Salta, la linda da Argentina

Voltando com os posts da Argentina… mais precisamente sobre o noroeste do país, na pitoresca cidade de Salta. Nem acreditamos quando chegamos enfim à cidade. Há tempos tínhamos vontade de ir pra lá, já tínhamos visitado algumas cidades do Cuyo em 2006 e 2008, mas agora chegou a vez do incrível noroeste.

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Com a facilidade (ou não) de estar vindo da Bolívia, decidimos ficar lá uns dias, passamos também por outras cidades vizinhas como Jujuy, Catamarca, Santiago del Estero e Tucumán. O Noroeste é lindo, valeu mesmo a pena passar por lá. A cidade de Salta é o ponto base para conhecer o Noroeste argentino, está ao norte da província de Jujuy e da Bolívia, ao leste com o Paraguai e as províncias argentinas do Chaco e de Formosa, e, por fim, ao sul com o Chile e as demais províncias de região.

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Desde o frio dos Andes e da Puna até sua selvas subtropicais, Salta está inserida entre montanhas, vales férteis de sol e temperatura agradável o ano todo. Assim que chegamos, nos instalamos e logo saímos para comer uma parrillada argentina (o famoso churrasco). Conhecer a cidade à noite é um programa imperdível, a cidade fica linda e a Catedral ainda mais. A Plaza 9 de Julio é o ponto principal da cidade, uma das mais bonitas e arborizadas da Argentina.

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Catedral Basílica de Salta y Santuario del Señor y la Virgen del Milagro.

A hospitalidade provincial salteña qualifica a sua rica herança cultural, que se expressa com música folclórica e religiosa. Salta foi historicamente importante, porque, em seu território, foram lutadas as principais batalhas pela independência da Argentina e, muito antes da descoberta das Américas, foi o berço da rica cultura pré-colombiana. As casas antigas e quintas, agora transformadas em albergues, convidam à aventura. Infelizmente o nosso hostel não era tão assim aventureiro.

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Observamos a predominância da arquitetura colonial do país, representado pelos edifícios históricos como o Cabildo, a linda Catedral, a Casa de Hernández, entre outros. Essa linda e pitoresca cidade, vai deixar saudades.

Ficamos no El Argentino Hostela reserva foi feita quando ainda estávamos em Uyuni na Bolívia. Um dos mais baratos, porém não tão agradável. Ficamos em um quarto de casal com cama grande e televisão com vários canais latinos, incluindo um dos meus preferidos, o Canal de las Estrellas (canal mexicano de novelas). Não indico de maneira nenhuma essa espelunca, pois apesar do quarto de casal, o local é um pulgueiro e bastante sujo, o café da manhã é razoável, mas o lugar infelizmente não agradou. Logo farei um post sobre o Hostel de Salta!

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De qualquer maneira, faça uma busca nos sites do Hostelworld ou do Hostelbookers e procure um local melhor para se hospedar na cidade, são várias opções; o nosso azar foi todos os lugares estarem lotados. Se for ficar em algum hotel não deixe de fazer a reserva pelo nosso link amigo aqui no blog!

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Depois de Salta, iríamos mais uma vez a uma das nossas cidades preferidas, La Ciudad de la Furia, Buenos Aires.

O trajeto demorou exatas 24 horas e chegamos às 13h30 mais ou menos hora local! Essa seria a nossa sexta vez na capital argentina, um lugar em que nos sentimos como em casa! Adiós Salta, pronto nos vemos!

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O Hostel em Londres!


