Eu já tenho a minha cópia devidamente autografada e também já fiz o meu test drive, apareci até no vídeo da entrevista do The Noite!
O blog: http://rrtvblog.wordpress.com/
Já no segundo dia, acordei cedo e fui ver minha grande amiga Olívia, ela agora mora em King’s Cross, o apartamento é lindo e a vista é bem bacana! Fiquei muito feliz de vê-la e passar um tempo conversando! Saindo de lá, fui até Stratford, iria de ônibus, mas acabou que fui de trem mesmo, Stratford fica na Zona 3 chegando lá, já da pra ver o Parque Olímpico e o gigantesco Westfield Stratford, já tinha ido no Westfield de Shepherd’s Bush, mas esse outro é sem comentários! Acreditem, esse shopping é um dos maiores que já vi, não conheço nenhum no Brasil com essa estrutura. É muito fácil chegar até lá, o difícil é fazer compras em um lugar tão cheio, dá muita preguiça, vá em um dia da semana, no sábado é intransitável! Não quero nem imaginar como ficava aquilo lá nas Olímpiadas! Depois que terminei a minha busca no shopping, peguei um ônibus no Terminal de Stratford e fui até a região de Liverpool Street, antes passando é claro pela Bricklane e o Spitafields Market, terminei o meu passeio já à tarde lá no Borough Market e vi o The Shard completo pela primeira vez! Que prédio lindo, é um dos mais fotogênicos de Londres!
Eu me lembrava bastante de como aquela região da London Bridge era cheia, mas não imaginava que estaria tanto, são hordas e mais hordas de turistas, não é possível ver um espaço em branco em meio à multidão, indico bastante conhecer esses pontos turísticos no meio da semana, a sua paciência vai agradecer!

De lá, peguei o 133 até a Liverpool Street e de lá o 23 de volta a Paddington.
Meu roteiro de final de semana estava terminando, sendo assim, esperei mais um pouco no Pub The Pride of Paddington e peguei meu trem de volta, em duas horas estava de volta à minha casa e com o silêncio que já me é costumeiro por aqui!
Já no segundo dia, irei até Stratford, no shopping e no Parque Olímpico e da lá até Shoreditch, Bricklane, Spitafields Market e terminar na Liverpool Street e Bank! Vou deixar South Kensington, Fulham e Chelsea pra outra vez, assim como Victoria, Pimlico e a região da Tower Bridge e The Shard que quero muito ir!
No próximo post falo mais do Pub/Hostel em que fiquei hospedada em Paddington!
Começamos a nossa viagem no dia 18 de dezembro de 2012, saímos de Brasília rumo a São Paulo, esperamos umas 5 horas no Aeroporto Internacional de Guarulhos, e logo embarcaríamos para o primeiro ponto da viagem, o Aeroporto de Heathrow na Inglaterra, este também foi o último. Falei tudo nesse post aqui , e aí mostra como demorei pra relatar esse mochilão, a imigração foi tranquila e assim que embarcarmos um oficial olhou nossos passaportes. O Aeroporto de Londres Heathrow, o LHR, está localizado a oeste da cidade de Londres é o terceiro mais movimentado do mundo, só perde pro de Atlanta e o de Pequim em tráfego de passageiros. São 5 terminais, todos eles gigantes! O último a ser inaugurado foi o 5, que é exclusivo de British Airways e como os outros terminais também possui uma estação de metrô e trem.



