Tate Modern!





Outro museu bastante conhecido por aqui e um dos melhores! Esse é o grande museu de arte moderna de Londres, que juntamente com a Tate Britain (antiga Tate Gallery, renomeada em 2000), a Tate Liverpool, a Tate St. Ives e a Tate Online, faz parte do grupo atualmente conhecido como Tate.

O Museu foi instalado na imensa central elétrica de Bankside, em Southwark, às margens do Tâmisa. 
Funcionou como uma usina durante muito tempo entre os anos 40 e 80, sendo desativada em 1981. O museu foi aberto em 12 de maio de 2000 e é um dos que mais promove importantes mostras temporárias de arte moderna e contemporânea, é uma das grandes atrações da capital inglesa.



Na coleção da Tate Modern figuram algumas importantes obras de Pablo Picasso, Matisse, Braque, Natalya Goncharova, de Chirico, Francis Bacon, Alexander Calder, Chagall, entre muitos outros artistas do século XX. As visitas, exposições do acervo e algumas mostras temporárias são gratuitas. Algumas como a do Gauguin ou a pop-art de Lichtenstein são pagas, na entrada do museu é possível saber o valor e o horário de cada exposição!

A Tate é uma aula de arte moderna e contemporânea, com alguns dos melhores exemplares de cada movimento artístico do século XX. Pra chegar até lá é fácil, o metrô de Southwark deixa próximo e é só ir andando, caso vá por London Bridge, a caminhada é um pouco mais longa, mas pode-se admirar a orla e seus vários pubs, restaurantes e exposições! 
Outra saída é o metrô da St. Paul’s Cathedral na Central line, bem mais perto e aprecia-se uma das vistas mais caricatas da cidade!
Esse post foi atualizao em 2013!

British Museum.. (1)






Estou devendo um post específico sobre os museus que visitei em Londres, e o que não falta são museus, só em Londres foram o National Gallery, o National History Museum, O V&A, Museu do Transporte, o Tate Modern, o Tate Britain, Charles Dickens Museum, Museu de Londres, o Museu de Ciências Naturais, além de muitos outros. Agora é a vez dele, O British Museum (o primeiro da lista). Esse museu possui uma imensa coleção de antiguidades mundiais, desde o Egito, Grécia, África, Ásia, até a América Latina com a história Inca, Azteca e Maia e outras coisas em geral. Como não se impressionar com as múmias, ou as colunas gregas, além da Pedra de Roseta e a estátua do lagarto azteca. 
A boa notícia é que como a maioria dos museus em Londres, ele é de graça. 
Fui até lá com o Simon e visitamos a exposição especial sobre o Afeganistão.

  

  
 
  
O Museu Britânico ou o British Museum foi fundando em 7 de junho de 1753, a coleção inclui peças como a Roseta Stone, algumas ruínas do Partenon de Atenas, além dos mármores de Elgin, estátuas egípcias, a sala das múmias, estátuas e peças da Ásia, África e América. O Museu abriga mais de 7 milhões de objetos de todos os continentes, documentando a história da cultura humana desde os primórdios até hoje em dia (é bem por isso que é sem dúvida o meu museu preferido), são tantas peças que a maioria estão alocadas nos porões do museu, devido à falta de espaço nas salas principais.
É um museu que vale a pena ser visto e revisto. Aberto diariamente das 10hs às 17h30, às sextas fecha às 20h30! Como já citado o museu é de graça!


Os Museus de Londres!

Aqui sem dúvida é o paraíso pra quem gosta de museus, é sério, os melhores são de graça e são vários, pra todos os gostos e de todos os tipos! 
Eu consegui ir em alguns e todos a que fui gostei demais, os meus preferidos até agora são o Museu Britânico, a National Gallery e o de História Natural, além é claro do Museu da Guerra que fica ao lado de onde eu moro! Os mais conhecidos em Londres são o National Gallery, o National History Museum, O V&A, Museu do Transporte, o Tate Modern, o Tate Britain, Charles Dickens Museum, Museu de Londres, o Museu de Ciências Naturais, além de muitos outros. 
Na maioria das vezes fui com meu namorado e é muito fácil a locomoção, a maioria dos museus têm um metrô próximo! 