Astor Quest

Primeiramente, não estou indicando nenhum Hostel e nem indicarei nos posts futuros. Essa é somente minha impressão sobre o lugar em que me hospedei. Algumas pessoas já me enviaram emails e mensagens bem malcriadas por conta de indicações de hostel. Certas pessoas têm que saber a clara diferença entre um hostel e um hotel, depois de resolvido isso, é necessário uma vasta procura para que o lugar seja bom e barato. Nesse caso, escolhemos o Astor Quest, pois ficava próximo à estação de Paddington, local que usei com frequência para ir ao Midlands, terra do meu querido namorado, além de ser um lugar bem localizado e com uma vizinhaça encantadora.
O Hostel: Os atendentes do Astor são realmente muito bacanas, não tivemos muitos problemas pois convenhamos, é inverno, mas alguns mochileiros que já estão por lá a bastante tempo nos disseram que no verão é uma zona e lugar fica com um cheiro não tão agradável. Minha irmã ficou por lá por mais de 10 dias então ela realmente sabe bem como é o lugar. Disse que é bem legal e o café da manhã realmente ajuda pela manhã, além é claro de interagir com pessoas do mundo inteiro. Conhecemos gente bem bacana e trocamos figurinhas. 

 

A diária me custou 22£ e o quarto não é tão pequeno como imaginei, seis beliches com direito a uma vista da Queensborough Street rua que termina na Avenida principal próximo aos Jardins de Kensington.

A localização: Melhor impossível, é sério. O hostel é próximo a um Shopping o Whiteleys, vários supermercados, incluindo um Spar e o Tesco, bancos, lojinhas e 3 estações de metrô, sem contar é claro a estação de trens de Paddington. Você pode ir andando para qualquer parte da Central London. A Oxford Street está a uns 5 minutos de ônibus, caso tenha tempo de sobra, a caminhada leva em torno de 15 minutos ou menos. Sem dúvida, a melhor localização de hostéis em que já estive.




O Café da Manhã: Bem razoável, isso quando a cozinha não está lotada, dos dias em que fiquei por lá peguei a cozinha lotada por 2 dias, não muito agradável, mas o espaço é bastante grande e a cozinha é ampla. É bem verdade que o lugar tem mais prós do que contras, portando gostei muito da minha estadia por lá. Com certeza voltaria, mas talvez no inverno ou na primavera, nunca no verão.






Além do Astor Quest localizado em Bayswater, a rede possui mais hostéis por Londres, escolha o seu de acordo com o lugar e a ocasião, no site mais informações: http://www.astorhostels.co.uk/.
 Endereço: 45 Queensborough Terrace, Bayswater, London, England

Mais informações no trip advirsor: http://www.tripadvisor.co.uk/Hotel_Review-g186338-d210769-Reviews-Astor_Queensway_Hostel-London_England.html

Em breve mais posts sobre o Mochilão Europa, Inglaterra, Londres e Malvern, além é claro de alguns posts sobre o interminável Mochilão América do Sul, quase chegando a Buenos Aires.


Rumo a Londres!





Começamos nossa aventura no dia 18 de dezembro de 2012, saímos de Brasília rumo a São Paulo, esperamos umas 5 horas no Aeroporto Internacional de Guarulhos, e logo embarcaríamos para o primeiro ponto da viagem, o Aeroporto de Heathrow na Inglaterra. Como já sabíamos os procedimentos não ficamos muito nervosas, mas viagem de 12 horas não é bem o meu estilo e não sou muito fã, mesmo assim aproveitei bastante os filmes e os seriados disponíveis, além das refeições e bebidas. Fernanda por outro lado, ficou bastante nervosa como de costume e se entupiu de remédio pra dormir rapidinho.
Estávamos no fundo do avião, portanto seríamos as últimas na fila da Imigração, já estávamos bem cansadas por conta da viagem e teríamos que esperar mais ou menos uma hora e meia até buscarmos nossas mochilas.
Engraçado é que os policiais da Imigração britânica são os mesmos, praticamente me lembrei da cara de quase todos, uma fila se formava nas cadeiras de espera, e não queríamos de jeito nenhum ficar ali esperando.