Este local era conhecido como o grande aeródromo do oeste, usado principalmente para concentrações e testes de aviões, foi então que o nome mudou para “Heath Row”, que foi depois demolido para fazer um novo aeroporto onde está hoje localizado o Terminal 3. Nessa altura não tinha tráfego comercial e o principal aeroporto de Londres era o Croydon Airport.
A localização do aeroporto a oeste de Londres foi uma má escolha, pois ventos fortes fazem com que os aviões voem por cima da cidade durante mais de metade do ano. Posso dizer que para os passageiros é ótimo, pois é possível ver os principais pontos turísticos se você estiver na janelinha. Outros grandes aeroportos europeus como os de Amsterdã, Paris e Frankfurt estão situados a norte ou a sul das cidades para evitar que os aviões sobrevoem por cima das cidades.
Outro problema era que durante todo o ano sentiam-se grandes nevoeiros que dificultam as vistas. No ano de 1977 o metrô de Londres expandiu-se até ao aeroporto ligando este ao centro da cidade pela Linha Piccadilly, já no ano de 1998, o Heathrow Express foi inaugurado, fornecendo um serviço de trem de Heathrow a Estação de Paddington em Londres, com estações até o Terminal 4 e ao centro do aeroporto.
O Aeroporto de Heathrow possui vôos diretos para o Brasil, sendo um para o Aeroporto Internacional de São Paulo-Guarulhos e outro para o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro Tom Jobim/Galeão. Todos os vôos são operados por modernos Boeing 777 e pelos Boeing 767 da companhia aérea brasileira TAM Linhas Aéreas.
A British Airways também opera vôos para São Paulo, GRU e Rio de Janeiro, GIG, voltamos pela TAM com uma escala no Rio de Janeiro, tudo muito tranquilo!
No próximo post faço um resumão do nosso mochilão, até!
Saí da Inglaterra de Eurostar e voltei de Eurostar, mas não pela França e sim pela Bélgica. O terminal da vez foi a Estação de Brussels Midi, voltei sozinha, a minha irmã ainda passaria novamente pela França e logo voltaria para Londres. O local é bem mais simples que a Estação de Londres já que o terminal St. Pancras International é gigantesco. Com o destino final em Bruxelas, todos os trens do Eurostar vão desembarcar nessa estação Midi, o metrô é dentro da estação, então sem problemas! A viagem durou mais ou menos 1h e 50 minutos, o trem pára em algumas estações pela Bélgica, França e em Dover na Inglaterra, além disso o trem passa pelas cidades francesas de Calais e Lille, esta primeira um dos postos de imigração mais cheios pra quem quer entrar no Reino Unido de carro ou ônibus. Como em Londres, a imigração foi feita em Bruxelas, então é preciso mostrar toda aquela documentação básica pra entrar no Reino Unido novamente.





Comprei o billhete de ida com dois meses de antecedência, portanto paguei algo como 39£, mas esse da volta comprei em cima da hora pra voltar direto de Bruxelas pra Londres, portanto saiu um pouco mais caro, 76€, a viagem durou mais de 2 horas, mas assim que cheguei o horário diminuiu 1 hora.
Como tinha comprado o bilhete pela internet, antes do embarque já estava disponível pra buscá-lo na estação Midi nas máquinas self-services que ficam próxima a entrada do Eurostar. Aqui, bastante atenção, pois sem o cartão de crédito da compra é impossível pegar o bilhete!
É recomendável chegar 1 hora antes, às vezes o trem atrasa, mas é melhor esperar do que perdê-lo!
Até o banheiro já entrou no clima britânico!
O eurostar é um pouco diferente dos trens comuns na Inglaterra, é imprescindível fazer o check-in pelo menos 30 minutos antes, caso contrário, já era, é bem simples e é feito na hora de entrar na parte reservada ao Eurostar tanto na estação de St. Pancras, ou na Brussels Midi, ou na Gare du Nord em Paris. É necessário passar pela imigração também, o processo é mais ou menos igual ao dos aeroportos, portanto é preciso levar passagens que comprovem que vai deixar o país, reserva de hotel, enfim, tudo o que julgar obrigatório e que comprovem que não há intenção de permanecer no país de destino.
Como já disse passei pela imigração francesa no terminal St. Pancras, e pela imigração inglesa no terminal Brussels Midi!
O controle de segurança é mais simples do que o de aeroporto. Não há necessidade de se preocupar com o limite de 100ml de líquidos na bagagem, mas tanto nós como as bagagens, somos obrigados a passar pelo raio-x, depois de todo o procedimento, é só esperar na sala de espera do Eurostar, ali tem alguns bancos, cafés, caixas eletrônicos e lojinhas de souvenirs (inclusive comprei meu íma da Bélgica ali), além de ter wi-fi e várias tomadas espalhadas para usar o computador ou carregar o celular, alguns trens possuem tomadas próximas aos bancos, portanto bem tranquilo, caso o celular descarregue!
O acesso a plataforma é feito através de uma escada rolante, já na plataforma é só procurar o vagão pelo número eletrônico no próprio trem.
Como já falei antes, viajar de Eurostar é uma experiência bastante agradável e confortável, e pra quem já está acostumado a utilizar o trem na Inglaterra ou na Europa, não sentirá muitas dificuldades.
O trajeto é curto e a paisagem é sem dúvida um dos atrativos da viagem.
Site: http://www.eurostar.com/uk-en