Algumas fotos dos museus e lugares que fui e ainda pretendo ir!
Listinha dos museus que pretendo ir ainda esse ano ou quando estiver de bobeira por Londres!
Churchill War Rooms, London Transport Museum, Wimbledon Lawn Tennis Museum, The Guards Museum, Charles Dickens Museum, The Museum of London, Design Museum London, Jewish Museum London, Florence Nightingale Museum, The Garden Museum, London Motor Museum, Handel House Museum, The Foundling Museum, Cartoon Museum, London Canal Museum, Pollock’s Toy Museum, Firepower Royal Artillery Museum, Museum of Brands, Packaging and Advertising, The Old Operating Theatre Museum, além do Tate Britain e mais alguns espalhados pelo perímetro da Piccadilly Circus, como o do M&Ms e o Ripley’s Believe It or Not! 
Em Londres qualquer dia é dia de Museu!

Tudo Novo de Novo em Greenwich!








Estive em Greenwich no final do ano passado  e visitei os principais pontos turísticos do bairro, agora dessa vez levei o namorado comigo, pois ele ainda não conhecia o lugar.
O Simon é um péssimo inglês, pois ele não conhece quase nada por aqui, ele nem gosta de viajar pela Inglaterra e resmunga quando tem que andar de trem, eu conheço mais lugares que ele, e ainda assim ele fica espantado, fala que eu sou a guia turística dele, é piada mesmo! 
Como já disse no post anterior é o bairro do famoso Meridiano, infelizmente agora é cobrada uma taxa para visitação de 10£. 
Saímos de Lambeth e pegamos um ônibus no centro, o 188 que levava até North Greenwich, o ponto final é onde fica o famoso estádio O2 Arena, tomamos outro ônibus e paramos em Greenwich já próximo ao parque e ao Museu Nacional Marítimo. 
Ele ficou encantado com o lugar, achou a vista da cidade espetacular e ficamos por ali a tarde toda. Na volta resolvemos voltar de barco pelo Tâmisa, foi bem legal, apesar de que ele não ficou muito feliz pois o barco era fechado e não aquele caríssimos para turista.

Eu adorei o passeio ainda mais porque vi a maioria dos pontos turísticos por um novo ângulo, recomendo o passeio de barco, você compra o bilhete no porto das Estações Greenwich ou Westminster, cada bilhete saiu 3,50£. Algumas fotos que tirei com o Simon dessa vez que fomos a Greenwich.
Simon em frente ao Museu, eu próximo as escadarias da Universidade de Greenwich, vista da cidade desde o Observatório de Greenwich.

London Study Centre!







Como expliquei com detalhes nos posts sobre visto, escolhi uma escola que se localiza no bairro de Fulham, foi a London Study Centre, uma péssima escolha por sinal. Ela é localizada em um dos bairros mais caros de Londres, e está a poucas quadras do Estádio do Chelsea e do Estádio do Fulham, fica próxima à Estação de Parsons Green e Fulham Broadway e perto dos Bairros de Wimbledom e Putney.
Nos meus primeiros dias de aula, fiquei quase 1 mês passeando e rodando antes das minhas aulas começarem, eu recebi o visto de 1 ano e 2 meses, mas comecei a estudar somente 1 mês depois que cheguei em Londres, logo recebi meu cartão de transporte público com desconto para estudantes, o famoso Oyster, e também recebi minha carteira de estudante, que me dava desconto em várias atrações pela cidade, outra coisa que aproveitei para fazer foi meu cartão do UK Rail, serviço de trens da Inglaterra, ganhava praticamente 33%  de desconto em todas as passagens pelo país em qualquer trem pelo Reino Unido.

Algumas fotos das estações, estação da escola Parsons Green e a de Fulham Broadway outra que eu passava todo santo dia.

