Bruxelas, a capital da união europeia

O nosso mochilão europa está quase chegando ao fim, depois de mais de 1 ano de relatos, chegamos a Bruxelas, de lá eu ainda seguiria de volta pra Paris e depois Inglaterra pelo Eurostar, mas sobre estes dois últimos já falei por aqui! Agora morando na Inglaterra, fica bem mais fácil viajar por aqui e conhecer os lugares que ainda não conheço, próxima parada será Moscou em setembro! Eu já tive uma história bem próxima com a Bélgica, meu antigo namorado, antes do meu marido, é belga, então sempre tive muito carinho pelo país.

A cidade é a capital da União Europeia, possui 19 comunas, além de Flandres e a Comunidade Francesa. Os belgas, são sem dúvida, um dos povos mais cultos que já conheci, meu ex sabia fluentemente 7 línguas, inclusive o português, (se caso você esteja lendo isso aqui, olá e deixe de ser chato!) meu ex-aluno que morava em Brasília, também belga, falava 5, entre elas o neerlandês, holandês, francês e alemão, além é claro do português.

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várias fotos pela cidade.

Bruxelas cresceu de uma fortaleza no século X, fundada por um descendente de Carlos Magno, para uma metrópole de mais de um milhão de habitantes, desde o final da Segunda Guerra Mundial, Bruxelas é um importante centro de política internacional. A presença das principais instituições da União Europeia, bem como a sede da Organização do Tratado do Atlântico Norte, a OTAN, fez da cidade uma sede poliglota de muitas organizações internacionais, políticos, diplomatas e de funcionários públicos.

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o metrô de Bruxelas.

Embora historicamente seja uma região de falantes do neerlandês, Bruxelas tornou-se uma cidade com cada vez mais falantes da língua francesa ao longo dos séculos XIX e XX. Hoje a maioria dos habitantes são falantes nativos do francês, embora ambas as línguas tenham estatuto oficial. A imigração de franceses contribuiu para o afrancesamento de Bruxelas; ambos os valões e expatriados de outros países, principalmente da França, vieram para Bruxelas em grande número.

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prédios no Grand Place.

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Um dos prédios do governo belga.

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Catedral de Saint Michel e Saint Gudula.

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escadaria do hostel onde nos hospedamos.

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metrô de bruxelas.

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Atomium.. #bélgica #bruxelas #eurotrip #mochilão

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Atomium no inverno.

Dadas as suas origens de língua holandesa e do papel que desempenha Bruxelas como a capital de um país bilíngue, a administração da região de Bruxelas-capital inteira é, em teoria, totalmente bilíngue, incluindo suas subdivisões e serviços públicos. Nas últimas décadas, devido à migração e ao papel internacional da cidade, Bruxelas é o lar de um número crescente de falantes de língua estrangeira. Uma das coisas que me lembro bem que o meu ex falava era que o Parlamento belga era coisa de doido e ninguém se entendia.

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Os imigrantes falantes da língua francesa em Bruxelas são, principalmente, de dois países: França e Marrocos, tanto a imigração quanto o status de Bruxelas como a “capital da União Europeia” faz desta uma cidade cosmopolita. As comunidades de imigrantes falam muitas línguas, como o turco, árabe, berberes, espanhol, português, italiano, polaco, alemão e inglês. Isso é um dos motivos porque a cidade encontra-se na rota de imigração.

Bruxelas é conhecida por seu waffle, chocolate, batatas fritas e os seus inúmeros tipos de cervejas, a couve-de-bruxelas também é muito usado na gastronomia local e possivelmente se originou por lá, a culinária belga é conhecida entre os apreciadores como uma das melhores da Europa.

A cidade é tranquila, linda e vale muito a pena ser visitada, ficamos 3 dias por lá e foi mais do que suficiente, infelizmente pelo frio e a neve, não visitamos a cidade de Bruges, mas com certeza ficará para outra oportunidade!

