E a viagem por Moscou chega ao fim

Até que enfim cheguei ao final do Mochilão Moscou. A viagem foi rápida, mas valeu muito a pena, acho que voltaria, mas somente no verão e se fosse com a minha irmã. Moscou foi um dos lugares mais exóticos que já visitei, tudo é muito diferente, começando, é claro, pelo idioma, o cirílico é intimidante e muito difícil. Isso te ajuda a aventurar-se e a sair da sua zona de conforto, afinal cada passeio é um desafio.

Começamos o roteiro pela Praça Vermelha e por lá ficamos o resto do dia, depois fomos almoçar em um restaurante italiano que fica no subsolo dos Jardins de Alexandre e é um restaurante bastante agradável. O preço era ótimo e o local é cheio de lojas, além de uma Dunkin’ Donuts e várias redes de fast food, no outro dia voltamos e fomos ao KFC. Ali também tinha um Mcdonald’s, mas como já disse em outro post, todos os restaurantes da rede foram fechados por falta de higiene, a coisa lá na Rússia é séria, hein!

Procurei vários hotéis e não gostei de nenhum, sem contar que os preços estavam pela hora da morte, como eu não conhecia bem a cidade, preferi ficar no centro próximo aos pontos turísticos. Os hotéis mais baratos ficam fora desse eixo, mas não quis me arriscar, achei um hotel simples, porém diferente, o Basilica Hotel. No final, acabou que o hotel era fraco e muito longe do centro, a única coisa boa é que ficava próximo a Kitai-Gorod. O roteiro foi o básico pra conhecer a cidade, não consegui conhecer tudo, mas pelo menos tive um gostinho, conheci o Kremlin, a Catedral de São Basílio, a Praça Vermelha, o Mausoléu de Lênin e alguns outros museus, entre eles o do Cosmonauta que foi o meu preferido.

As passagens saíram bem baratas pela Easyjet, o único problema foi o voo que saía de Gatwick, e eu moro em Birmingham, portanto gastei dinheiro com trem pra ir pra Londres, mas mesmo assim com o desconto que temos no Rail UK, valeu muito a pena. Gastamos 60£ nos dois tickets, ida e volta, eu não precisei de visto, mas o Simon sim, ele gastou algo como 125£ pra tirá-lo pelo correio, enviei todos os documentos via correio com alguns comprovantes e recebemos de volta em 2 dias.

Portanto, é bom olhar no site do Visit Russia, pra ver se o seu marido, ou namorado, é claro se não for brasileiro, precisa de visto. O procedimento é bem fácil, é só entrar na página acima, preencher o formulário de visto, colocar toda a info que eles pedem, inclusive do hotel, pois eles irão pedir uma carta convite, antes isso também era necessário pra brasileiros, agora é só chegar no aeroporto que eles carimbam a entrada.

Fiz tudo pelo Booking.com, além deste usei o tripadvisor pra saber mais sobre o hotel. Pelas minhas contas gastei algo como 382£ + 125£ do visto do Simon, mais gastos  e comida. Põe então na conta umas 500£ no total, tirando é claro o visto que eu não preciso. Como sempre pagamos meio a meio, gastamos em média uns 1,300R$, muito barato.

Consegui trocar rublos em Gatwick, e foi a melhor coisa que eu fiz, pois achei complicado achar casas de câmbio por lá, inclusive no aeroporto, a cotação não estava tão ruim, de resto, usei o cartão pra pagar o hotel e algumas outras coisinhas. Esqueça de usar cartão de crédito do Brasil, nem toquei no meu do BB, o IOF é implacável!

Os gastos da viagem:
Passagens: Malvern/Londres/Gatwick: 60£ – Londres/Moscou/Londres: 150£
Hospedagem: 135£ 4 dias/noites, Transporte local: 30£, Comida: 60£, Passeios: 60£
Gastos: 50£, Visto: 125£ – Total: 670£
*Nosso Roteiro

Até logo e nos vemos no próximo Mochilão, a colorida Havana.
Próxima viagem: Turquia e Grécia ou Dublin.
Próximos relatos: Cuba e Colômbia em novembro de 2014!