Voltando a falar da escola, a maioria da minha turma é composto de turcos, coreanos, colombianos e brasileiros, encontrando algumas pessoas do Japão, França e outros países da América Latina. A escola, sem dúvida, foi uma péssima escolha, não só pela estrutura que é em um casarão antigo caindo aos pedaços, como também dos coordenadores, professores e funcionários. É certo que fui feliz em algumas escolhas, e tive a chance de ter ótimos professores no começo do curso, mas infelizmente com o decorrer do curso e as festividades, os melhores professores foram deixando o college e ficamos com os piores, tive que me contentar em ter aulas que mais pareciam de teatro. No verão a escola fica lotada e as aulas ficam com o horário reduzido.

As aulas em si são bacanas, no momento estou no nível B2 que é Upper Intermediate, A1 que é o Proficiente/Avançado 1, basicamente 1 hora e meia de listening e speaking e logo mais 2 horas de grammar, todos os meus professores são ingleses, o que mais gostei foi o Thomas que se formou em Oxford, tem mestrado pela Universidade de Londres e doutorado na Universidade de Cambridge. Além de falar inglês todos os dias, ainda tenho o Simon para me corrigir e ajudar, ou seja, maravilha.

É incrível como poucas horas de inglês por dia, melhoram e muito a minha pronúncia e desenvoltura com a língua, estou satisfeita apesar da escola não ser muito boa. Pelo menos tive a felicidade de conhecer pessoas magníficas, como a Johanna, a Keumjim Choi e Anne Pons, (I miss you guys), além das meninas brasileiras, Lu e a Débora, sem contar algumas outras pessoas. Aproveitei muito as aulas de alguns professores, que realmente tinham o dom de ensinar, alguns outros tinham o dom de enrolar e enganar, ao fim e ao cabo, tive uma ótima experiência, mas se pudesse mudaria de escola e escolheria alguma no interior do país.

Fotos dos amigos e professores, saudade dessa galera.

Post atualizado em junho de 2011.

Quando não Se é + um Turista em Londres..





Eu já havia comentado sobre isso com a minha irmã e com o namorado e é até engraçado. Isso acontece comigo pelo menos 1 vez por semana. Eu moro bem próximo ao Big Ben e a London Eye, ou seja, os lugares mais lotados de Londres, ainda mais naquele perímetro do Parlamento e da Westminster Abbey. Eu vou pra escola de metrô, e às vezes de ônibus, nesse caso a  minha estação é a Westminster Station, assim que chego nessa estação é que começa a saga de não ser um turista em Londres.
Parece que todos são turistas ao seu redor menos você, todos te atrapalham ou são inconvenientes. Desviar de malas e jovens eufóricos que insistem em parar no meio da sua rota, grupos e mais grupos de turistas, do mundo inteiro. Esperar por um lugar no metrô, sem falar na constante falação de quantas compras ou lugares se conheceu naquele dia, a maioria dos turistas não tem papas na língua dentro do transporte público, e os brasileiros se gabam de quanto gastaram e quantas coisas compraram, eles pensam que ningúem naquele vagão pode falar a língua de Camões. E é até interessante, às vezes eu me sinto como uma antropológa, digo ao meu namorado que eu sou obrigada a escutar a fofoca alheia de muita gente, pois sem querer me gabar eu consigo entender até 5 línguas.


Na maioria das vezes eu não ligo, mas quando eu estou atrasada para a escola ou o trabalho, eu fico muito impaciente com a tonelada de turistas nos pontos turísticos e dentro do metrô, eu sei que eu já fui uma turista por aqui, mas eu acho que sou uma turista consciente, sempre fico na minha e tento não atrapalhar ninguém. Os ingleses são mais impacientes, já presenciei cada situação de xingamentos a brigas feias no metrô.
Um dos exemplos que testam a minha paciência por aqui é esperar para atravessar o sinal do Big Ben para o Parlamento ou a Abadia é simplesmente impossível, eu perco de 3 a 5 minutos e vejo meu ônibus passando. Quando você tem uma rotina, você já não se sente como um turista a mais, mas sim como um morador, já sabe os horários dos ônibus, trens a que horas os pub’s fecham entre outras coisas, a cidade vai se incorporando a você e você já nem se lembra mais como era na primeira semana.