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Anne Frank Museum em Amsterdã

Acabamos deixando  o Museu da Anne Frank pro final, foi um dos lugares que mais gostei de visitar na cidade. Já li o diário em várias versões, além dos filmes que contam a sua vida e como ela foi parar nos campos de concentração, sem dúvida é um exemplo para as gerações futuras.

Há muito tempo, vi uma versão da história de um filme de 1950 e a mais atual do filme de 2001. O museu é um dos passeios chaves de Amsterdã, a Casa da Anne Frank, ou Anne Frankhuis é um museu fundado em 3 de maio de 1960 em memória de Anne Frank. Ele está localizado no edifício onde ela e sua família e outras quatro pessoas judias permaneceram escondidas nos anos da ocupação nazista durante a Segunda Guerra Mundial.

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Em 3 de maio de 1957, um grupo de pessoas, incluindo Otto Frank, estabeleceram o Instituto Anne Frank com o propósito de salvar o edifício da demolição e torná-lo acessível ao público. Otto Frank insistiu que o propósito do instituto seria fortalecer o contato e a comunicação entre jovens de diferentes culturas, religiões e raças, em oposição à intolerância e à discriminação racial.

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Depois do diário de Anne Frank ter sido traduzido em outras línguas e ela tornou-se internacionalmente conhecida, seu antigo esconderijo começou a atrair muitos visitantes. No próprio museu é possível comprar o diário em suas várias versões. É proibido tirar fotos, essas daí tiramos na primeira visita em 2011, hoje em dia, é terminantemente proibido.

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A história que é bastante conhecida é sobre uma jovem judia de 13 anos que viveu escondida no sótão de um estabelecimento comercial juntamente com seus pais, Otto e Edith, e sua irmã Margot. Além deles, vivia, no mesmo local, uma outra família de origem judia, composta por Hans Van Daan, Petronella Van Daan, Peter Van Daan e Albert Dussell, que é um idoso dentista. A jovem documentou a sua vida num diário enquanto se escondia da Gestapo da Holanda.

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Casa da Anne Frank! #amsterda #holanda #mochilão #eurotrip

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Este refúgio foi arranjado por Kraler e Miep, os proprietários de diversas lojas. Durante dois anos, eles ficaram escondidos, vivendo sempre na apreensão de saber que podiam ser traídos ou descobertos a qualquer momento e mandados para um campo de concentração.

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Apesar disto, eles sonhavam com dias melhores, ao mesmo tempo em que Peter e Anne se apaixonaram. No filme mais atual, eles aprofundam mais a história e mostram até o final da vida das duas jovens.

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Amsterdã foi um dos lugares que mais me senti à vontade e espero voltar no futuro e quem sabe no verão, afinal é bem próximo aqui da Inglaterra. De lá pegamos um ônibus da Eurolines e fomos até a capital da Bélgica, Bruxelas, a viagem durou em torno de 4 horas e passamos por lindas cidadezinhas do interior tanto do lado holandês quanto do lado belga.

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Os Museus de Amsterdã!

Na nossa passagem por Amsterdã visitamos alguns dos famosos museus da cidade. Entre eles, o Rijksmuseum, o Museu Van Gogh, o Anne Frank Museum e mais alguns próximo à praça dos museus!

O Rijksmuseum é um museu nacional dedicado às artes e história, possui uma larga coleção de pinturas da idade de ouro neerlandesa e uma substancial coleção de arte asiática, o museu foi fundado em 1800 na cidade da Haia para exibir a coleção do primeiro-ministro, este foi inspirado no exemplo francês. Pelos neerlandeses ficou conhecida como a Galeria de Arte.

Em 1808 o museu mudou-se para Amsterdã pelas ordens do rei Louis Napoleón, irmão de Napoleão Bonaparte, pinturas como A Ronda Noturna de Rembrandt, tornaram-se parte da coleção.