Museu do Cosmonauta em Moscou

Este foi o meu passeio preferido em Moscou, depois de conhecer o museu, o próximo na minha lista, é o museu da Nasa em Cabo Canaveral em Orlando ou o de Houston nos Estados Unidos. Ficamos mais de 3 horas por lá e fiquei muito mais apaixonada pelos cosmonautas russos, ali é possível ver de tudo, desde trajes espaciais, naves, fotos a relíquias antigas entre os seus mais de 85 mil itens.
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Na entrada do museu, é possível ver o belo monumento que simboliza a conquista do espaço pelos soviéticos e a memória dos desbravadores espaciais, entre eles o cosmonauta Yuri Gagarin e a cadela Laika. O museu está situado dentro de um enorme monumento dedicado aos exploradores do cosmo, o primeiro satélite do mundo foi enviado para o espaço pela União Soviética em 4 de outubro de 1957. Cinco anos após essa conquista, foi inaugurado um monumento-tributo à conquista espacial na (Prospekt Mira ou Avenida do mundo) chamado de Exploradores do Cosmos, em honra aqueles que tinham começado a era espacial.

Você verá esse enorme monumento logo na saída da estação de metrô VDNKh, ali da estação já da pra ver o monumento.

Um pouco sobre esse fantástico museu.

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A parte superior do monumento é um obelisco inclinado feito de materiais, como titânio, que se estende a uma altura de 99 metros, com um foguete de 11 metros apontando para o céu. A base do obelisco é adornada em granito decorado com relevos que mostram temas cósmicos e a evolução da exploração espacial soviética.

Em 1981, para comemorar o vigésimo aniversário do primeiro voo espacial tripulado, um museu da conquista do espaço foi inaugurado nas fundações desse mesmo monumento.

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Esse é um dos melhores museus temáticos do mundo, o monumento é uma verdadeira obra de arte e a oportunidade de ver os protótipos, réplicas, itens pessoais de cientistas e militares (com uma seção exclusiva sobre a vida de Yuri Gararin) e utensílios reais utilizados pelos cosmonautas em suas viagens espaciais é uma verdadeira aventura que permite a total imersão na era da corrida espacial.
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As exibições traçam a história da exploração espacial e sua evolução tecnológica, desde os  primeiros satélites interplanetários, passando pela viagem das primeiras cobaias (os cachorros Laika e Strelka) à primeira viagem do homem ao cosmos por (Yuri Gagarin).
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O museu funciona diariamente das 10h00 às 18h00, exceto segundas-feiras e a última sexta-feira de cada mês.
O valor do ingresso equivale a 100py (coroas russas) e caso queira tirar fotos pagam-se mais 100py!
A viagem acabou, mais ainda tem o post resumão do final do Mochilão Moscou!
No sábado fui a Londres e andei pra caramba com a Babi, logo, logo farei um post com as fotos que tirei por Bricklane, Southbank, e mais!

Quer saber como funciona o outro fantástico museu relacionado ao espaço nos Estados Unidos? Não deixe de acompanhar o passeio do Família Viagem pelo Kennedy Space Center na Flórida nos Estados Unidos.

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Museu do Cosmonauta em Moscou (Mochilão TV)

Meu passeio preferido em Moscou!

Na entrada do museu um belo monumento simbolizando a conquista do espaço pelos soviéticos e a memória dos desbravadores espaciais, entre eles o cosmonauta Yuri Gagarin e a cadela Laika. O Museu do Cosmonauta!

Não deixe de ler os outros posts sobre a Rússia, em especial o fantástico metrô moscovita e o museu do cosmonauta.