 
Quando chegou a nossa vez, nem acreditei como foi tão rápido. O policial nos perguntou onde íamos e o que iríamos fazer, falei que íamos viajar por quase dois meses na Europa e ficaríamos umas 2 semanas na Inglaterra, ele nem solicitou documento algum, só o passaporte e carimbou. Foi realmente muito rápido não demorou nem 2 minutos, dali saímos e fomos buscar nossas mochilas na esteira, depois descemos para ir até o guichê do metrô carregar nossos Oysters. Nesse primeiro dia, chegamos por volta das 16hs no nosso Hostel em Bayswater, O Astor Quest que se mostrou um lugar bem bacana e tranquilo para a nossa estadia.

Saindo do Aeroporto é muito fácil chegar ao centro de Londres, você pode escolher entre o trem que te leva até Paddington em 15 minutos, ou ir chacoalhando no metrô londrino por pelo menos 1 hora e passando por vários pontos entre o subúrbio e o centro de Londres. A linha que você vai entrar é a Piccadilly Line uma das maiores e que cobre mais estações no percurso. Trocamos de trem em Earl’s Court que é uma estação que conheço bem, pois trocava de metrô todos os dias ali para ir à escola.

 De lá fomos pela District Line até Bayswater Station que é bem próximo ao hostel, um dos pontos fortes do local é sem dúvida a localização, está entre 3 estações de metrô. Nesse dia fomos sem problemas pela District ou Circle line, mas se informe bem no final de semana, pois é quase certo que essas linhas estarão fechadas, como de costume, assim troque na Central Line, ela te levará até a Estação de Queensway que também é uma das estações próxima ao Astor Quest. Nos próximos posts falarei mais sobre o Hostel e sobre o bairro em que nos hospedamos, Bayswater. Posts específicos sobre a cidade só no final do relato do Mochilão na volta. 
See you then!!

Hospedagem, Mochilão Europa.. (2)






Para quem esteja curioso, continuarei com os posts sobre os hostéis onde iremos nos hospedar no nosso mochilão. 
Espero realmente ajudar outros viajantes, pois afinal, também pesquisei bastante antes de montar o meu roteiro final.

Já fizemos praticamente todas as reservas no Hostelworld e compramos as passagens de trem, avião e ônibus, mas isso eu deixarei pra outro post específico sobre transporte, só adiantando que compramos nossos trechos pela EASYJET, Vueling (Iberia), LOT da Polônia, além de alguns trechos de trens, Eurolines e Orange Ways. 
Como no outro post comenntei sobre o nosso último hostel, nos hospedaremos em Liubliana no Celica Hostel que se parece a uma prisão e de lá vamos até Zagreb na capital da Croácia. 
O hostel escolhido foi o Zagreb Day & Night Hostel, a diária saiu 15€ e o local parece ser bem bacana. Lembrando que todas as reservas foram feitas com antecedência, pois geralmente eles aumentam o preço quando você chega no lugar. Eu prefiro e ainda acho muito mais seguro, afinal eles cobram somente 10% por cada reserva, ou você pode fazer um plano de 1 ano sem ser cobrado essa taxa.

Próxima parada Hungria, a capital húngara é um dos lugares que mais quero conhecer sem dúvida, o hostel escolhido foi o da rede Wombats que também tem suas instalações em Viena, Praga e na Alemanha. Optamos pela rede em Budapeste e em Viena, a diária em Budapeste saiu 8€ e em Viena saiu 16€. Como já diziam, Budapeste é um paraíso pelos preços e Viena é caríssimo. 
Na Eslováquia não será necessário hospedagem, pois faremos uma Day Trip desde Viena, contando que são 50 minutos que separam as duas cidades. Saindo de Vienna rumo à Cracóvia ficaremos no Atlantis Hostel, diária de 15€. 

Fernanda preferiu continuar nos mesmos hostéis de antes e nos hospedaremos no Miss Sophie em Praga e no melhor de todos disparado o Plus Berlim na Alemanha. Diárias de 15€ e 20€ respectivamente. O Plus Berlim é realmente um ótimo hostel, comparado até a um hotel, sua diária pode chegar a até mais de 50€ se não marcado com antecedência.