Em 1885 o museu mudou-se para sua localização atual, construído pelo arquiteto neerlandês Pierre Cuypers, ele combinou elementos góticos e renascentistas. O museu tem um posição proeminente na Praça do Museu, próximo ao Museu van Gogh e ao Museu Stedelijk. 
A construção é ricamente decorada com referências da história da arte neerlandesa. 
A Ronda Noturna de Rembrandt tem seu próprio corredor no museu desde 1906, em 2003 o museu sofreu restaurações, mas as obras primas são constatemente presentes para o público.


A coleção de pinturas inclui trabalhos de artistas como Jacob van Ruysdael, Frans Hals, Johannes Vermeer e Rembrandt e de alunos de Rembrandt.

O Museu Van Gogh, como o próprio nome já diz, possui trabalhos do pintor neerlandês Vincent Van Gogh e seus contemporâneos. É sem dúvida um dos pontos turísticos mais visitados da capital holandesa, a visita ao Museu Van Gogh é uma experiência única, este contém a maior coleção de pinturas de Vincent Van Gogh no mundo. 
Ele oferece a oportunidade de acompanhar a evolução do artista, ou comparar suas pinturas às obras de outros artistas do século 19 na coleção.

O museu também oferece uma vasta oferta de exposições sobre vários assuntos do século 19 e história da arte. A coleção permanente do museu inclui mais de 200 pinturas de Van Gogh e muitos desenhos e letras. Outro museu que vale a pena ser visitado é o incrível Anne Frank Museum, mas sobre este farei um post especial!

São vários museus pela cidade, infelizmente visitamos poucos, mas ainda é possível ir ao Heineken Experience, o Madame Tussads, sem contar é claro a Museumplein, com sua vasta área e o famoso I Amsterdam!

Praças, ruas e o Red District Light!


Se perder nas ruas de Amsterdã é um programão, inclusive no inverno! São muitas pontes, praças, ruas e museus, por todos os lados, sem contar é claro o Bairro da Luz Vermelha, o tal do Red Light District! De Wallen é famoso por ser uma zona de prostituição legalizada, o bairro é constituído por um conjunto de ruelas estreitas agrupadas em torno da Igreja Velha, a Oude Kerk. No bairro, há boates, restaurantes, bares, cafés, cinemas eróticos, sex shops, bares de strip-tease, museu do sexo e a prostituição propriamente dita, que é praticada em vitrines vermelhas voltadas para a rua onde as prostitutas se exibem para os transeuntes. “Walletjes” é um termo neerlandês que significa “pequenos muros”. No século 13, a cidade de Amsterdã começou a se tornar um importante porto. Com o porto, veio o florescimento da prostituição no bairro. Ao longo dos séculos seguintes, a prostituição no bairro foi combatida pelas autoridades sem muito sucesso, até que, no século 17, ela foi finalmente legalizada. Este local choca, pois até mesmo à luz do dia, é possível ver as meretrizes trabalhando, nem pense em tirar fotos, elas ficam realmente bravas.



Para quem pensa que o Red Light District é apenas uma zona de prostituição, está muito enganado, é também uma zona residencial e comercial normal onde há de tudo, desde lojas de comércio, museus, as famosas coffee shops, onde é permitido o consumo de haxixe (as mais famosas são as Bulldog), um mercado e até uma igreja!


Além das ruas, os mercados também são outro ponto forte! O Nieuwmarkt, o mercado da RLD, fica no antiquíssimo De Waag, um edifício do séc XV onde se pesavam as coisas antes de existirem as balanças. Já foi desde restaurante a igreja, é o edifício não-religioso mais antigo da cidade e é considerado Monumento Nacional, trata-se da igreja mais antiga da cidade, a Oudekerk.
A Praça Dam, a principal e a mais antiga de Amsterdã possui um obelisco de mármore de 22 metros de altura feito em homenagem aos soldados mortos durante a 2ª Guerra Mundial. Interessante passear nas ruas da RLD e apreciar o movimento e a vivência desta zona da cidade onde, apesar da legalização do haxixe e da prostituição, sempre muito segura e confiável. Outra praça conhecida, é a Rembrandtplein, uma das principais praças que deve o seu nome ao famoso pintor holandês Rembrandt van Rijn, que morou nas redondezas entre 1639 e 1656.