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O Teatro Bolshoi, a Biblioteca e o Museu Pushkin

Infelizmente em Moscou não fui a muitos museus, o que é uma pena, pois a cidade é um desses lugares com vários espalhados pela cidade. Entre eles, visitei o Teatro Bolshoi, a Biblioteca Nacional e o Museu Pushkin, o Teatro Bolshoi, Bol’shoy Teatr; ou Grande Teatro é um dos teatros históricos mais famosos de Moscou, que possui apresentações de balé e ópera. O Ballet Bolshoi e a Ópera Bolshoi estão entre as empresas mais antigas e de renome do mundo, o teatro é a casa da Academia de Ballet Bolshoi, a melhor escola de ballet do mundo.
O preço dos bilhetes para entrar no teatro Bolshoy chega a um preço bem convidativo de 100 rublos, no entanto a entrada é permitida somente com trajes de gala, como em qualquer teatro de ópera, se caso você não queira comprar o bilhete para o show, dá pra admirá-lo pelo lado de fora, pra chegar até lá va pelo metrô, as estações: (Ohotnii Ryad, ou fila de caça);  (Teatralnaya, ou do teatro) ou pela estação (Ploshad Revolutsii, ou Praça da Revolução).

 

Já o Museu Pushkin é exclusivamente dedicado à arte ocidental e é o maior museu de arte ocidental da Europa, possuindo uma das maiores coleções impressionistas e pós-impressionistas mundiais, os artigos impressionistas e pós-impressionistas foram relocados em um prédio anexo do outro lado da rua do museu. Ele é imenso, é praticamente impossível visitá-lo em um dia.
A Biblioteca do Estado Russo “Российская государственная библиотека” é a biblioteca nacional e fica bem próximo da Praça Vermelha, é a terceira maior do mundo e possui mais de 17 milhões de volumes, esse prédio é um dos mais bonitos da cidade e é impressionante. Ela foi inaugurada em 1862 e fica dentro de outro museu, o Rumyántsev, desde 1925 ela se chama Biblioteca Lênin da URSS conservando este nome até a caída do regime soviético em 1991, ocupa diversos edifícios dado o seu imenso tamanho e ao tamanho das coleções, entre elas, publicações (13 milhões), mapas (150 mil), partituras musicais e registros sonoros (350 mil).

 

 

 

 

Depois da transferência da capital russa para Moscou, em 1918, o governo soviético decidiu transferir milhares de obras do Museu Hermitage de São Petersburgo para a nova capital. Estas pinturas formam um núcleo de coleções do museu de Pushkin da arte ocidental, incluindo as obras mais famosas de Van Gogh, Gauguin, Picasso, Matisse e Dufrénoy.
Entre eles, o quadro de Van Gogh “La Vigne Rouge”, que aparentemente, foi a única pintura vendida durante a vida do artista, além do acervo de artes plásticas, o Museu Pushkin possui a maior coleção de ouro troiano do mundo. Pra chegar lá pegue o metrô Kropotkinskaya.
Não visitei muitos museus, pois foram poucos dias, mas pelo que pude conhecer, essa cidade é uma aula de história em movimento, tudo aconteceu por ali, e é gratificante ter a oportunidade de ver tudo. No último dia de viagem, ainda visitei um outro museu, que foi sem dúvida o meu preferido, e sobre este eu falo depois! Até!

Catedral de São Basílio e as Catedrais de Moscou

Sem dúvida, a foto mais batida de Moscou é a da Catedral de São Basílio, aquela que parece um castelo de conto de fadas, ela fica na Praça Vermelha, bem ao lado de uma das Torres do Kremlin! São tantas Catedrais que vi em Moscou que fiquei chocada, inclusive o hotel em que me hospedei era uma, infelizmente não consegui tirar fotos de todas, mas visitei algumas. Já no primeiro dia, visitei a Catedral mais famosa, ela foi erguida no século 16 por Ivan o Terrível para comemorar a vitória sobre os asiáticos que tentavam invadir Moscou, Ivan ordenou a construção de nada mais nada menos que sete catedrais na Praça Vermelha, e a de São Basílio é a mais conhecida é claro!

A Catedral de São Basílio é a mais famosa catedral de Moscou e um dos monumentos mais emblemáticos da cidade e do mundo. Segundo a lenda, Ivan, o Terrível; ordenou que os arquitetos fossem cegados para que eles nunca construíssem um edifício tão maravilhoso novamente. Ninguém sabe se é verdade, mas alguns anos depois da Catedral de São Basílio ser concluída, um dos arquitetos trabalhou na construção do Kremlin de Kazan e não conseguiu reproduzir a beleza arquitetônica da Catedral de São Basílio.