Depois de Berlim, a próxima hospedagem será em Amsterdã, o hostel será o mesmo de antes, Flying Pig Uptown Amsterdã, local bem agitado e bastante bagunçado para os nossos padrões, infelizmente a hospedagem na Holanda é um problema, portanto continuaremos com o mesmo. Felizmente em Bruxelas
o padrão é outro, então sem problemas para o Hello Hostel na capital belga. Diárias de 25€ e de 23€ respectivamente, isso mesmo, nesses dois países as diárias ultrapassam a Alemanha e a República Tcheca.
Só não perdem para a França e para a Inglaterra que são as cidades mais caras da Europa. Felizmente teremos cidades baratas para balancear os gastos nessas cidades mais caras. 

Com todas as reservas feitas e gastos programados, gastaremos em torno de 560€ em hospedagens (uma estimativa) viajando pela Europa por esses quase dois meses.
Próximo post sobre o Mochilão Europa falarei dos trechos que vamos passar tanto de trem, avião e ônibus, além dos gastos diários. Na viagem farei um diário virtual e colocarei as atualizações, além dos preços e dos lugares que visitaremos. O mês de dezembro começou e com ele os preparativos finais para a viagem. Ansiosa pra passar o Natal com a família do Simon e o Ano Novo na Cidade Luz, além é claro de ir a Madri, Budapeste e Cracóvia.
Viajar é sem dúvida uma das coisas mais legais de se fazer na vida, se as pessoas soubessem como isso é viciante tentariam pelo menos uma vez só para terem o gostinho.

As fotos que ilustram os posts estão no meu Instagram, Relógio Astronômico de Praga, Campo de Concentração em Auschwitz na Polônia e a Torre de TV Berliner Fernsehturm em Berlim. 

Hospedagem, Mochilão Europa.. (1)





Como no Mochilão anterior, fiz alguns posts sobre os lugares onde nos hospedamos, e isso é sem dúvida uma grande ajuda para os futuros viajantes e mochileiros que procuram informação sobre determinado país. 
Já resolvemos alguns lugares, irei disponibilizar os hostéis e a variação de preço, além de uma opinião sobre a localização, a qualidade e se vale a pena se hospedar por lá. 
Nesse post somente o superficial, assim que estivermos na estrada farei posts específicos sobre cada país ou cidade.

O primeiro destino, Londres. Eu já conhecia alguns hostéis, inclusive tinha feito reservas em alguns quando a minha irmã estava de viagem marcada pra lá. 
Felizmente ela ficou comigo, então não precisou gastar com hospedagem, que diga-se de passagem é a mais cara da viagem. Eu já tinha me hospedado em alguns B&B e em um Travelodge, mas decidi por não me hospedar mais, e isso porque irei viajar com ela, e esse tipo de lugar é bastante caro pra quem viaja como mochileiro. 
Decidi então por um hostel modesto, e a Rede Astor é uma das mais legais. São 4 espalhados por Londres, e escolhi o de Bayswater que fica próxima a estação de mesmo nome e próximo ao bairro de Paddington que conheço bem, pois dali pegarei o trem para ir para o Midlands.

Esse é o Astor Quest, fica em Bayswater, próximo à três estações de metrô, Hyde Park e Notting Hill, a verdade é que não li boas críticas sobre esse hostel no Trip Advisor e nem no Hostelworld, mas como é bem localizado preferi seguir a intuição. Portanto, não tenho a mínima ideia se é bom ou não, no futuro falarei mais sobre. 
A hospedagem ficou em 18£ a diária, já paguei 7£ em Liverpool, dali partirei para Worcester e por lá passarei em torno de 8 a 12 dias com idas a Birmingham, Oxford ou Manchester, sendo assim não gastarei com hospedagem, pois ficarei na casa do Simon.

Saindo da Inglaterra, vamos pra Paris, passar o Reveillon na Cidade Luz. 
Na cidade escolhemos entre o Hostel Oops e um Hotel próximo à Saint Ouen. 
Minha irmã simplesmente achou o Hotel bem mais barato que o Hostel Oops que é bem conhecido. Sendo assim, optamos pelo Hotel que se chama Café Hotel de L’avenir, a diária saiu por 30€ o que é praticamente uma pechincha, dado que são preços para o final do ano.