Ali é um grande ponto de encontro tanto no verão quanto no inverno! No centro da praça podemos ver a estatua de Rembrandt e figuras em 3D alusivas à sua obra de maior sucesso, o The Night Watch. Ali próximo, o mercado das flores, o Bloemenmarkt possui suas lojinhas em barcos estacionados no canal e aqui vende-se todo o tipo de flores!


Por último, o Vondelpark é uma instituição na cidade cujo nome é uma homenagem ao escritor Joost van den Vondel, que viveu no século XVII. O design é obra do arquiteto Jan David Zocher. Foi criado em 1864 e, no ano seguinte, foi aberto ao público. Seu nome original era “Parque Novo”, mas uma estátua do escritor fez com que o povo passasse a chamá-lo pelo nome atual. Até 1953, pertencia a uma empresa, que o doou à cidade quando não mais podia custeá-lo. Entre os eventos anuais ali realizados, estão incluídos um campeonato de golfe e uma corrida. 


De acordo com decisão da prefeitura, a partir de setembro de 2008, os visitantes do Vondelpark poderão fazer sexo ao ar livre dentro dele, desde que sejam respeitadas algumas regras pré-estabelecidas. 

No entanto, a polícia não aceita muito bem essa idéia, imagina se a moda pega nos parques pelo mundo!

O Hostel de Amsterdã!

Flying Pig Uptown
Um dos piores hostéis da viagem, se não o pior! 
O local fica próximo ao Leidseplein, e ao quarteirão dos museus, Museumplein, o Van Gogh Museum, o Stedelijk Museum e o Rembrandt Museum, além do famoso parque Vondelpark! O Albergue Flying Pig Uptown é conhecido pela sua grande mistura da atmosfera vibrante e relaxante e a real sensação de festa em Amsterdã! 
Pontos positivos: Só isso! 


O lugar é bem bacana e animado, parece que você está vivendo uma festa 24 horas por dia, considerado um dos melhores da cidade, deixou muito a desejar. Pra começar é impossível se locomover nesse lugar, têm muitas escadas e se você fica no quarto andar, muita paciência viu! A escada da entrada é um perigo para os desavisados e desastrados em geral.
As escadas são pequenas, o prédio escuro, parece uma boate! Além disso, tomar um banho quente é completamente impossível. Por outro lado, a localização é excelente, próximo dos principais pontos turísticos da cidade, mas mesmo assim acredito que o preço cobrado não justifica o serviço oferecido.

O Hostel: O hostel é muito sujo e cheira mal devido ao fumódromo.

Os banheiros são imundos com chão grudento, carpete encardido e os chuveiros são um pesadelo, a água ou é fervente, ou é gelada.

Os boxes são claustrofóbicos e é impossível tomar banho sem encharcar todos os seus pertences. Não era possível abrir as janelas devido ao barulho que atrapalha a vizinhança. 

Os funcionários estão sempre bebendo e conversando ao invés de zelar pelo hostel, não recomendo de maneira nenhuma a não ser que seu padrão de exigência seja quase nulo! 
As fotos enganam, e enganam muito, como é possível notar, os quartos são apertadíssimos.
O Café da Manhã: Fraquíssimo!


A localização e como chegar: O ponto forte do Flying Pig sem dúvida é a localização. A partir dele é prático e rápido ir a qualquer lugar de Amsterdã. O pior sem dúvida é a limpeza e o cheiro forte de cigarro. Proibitivo para os alérgicos.

Endereço: Vossiusstr 46-47, Amsterdam 1071 AJ, The Netherlands (Museumplein).

Para saber mais informações e reviews do hostel é só ir até o trip advisor: http://www.tripadvisor.com.br/Hotel_Review-g188590-d236050-Reviews-Flying_Pig_Uptown-Amsterdam_North_Holland_Province.html

Amsterdã!