Na catedral as igrejas são conectadas entre si, formando um único conjunto, embora com características arquitetônicas e cores diferentes, o que pode ser facilmente constatado observando-se cada torre. Cada uma das igrejas foi projetada para homenagear diferentes eventos da campanha contra os bárbaros. Sendo assim, a parte principal possui uma nave central, composta por outras igrejas, formando um conjunto ao mesmo tempo independente e integrado. Ao todo, o conjunto tem nove torres. A torre noroeste, por exemplo, homenageia Santa Ustina e Cipriano, santos do dia em que a capital mongol Kazaan foi conquistada, enquanto a torre sudeste foi consagrada para homenagear Nicola Velikoretsky, cujo nome também está relacionado à conquista russa. Não há serviços religiosos regulares no local, pois seu status é mais de monumento nacional e histórico do que religioso. 
Embora seu nome oficial seja Catedral da Anunciação de Nossa Senhora,  esta é conhecida no mundo todo como Catedral de São Basílio, a qual, além do papel histórico, é personagem fixo em centenas de fotografias feitas diariamente pelos turistas na Praça Vermelha.
A Catedral de Cristo Salvador, ao lado, foi construída por ordem de Alexandre I, como agradecimento pela Rússia não ter sido invadida pelos bárbaros asiáticos. Consagrada em 1833, sua torre principal tem 103 metros de altura. Assim como outros templos religiosos da cidade, também este foi muito danificado pelos soviéticos, e vem recebendo uma cuidadosa restauração. A ponte de pedestres à sua frente fornece um ângulo ideal para belas fotos da cidade.

A Catedral da Assunção (Uspenski Sobor) é uma das maiores igrejas de Moscou e uma das mais antigas no Kremlin. A catedral foi construída com pedra branca. Foi utilizado para a coroação de príncipes e os funerais dos Patriarcas da Igreja Ortodoxa. A construção da catedral começou em 04 de agosto de 1326, e a catedral foi concluída e inaugurada em 04 de agosto de 1327, exatamente um ano após o seu início. 
A Catedral do Arcanjo (Arkhanguelsky Sobor) foi concluída entre 1505 e 1508, substituindo o original da igreja de madeira, construída em 1333, era o local de sepultamento dos czares e príncipes Grande da Rússia até o século 17, a catedral abriga 54 tumbas, foi usado também para comemorar as vitórias do exército russo e as coroações, casamentos e funerais dos czares russos.

O túmulo de Ivan, o Terrível está escondido atrás do altar, o de seu filho, Dmitry, está sob a copa de pedra a sua direita ao entrar na catedral. O último czar a ser enterrado nessa catedral após 1712 foi Pedro II, neto de Pedro, o Grande; 1715-1730, que morreu de varíola ao visitar Moscou. 
São tantas histórias que rondam as catedrais em Moscou, que é impossível relatá-las por aqui, se caso volte a Moscou, esse passeio será bem aprofundado, pois a arquitetura e a história das catedrais ortodoxas são únicas, é um tipo de arquitetura que só é possível ver na Rússia ou nos países que eram anexados a ela! Antes de terminar o meu Mochilão por Moscou ainda dá tempo de falar sobre o meu museu preferido, o Museu do Cosmonauta, e outros espalhados pela cidade.

Museu Frida Kahlo, la casa azul

A princípio pensei que o Museu Frida era sobre as obras da autora, mas ele é mais relacionado às roupas e aos objetos pessoais da grande artista mexicana. Mesmo assim, é um grande passeio que merece ser visto.

