversos edifícios dado o seu imenso tamanho e ao tamanho das coleções, entre elas, publicações (13 milhões), mapas (150 mil), partituras musicais e registros sonoros (350 mil).

 

 

 

 

Depois da transferência da capital russa para Moscou, em 1918, o governo soviético decidiu transferir milhares de obras do Museu Hermitage de São Petersburgo para a nova capital. Estas pinturas formam um núcleo de coleções do museu de Pushkin da arte ocidental, incluindo as obras mais famosas de Van Gogh, Gauguin, Picasso, Matisse e Dufrénoy.
Entre eles, o quadro de Van Gogh “La Vigne Rouge”, que aparentemente, foi a única pintura vendida durante a vida do artista, além do acervo de artes plásticas, o Museu Pushkin possui a maior coleção de ouro troiano do mundo. Pra chegar lá pegue o metrô Kropotkinskaya.
Não visitei muitos museus, pois foram poucos dias, mas pelo que pude conhecer, essa cidade é uma aula de história em movimento, tudo aconteceu por ali, e é gratificante ter a oportunidade de ver tudo. No último dia de viagem, ainda visitei um outro museu, que foi sem dúvida o meu preferido, e sobre este eu falo depois! Até!