O nome da cidade vem do nome do rio Amstel, o rio que corta a cidade, além disso a cidade é bastante conhecida pelo seu porto histórico, museus, a zona do Red Light District, os famosos coffee shops e os inúmeros canais! A cidade destaca-se pelo seu setor financeiro, sendo o quinto centro financeiro europeu. 
Com mão-de-obra qualificada no setor logístico, a cidade destaca-se por sua infra-estrutura que reúne um aeroporto internacional e um moderno porto marítimo. Na cidade encontram-se muitos museus de fama internacional, como o Rijksmuseum, o museu de arte moderna Stedelijk Museum, o Museu Casa de Rembrandt e Museu van Gogh que possui a maior coleção de pinturas de Van Gogh no mundo. A Casa da Anne Frank é um destino turístico muito popular, bem como o Hortus Botanicus Amsterdam, fundado no começo da década de 1960, um dos mais antigos jardins botânicos do mundo, com muitas antigas e raras espécies, entre as quais está a planta de café da qual saiu o ramo que serviu como base das plantações na América Central e América do Sul.





Na cidade encontra-se também a conhecida fábrica de cerveja Heineken, que também tem seu

museu Heineken Experience. 
O clube esportivo AFC Ajax tem como sede e estádio na cidade, chamado Amsterdam ArenA. 
Há ainda numerosos edifícios, igrejas, praças e pontes que merecem uma visita.

Uma data bem interessante para visitar a cidade é o Dia da Rainha ou Koninginnedag neste dia a cidade se transforma em um mercado e em uma verdadeira festa e as ruas ficam abarrotadas de gente vestida da cor da casa real, o laranja.





















O espírito liberal que Amsterdã herdou da Idade do Ouro justifica o fato de nela existirem alguns 
cafés, os chamados Coffee shops, onde é autorizado o consumo de drogas leves e de existir uma indústria do sexo legalizada. No “Red Light District” (ou Bairro da Luz Vermelha) as ruelas estão lotadas de sex shops, bares onde decorrem espetáculos eróticos, cinemas eróticos e até um museu do sexo. A prostituição nos Países Baixos é completamente legalizada nas zonas designadas para ela. O transporte público de Amsterdã consiste em: 5 linhas de metro, 16 linhas de trams ou bondes, 55 linhas de ônibus urbanos, várias linhas de ônibus regionais, vários ferries (também para ciclistas), 2 centrais de táxis, e o trem de alta velocidade “Thalys”.

A viagem a Amsterdã só começou, nos próximos posts mais sobre os pontos turísticos da cidade, além do infame hostel onde nos hospedamos!

O Aeroporto de Amsterdã, Schiphol!



Saindo de Berlim, aterrissamos em Amsterdã! O Aeroporto da cidade é um dos melhores sem dúvida, grande hub da Europa, de lá saem vôos para todos os destinos do mundo. O Aeroporto Internacional de Amsterdã Schiphol é o principal aeroporto dos Países Baixos e localiza-se ao sudoeste de Amsterdã. Em 2005 foi o 9º aeroporto mais movimentado do mundo e o 4º da Europa em termos de passageiros, recebendo 44,163,098 milhões de passageiros. Devido ao imenso tráfego, algumas companhias aéreas de baixo custo decidiram mudar de aeroporto e em vez de ficarem em Schiphol, foram para Roterdã, em 2005 eram operados vôos para 568 cidades em 145 países em todo o mundo.





Em 2007, o Aeroporto Internacional de Amsterdão Schiphol foi eleito o melhor aeroporto na Europa pela revista britânica Business Traveller, ele ainda é um dos principais aeroportos europeus, competindo em número de passageiros e tráfego de carga como os maiores aeroportos; Londres Heathrow, Barajas, Frankfurt e o aeroporto de Paris Charles de Gaulle. A sigla da IATA é a AMS!