Não é permitida a entrada no museu com mochilas ou sacolas, portanto é preciso deixá-las nos “lockers” que eles oferecem, lá também você irá encontrar um loja com preços não tão convidativos, mas com algumas coisas que valem a pena comprar. Gostei muito desse museu, e espero na próxima vez visitar o museu de Diego Rivera; a casa da Frida também é chamada de Casa Azul, uma das cores preferidas da artista que tinha até o seu azul próprio nas telas.
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O museu fica na rua Londres 247 ali mesmo em Coyoacán, um dos bairros mais tradicionais. O museu também conhecido como La Casa Azul é um dos lugares mais representativos e culturais da região, a família Kahlo tem esse local desde 1904 e somente em 1958 que a casa virou o famoso museu. Nos quartos é possível ver as roupas, acessórios, os móveis, praticamente tudo da pintora. Algumas telas são realmente chocantes e nelas você vê o sofrimento da pintora.

É necessário pagar uma permissão especial para tirar fotos do interior da casa. Todas as camas que Frida usou, quando sofreu o acidente, estão por lá.
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Todos os cômodos são milimetricamente inspirados na pintora, é como viver a vida de Frida estando em sua casa. Antes de morrer, o próprio Diego Rivera pediu a Dolores Olmedo que quando ele e Frida morressem que ela transformasse a casa em um museu e assim foi feito.

Pra chegar até o museu desça na estação do metrô Coyoacán e caminhe em direção reta por pelo menos uma meia hora, ou então como já indiquei use o Turibus, que é o ônibus turístico da cidade, uma boa opção pra quem quer economizar. O valor da entrada é de 140$ (pesos mexicanos) e paga-se mais 70$(pesos mexicanos) pra tirar fotos no interior da casa.
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A nossa visita ao museu foi um dos últimos passeios que fizemos em Coyoacán e de lá voltamos para o nosso hotel e terminamos a noite em um dos bares mais legais da Colônia Condesa! Essa viagem foi sem dúvida uma das melhores e até hoje me pego recordando vários momentos.

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Estádios, Olímpico e Azteca e a Plaza de Toros

Nos últimos dias, fizemos um passeio que eu gostei bastante! Contratamos uma van que nos levou a vários pontos turísticos longe do centro. Visitamos os estádios, o Azteca, e o Olímpico, além da Plaza de Toros. Logo depois também fomos a Coyocán, ao mercado, a Xochimilco, local incrível onde estão as “trajineras”, as embarcações flutuantes e por último alguns museus e a Casa da Frida Kahlo! O estádio Olímpico Universitário pertence à UNAM, a Universidade Autónoma do México, passamos inclusive pela universidade e tive a oportunidade de ver a incrível biblioteca, sim a famosíssima biblioteca cheia de caracteres e motivos indígenas. Pra quem não tem ideia, esse estádio foi a sede dos Jogos Olímpicos de 1968, portanto, um marco histórico para o país. Já o estádio Azteca, esse todo mundo já ouviu falar, afinal o Brasil foi tricampeão mundial de futebol em 1970! Ele já foi considerado um dos maiores da América de cima, ali também já foram gravados vários filmes, shows e programas de TV!

Ele foi construído em 1962 justamente para abrigar a Copa de 70, foi o único estádio no mundo a abrigar duas finais de copas mundiais, a final de 70 e a copa de 86! O Maracanã não conta, pois foi totalmente reformado e entrou esse ano é claro!

Esse estádio é tão mítico que ele consagrou os dois maiores jogadores de futebol mundial, Pelé em 70 e Diego Maradona em 86, que sortudo os mexicanos, não! Atualmente, o América Futebol Clube é o dono do estádio, além de ser é claro a casa/sede da seleção mexicana de futebol.

Já falando sobre a Plaza de Toros, essa é a terceira que visito! Felizmente as da Espanha foram desativadas, mas essa do México ainda vive as trágicas touradas. Ali nasceu um dos grandes do cinema mexicano, o famoso el torero payaso, Cantinflas!

A Plaza de Toros de México fica na Ciudad de los Deportes, pertinho do estádio Azul, ela é conhecida internacionalmente como La Monumental. Assim como o estádio azteca, também é palco de shows e gravações para a TV, ali foi palco dos últimos shows de grande bandas mexicanas como Caifanes, El Tri e a argentina Soda Stereo, além das inglesas Muse e Coldplay! História é pouco!
Nos próximos posts mais de Coyocán e Xochimilco que são os lugares mais mexicanos da Cidade do México!