Abbey Road!



Abbey Road Studios é o nome de um estúdio em Londres, localizado na Abbey Road fundado em novembro de 1931 pela EMI, é o estúdio mais famoso do mundo por ter sido utilizado pelos The Beatles para a gravação ao vivo da canção “All You Need Is Love”. Neste estúdio foram gravados discos famosos de bandas conceituadas, como os próprios The Beatles, Pink Floyd e Duran Duran. Sua fama mundial se firmou com a capa do disco dos Beatles, Abbey Road, que mostra os quatro integrantes do grupo atravessando a propriamente dita rua, na faixa de pedestre, em frente ao estúdio. Em 2010 a faixa de pedestres dos estúdios Abbey Road virou patrimônio inglês.














Ali também é gravado o programa Abbey Road Live pelo canal BBC. Essa rua particularmente é muita disputada entre os fanáticos dos Beatles, além do corre-corre para escrever no mural em frente a gravadora, ainda tem a faixa de pedestre que a cada cinco 5 segundos é ponto de parada para os fãs malucos, os que não gostam muito são os motoristas apressados prontos para sair da Abbey Road.
Em 2010 teve uma comemoração bastante fanática com mais de mil pessoas visitando a famosa faixa de pedestres.
Para ir da Oxford Street até a Abbey Road tome os ônibus 139 saindo de Waterloo e o 189 que vai até Brent Cross. Se for de metrô é só parar na estação St John’s Wood.




Os Beatles já foi uma das minhas bandas preferidas, visitar a faixa junto com a minha irmã foi um momento marcante, agora só falta a visita à cidade de Liverpool, berço da banda mais famosa de todos os tempos. 

Caso você queira se ver passeando pela rua ou andando pela faixa é só acessar o link ao vivo da Abbey Road na internet www.abbeyroad.com/visit, é até engraçado se ver por lá! 
É proibido passar do portão, mas felizmente é possível escrever em toda a lateral do muro até o final da rua.





O mais difícil é tentar tirar a foto na faixa de pedestres, se caso você vá com alguém aí fica um pouco mais fácil! Até na faixa tem fila de espera, brincadeiras à parte é um passeio que realmente vale a pena, mesmo não sendo grande fã dos Beatles!

Algumas fotos tiradas na Abbey Road, Estúdio, Mural, Na famosa Faixa de Pedestres, o condomínio ao lado e a placa dos ônibus do transporte de ônibus.

Transporte em Londres, do busão ao metrô

Uma das coisas que mais me espanta e vejo a nítida diferença entre o Reino Unido e o Brasil, é sem dúvida o transporte público. Acho que nem todo mundo sabe a diferença entre a Inglaterra, Grã-Bretanha e Reino Unido, pois é, o transporte público daqui é incrível e abrange todas essas denominações, desde a pontinha do país perto da França, até o final lá na Escócia.

A Inglaterra é uma ilha como se bem sabe, a Grã-Bretanha compreende os países da Inglaterra, Escócia e País de Gales, já o Reino Unido abrange a Grã-Bretanha e a Irlanda do Norte que fica na Ilha da Irlanda (Eire), e mais algumas ilhotas como a de Guerney, Jersey entre outras. Quem me conhece sabe que sei muito sobre geografia, desde os tempos de ensino médio.

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O mais incrível nisso tudo é que o sistema funciona, e muito. O horário é impecável, se o trem está marcado para sair às 14:02, ele irá sair neste horário, e se sair atrasado será por alguns segundos e minutos, acompanhado é claro da desculpa desesperadora do condutor. Acho que é por isso os ingleses preferem os trens  a outros meios como os ônibus e o avião para viajar pelo país, além é claro de ser uma maneira mais eficiente, mas não tão econômica. Por exemplo, uma viagem em horário de rush pode sair entre 20£ a 40£, saindo de Paddington a Oxford, por exemplo, e com desconto ela pode sair até 15£, se comprar com antecedência, ticket return, e voltar no mesmo dia ainda sairá bem mais barato, pois é possível colocar a volta até com um mês de antecedência.