Próxima parada, Madri, capital da Espanha. Iremos ficar em um dos mais recomendados tanto no Mochileiros quanto no próprio site do Hostelworld. O Cat’s fica em Cañizares próximo a todos os pontos turísticos e a uma estação de metrô. Perfeito!! E as fotos dos hostel são realmente lindas. A diária saiu entre 20€ e 30€.

Passado Madri iremos à Barcelona, capital da Catalonia. Hermana decidiu trocar de hostel, pois o outro era pura farra, trocamos de lugar, mas não de nome. Ficaremos no Sant Jordi que é uma grande rede de Hostels de Barcelona, escolhemos o Sant Jordi Diagonal Hostel que fica próxima a Sagrada Família e ao Passeig de Gràcia. Barcelona saiu um pouco mais caro que Madri, a diária ficou 29€. 

Saindo de Barcelona vamos direto para Roma, aqui foi uma odisséia procurar um bom hostel e com um preço camarada, vasculhei o site dos Mochileiros e não achei nenhum que me agradasse, depois de olhar por 1 semana, vi o mais comentado e com um preço acessível. Ficamos com o Hostel Alessandro Downtown, bem localizado e com um quarto separado para mochileiras, a diária ficou 18€, bem mais barato é claro, mas é um quarto de 6 camas, bem diferente dos outros, no qual optamos por quarto duplo.
Terminando a primeira parte da viagem, pois ainda tem muita coisa pela frente já reservamos o hostel da Eslovênia, nossa próxima parada depois da Itália, ainda iremos à Veneza e Milão, mas ainda não confirmamos as reservas.
Na Eslovênia optamos pelo Hostel Celica, um dos mais recomendados pelo Hostelworld, gostamos da fotos e sem dúvida fiquei impressionada, bacana dormir em um local que se parece a uma prisão. A diária saiu 18€ e como já disse o local é bem bacana. Fica no centro próximo aos principais pontos turísticos, Tivoli e ao Castelo. 
No próximo post a continuação com nossas paradas em Zagreb, Budapeste, Viena, Cracóvia, Praga, Berlim, Amsterdã, Bruxelas, Brugges e a volta à Paris e Londres.  
Au Revoir!!

Continuando..

Machu Picchu.. (1)












Voltei agora pra falar sobre um dos pontos altos da viagem, claro estou falando da Cidade Sagrada de Machu Picchu, irei dividir em 3 partes, assim a primeira parte será sobre o trem e a chegada à cidade, além do hostel, a outra parte sobre os roteiros que você poderá utilizar pra chegar até lá e a última parte falarei sobre a cidade em si, o passeio pela Cidade Sagrada. 
Durante a nossa viagem pude perceber que muitas pessoas adoraram e outras se decepcionaram com a cidade base para Machu Picchu, Águas Calientes, nós gostamos muito, achamos bem tranquila e bonitinha, mas infelizmente os preços não ajudam muito, mas é impossível não reconhecer o poder turístico que a cidade possui. 
Inclusive em Machu Picchu no pé da montanha você poderá encontrar um hotel caríssimo com restaurante 5 estrelas e outras regalias, só pra quem pode, é o Machu Picchu Sanctuary Lodge que fica ao lado das ruínas com uma incrível vista e uma caríssima diária de mais de 1000U$.

  

Na entrada da Estação em Águas Calientes e um dos trens da Peru Rail.

Nós ficamos no Pirwa Hostel B&B assim como em La Paz e em Cusco, mas esse é um pouco diferente dos outros, não é bem um hostel para mochileiros, é mais para casais e pessoas que viajam sozinha, é bem verdade que a diária é um pouco mais cara que o da maioria, mas vale muito a pena. Como já comentei antes, este hostel ficou na diária do pacote que compramos ainda em Cusco, então tudo ficou ótimo. O quarto com cama de casal ou double e banheiro privativo saiu por 35U$ incluindo café da manhã, computador, TV a cabo no lobby e wi-fi, muito bem localizado na Calle Tupac Yupanqui 103, você desce uma escadinha e já está na principal rua onde estão as principais lojas, bares e restaurantes, a estação Machu Picchu e ponto de ônibus também estão bem próximos.