O aeroporto internacional está localizado a 9 km (5.5 milhas) a sudoeste de Amsterdã, bem como o complexo situa-se perto da auto-estrada A4, que liga com Amsterdão, Roterdão e A Haia. Dali pegamos um transfer para o nosso hostel, foi mais caro que a passagem de avião! 

Assim como a maioria faz deveríamos ter usado o trem, mas a preguiça e o frio nos venceram. É possível usar o trem, há um específico direto à Estação Centraal, 15 minutos e o preço: 3,80€. 
Há trens diretos inclusive para as cidades de Utrecht, Amsterdam Centraal Station, Leiden, La Haya, Delft e Rotterdam, como também para Berlim, Hannover e Leipzig. 
Do aeroporto fomos direto ao nosso hostel, um dos piores da viagem, o Flying Pig Hostel, mas sobre este falarei depois!

O Aeroporto de Berlim, Flughafen Schönefeld!

Saímos de Berlim pela manhã, pegamos um transfer no nosso hostel e em 20 minutos chegamos ao Aeroporto de Berlim, o Flughafen Schönefeld no Terminal 2, o da Easyjet, companhia low-cost aqui da Europa! O vôo foi bem rápido, barato e tranquilo. Este aeroporto fica em Brandemburgo, era o antigo aeroporto da Alemanha Oriental. De lá saíam os vôos para os países socialistas na época da divisão da Alemanha. Dizem que até esse ano terminarão um novo aeroporto, o de Berlim Brandemburgo, que utilizará a pista atual do Schönefeld, após sua entrada em operação serão desativados o atual Schönefeld e o Tegel, este possui capacidade para 30 milhões de passageiros por ano e será o maior da Alemanha. A sigla da IATA é a SXF! 
O aeroporto de Schönefeld tem banco, serviço de câmbio, correios, caixas automáticos (ATM), telefones públicos e acesso à Internet Wi-Fi. Dispõe de salas de conferência e reuniões, áreas VIP, entre outros serviços. É também possível encontrar vários restaurantes, cafés e bares, a maioria estão localizados no Terminal A e um par deles nos terminais B e D.



O duty free é bastante grande e com várias opções. O achados e perdidos funciona das 08hs às 22hs, outros serviços importantes que o aeroporto oferece são sala de primeiros socorros e setor para fraldários de bebês, farmácia, agência de viagens, entre outras facilidades. No lobby principal há um serviço de informações turísticas e gerais. Como no vôo de Paris para Madri, fomos de easyjet e o serviço além de barato é impecável, uma das melhores nesse tipo de vôo, levamos as nossas mochilas no porão e como já tínhamos feito o check-in antecipado não pagamos pela mala, nesse quesito a easyjet é imbátivel comparada a Ryanair!






O aeroporto tem boa disponibilidade de estacionamento de curta e longa estadia, e estão localizados no lado oposto aos terminais B e D. Tarifas para curto prazo: 10€ a primeira hora, e depois 2,50€ a cada 15 minutos e 60€ a diária; para longo prazo: 2,50€ a primeira hora, 21€ a diária e 89€ a semana. 

Há espaços reservados para deficientes. Infelizmente não utilizamos o serviço de trens, mas dizem que é acessível e bastante barato, o Regional-Express (RE) é o meio mais rápido para chegar ao centro da cidade e parte a cada 30 minutos com várias paradas no centro de Berlim tais como: Ostbahnhof, Alexanderplatz (23 minutos), Friedrichstraße, Hauptbahnhof (29 minutos) e Zoologischer Garten (36 minutos).

Como já estávamos na Europa, não precisamos fazer nenhum tipo de imigração na Holanda, mas posso dizer que esse foi um dos aeroportos mais chatos e rigorosos com relação à checagem de bagagem e detector de metais, vi várias pessoas levando bronca, talvez seja o jeitinho alemão!
De lá paramos no próximo aeroporto da lista, o de Schipol, em Amsterdã!