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Mapa ferroviário do Reino Unido

estações de trem em qualquer parte do país, inclusive em povoados e vilarejos, os trens são modernos e confortáveis e o serviço é realmente bom.

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A malha ferroviária é extensa, e indubitavelmente o que realmente está a favor é o tempo que se gasta, no meu caso, por exemplo, de trem eu levo em média de 2 a 3 horas, saindo de Paddington até Worcester que fica no centro do país; se eu tomasse um ônibus, seriam mais ou menos 5 horas de viagem, por isso pra mim o cartão caiu como uma luva. Sem contar é claro o caminho que se leva até lá que é realmente lindo. Esse trajeto passa por Slough, Reading, Oxford e outras cidadezinhas do Midlands.

Fique de olho nas promoções o site da National Rail UK.

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Além é claro do trem, temos o famoso ônibus de dois andares, mas turístico impossível, que é outro transporte bem eficiente aqui na Inglaterra, apesar que não tenho muita paciência, pois fui acostumada com os ônibus piloto de fórmula 1 do Brasil. Aqui eles são muito tartarugas e demoro praticamente o dobro no mesmo trajeto em que uso o tube. Ao contrário do metrô, andar de ônibus em Londres é uma verdadeira aventura, sem contar que eles identificam todos os pontos com uma atualização sonora. Ao fim e ao cabo, os ônibus têm seus pontos negativos e positivos. Apesar de não gostar de usar muito pra ir trabalhar ou pra ir à escola, todo o sábado ou domingo eu escolho uma linha de ônibus e me aventuro pela cidade.

Eu acho cômico quando alguém, principalmente turistas tentam entrar no ônibus de qualquer maneira sem este estar no ponto, pois meu amigo, aqui não tem disso não, eles não param nem com reza fora do ponto de ônibus, e pra abrir a porta quando o engarrafamento está impossível é outra odisseia, o motorista até te ensina como abrir, mas eles não abrem mesmo. Eles ignoram, fingem que não te escutam, já presenciei muitas cenas engraçadas.
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Cada ponto é numerado e tem uma letra, então procure o ônibus pelas letras e olhe em uma tabela que fica ao lado, sem contar que na própria tabela você verá todo o trajeto do ônibus. Outra coisa genial, é a tabela eletrônica, quem dera se isso funcionasse no Brasil, e funciona na maioria das cidades inglesas, além de atualizar a situação do seu ônibus, tem a contagem regressiva de todos os ônibus que estão rodando no momento. Londres é bem servida de ônibus, inclusive dos noturnos, que tem a letra N à frente do número, que roda é claro na madrugada, mas também você encontrará os ônibus 24 horas.
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Lembre-se sempre de comprar a passagem antes de entrar no ônibus, pois muitos motoristas não aceitam, e o engraçado é que eles até te esperam, caso tenha alguma máquina ao lado do ponto, é claro com olhares fulminantes de alguns dos passageiros. Ou então ande sempre com seu Oyster à mão. Uma coisa é certa, eu realmente adoro andar de ônibus na Inglaterra, e a minha dica de quando eu vejo que estou perdida, é parar em algum ponto que tenha o metrô, desço tomo o metrô e já está tudo resolvido.
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As fotos que ilustram esse post tirei entre os meses de outubro e janeiro em Londres e outras cidades, utilizei tanto o serviço de ônibus, como de metrô e trens. Atualizado em junho de 2011.

Estação de Marylebone (uma das mais bonitinhas), St. Pancras Station, Stratford e Birmingham Stations, Trem indo a Cambridge, Liverpool Street Station, Ponto de ônibus em Liverpool Street, Pontos de ônibus com suas respectivas letras acima, ônibus turístico linha 15, Algumas estações de metrô, Parsons Green, Regent’s Park, White City (próxima à BBC), Westminster Station (próxima ao Big Ben), Bond Street e Oxford Circus na Oxford Street e Estação Charing Cross.

Pra quem não leu os outros tópicos, olha aqui sobre estações de trem/metrô ao redor do mundo!

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