Acordar nessa caminha com uma vista da montanha e uma chuva não tem preço, sopa de entrada em um dos restaurantes na rua principal.

O trem também já estava incluído no nosso pacote, então teríamos que pegar um ônibus turístico e depois pegar o trem em Ollantaytambo (uma das rotas do passeio turístico), ficamos esperando das 16hs até às 19hs (horário que o trem sairia), o nosso era o Expedition (o mais barato e mochileiro de todos) sai em torno de 66U$ ida e volta.
Pra saídas de Cusco até Águas Calientes sai entre 06hs e 07hs e chega em torno das 10hs, o retorno costuma ser por voltas das 16hs, dependendo do trem (isso pra quem quer ir e voltar no mesmo dia), mas atenção essa rota é bem mais cara que a saída de Ollantaytambo. A Peru Rail oferece 3 tipos de trem, o Hiram Bingham (o mais caro e chique), Vistadome e o Expedition que custam 345U$, 96U$ e 66U$ respectivamente. A compra pode ser feita em agências e na própria estação de trem.


Rio Urubamba, acordar com o barulho do rio é bem relaxante, rua do trem em Águas Calientes, o micro-ônibus que nos levaria ao cume da montanha.

O nosso escolhido é claro foi o Expedition que é destinado a mochileiros e viajantes econômicos, não tivemos nada do que reclamar e a viagem foi bem confortável, além do que ofereceram chá, café, biscoitos e batatas típicas colhida nos Andes. Já no Vistadome é um pouco mais luxuoso com refeições regionais, poltronas de couro, janelas mais amplas com uma vista incrível e um show folclórico. E o Hiram Bingham (foi o que a minha prima Cris escolheu),  é sem dúvida o mais luxuoso, artistas como Bono Vox, e os princípes Harry e William, Angelina Jolie e Brad Pitt entre outros viajam nesse, inclui refeição à bordo, entrada e visita guiada a Machu Picchu, além de um lanche da tarde no hotel chiquérrimo.
Próximo post roteiros para conhecer Machu Picchu, além é claro da visita à Cidade Sagrada.


 A vista do que nos esperava, a Cidade Sagrada, suas escadarias, suas pedras milenares, as portas e as janelas.

Chegada a Cusco no Peru

Entrada da cidade histórica, Arco Santa Clara.

Depois de sair de Puno, fomos até Cusco, um dos pontos altos da viagem. Chegamos às 03h30 e já pegamos um táxi por 10 soles em frente ao Terminal Rodoviário (depois saberíamos que o taxista nos passou a perna). Fomos ao nosso hostel, escolhemos a mesma rede pra ficar em Cusco, o Hostel Pirwa, que fica na Calle San Francisco bem ao lado da famosa Iglesia San Francisco.

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Pirwa Backpackers Colonial
San Francisco Square 360, +51 8424-4315.

Nunca fiquei tão feliz na minha vida, pois, assim que chegamos, o nosso quarto já estava liberado, então não precisaríamos esperar até o check-in que seria às 10h, entramos no nosso “double room” e dormi até umas 11 h da manhã. Já no primeiro dia, caminhei pelas ruazinhas da Plaza San Francisco que fica ao lado do Arco Santa Clara bem na entrada da cidade Colonial de Cusco. Eu estava bastante chateada pelo problema da noite anterior, então não estava muito animada com a cidade, mas assim que saí e comecei a caminhar pelo centro antigo, melhorei! Eu realmente amei a cidade, e é sem dúvida uma das mais lindas e legais que eu já conheci. Felizmente tudo saiu bem em Cusco, e sempre terei ótimas lembranças do que absorvi por lá, a cultura, a história e o povo Inca.

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Hostel Pirwa Backpackers.

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Fui trocar algumas libras e dólares e procurei onde comprar o boleto turístico, que iria precisar para fazer os demais passeios arqueológicos em Cusco. Fechei o pacote para Machu Picchu, na própria agência do Hostel, a Inca World Perú, info@incaworldperu.com e realmente não tenho nada do que reclamar, foi simplesmente uma viagem perfeita.

Chegamos no dia 09 de janeiro, mas como a Fernanda ainda estava um pouco indisposta, marcamos Machu Picchu para o dia 12, colocamos também o passeio para as ruínas do Vale Sagrado um dia antes e foi um dos passeios mais incríveis que tivemos. Nos 3 primeiros dias, visitamos as Igrejas, os Museus e as ruazinhas, o famoso bairro de San Blas, a Feirinha principal e conhecemos mais da vida cotidiana dos cusquenhos.

Na Feria de San Pedro, que fica ao lado da Iglesia de San Pedro e da Estação San Pedro, podemos comprar muitas lembrancinhas, além de bolsas, souvenirs, estátuas e decorações para casa. É uma feira muito completa, além de artesanato é um mercado ao ar livre, simplesmente maravilhoso, apesar da bagunça é claro. Também adorei o KFC de Cusco, bem apimentado por sinal.

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Iglesia San Francisco e Catedral de la Virgen.

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Pedra Inca e Rua Hathunrumiyoq.

Sobre a ida a Machu Picchu, fechamos o nosso passeio por 200 dólares (olhar preços atuais) incluindo as passagens de micro ônibus, ida e volta, passeios pelo Vale Sagrado, cidades de Pisaq e Ollantaytambo, passagens ida e volta trem Ollanta/Machu Picchu, hospedagem em Águas Calientes no B&B Pirwa em quarto duplo, Ingresso para Machu Picchu, micro ônibus Águas Calientes/Machu Picchu/Águas Calientes, além do guia que nem precisamos. Realmente saiu em conta, pois, se tivéssemos comprado tudo à parte sairia mais ou menos de 250 a 300 dólares. O boleto turístico não estava incluído, mas pagamos 70 soles pelo bilhete parcial de 2 dias, pelos sítios arqueológicos de Ollantaytambo, Moray, Pisaq e Chinchero.

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Feira de Artesanato de San Pedro, Escuela de Bellas Artes, Mural no KFC.

No próximo post falarei mais do nosso passeio pelo Valle Sagrado, além de mais fotos sobre Cusco, nossa viagem pelo Peru foi fantástica.

Não deixe de ler outros olhares sobre Cusco, acompanhe o primeiro dia da Amanda no Amandaqui em Cusco e as primeiras impressões da Helen no Ninho de Jiripoca.

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de la paz a copacabana de ônibus..

 

Depois de um dia inteiro nas ruínas de Tiwanaku, chegamos ao hostel por volta das 17hs, contratamos então o transporte e o hotel para a cidade de Copacabana, famosa pela sua imponente catedral e suas ilhas, Ilha do Sol e da Lua, onde dizem que nasceu a cultura Inca.
Sairíamos no dia seguinte pela manhã, a viagem até Copacabana dura mais ou menos umas 3 horas e é sem dúvida uma das vistas mais exuberantes da Bolívia.
Antes de chegar a Copacabana, é preciso atravessar o Estreito de San Pedro de Tiquina em uma balsa, paga-se o valor de 1,50 bolivianos pela condução, o estreito é um minúsculo povoado importantíssimo para a travessia do lago.
A espera dura em torno de 30 minutos a 1 hora. Chegando lá, fiquei impressionada com a vista da linda cidadezinha, a placa na entrada já nos avisava “Bienvenidos a Copacabana” 3,841 metros. A altitude iria nos castigar mais uma vez.


os locais em festa na orla do Lago Titicaca. Continue Lendo “de la paz a copacabana de ônibus..”