Os 100 melhores da Música Brasileira..


Os 100 melhores da Música Brasileira

Lista dos 100 melhores discos de Música Brasileira que segundo estudiosos, produtores e jornalistas são os mais notáveis. Eles votaram nos seus 20 discos de música brasileira prediletos, sem ordem de preferência. Desta votação saiu uma lista com 100 álbuns essenciais do cenário musical brasileiro.

Acabou Chorare – Novos Baianos (1972)
Tropicália ou Panis et Circensis – Vários (1968)
Construção – Chico Buarque (1971)
Chega de Saudade – João Gilberto (1959)
Secos e Molhados – Secos e Molhados (1973)
A Tábua de Esmeralda – Jorge Ben (1972)
Clube da Esquina – Milton Nascimento & Lô Borges (1972)
Cartola – Cartola (1976)
Os Mutantes – Os Mutantes (1968)
Transa – Caetano Veloso (1972)
Elis & Tom – Elis Regina e Antônio Carlos Jobim (1974)
Krig-Ha Bandolo – Raul Seixas (1973)
Da Lama ao Caos – Chico Science & Nação Zumbi (1994)
Sobrevivendo no Inferno – Racionais MC’s (1998)
Samba Esquema Novo – Jorge Ben (1963)
Fruto Proibido – Rita Lee (1975)
Racional Volume 1 – Tim Maia (1975)
Afrociberdelia – Chico Science & Nação Zumbi (1996)
Cabeça Dinossauro – Titãs (1986)
Fa-Tal – Gal a Todo Vapor – Gal Costa (1971)
Dois – Legião Urbana (1986)
A Divina Comédia ou Ando Meio Desligado – Os Mutantes (1970)
Coisas – Moacir Santos (1965)
Roberto Carlos em Ritmo de Aventura – Roberto Carlos (1967)
Tim Maia – Tim Maia (1970)
Expresso 2222 – Gilberto Gil (1972)
Nós vamos Invadir Sua Praia – Ultraje a Rigor (1985)
Roberto Carlos – Roberto Carlos (1971)
Os Afro-Sambas – Baden Powell, Quarteto em Cy e Vinícius de Moraes (1966)
A Dança da Solidão – Paulinho da Viola (1972)
Carlos, Erasmo – Erasmo Carlos (1970)
Pérola Negra – Luis Melodia (1973)
Caymmi e Seu Violão – Dorival Caymmi (1959)
Loki? – Arnaldo Baptista (1974)
Estudando o Samba – Tom Zé (1976)
Falso Brilhante – Elis Regina (1976)
Caetano Veloso – Caetano Veloso (1968)
Maria Fumaça – Banda Black Rio (1977)
Selvagem? – Os Paralamas do Sucesso (1986)
Legião Urbana – Legião Urbana (1985)
Meus Caros Amigos – Chico Buarque (1976)
O Bloco do Eu Sozinho – Los Hermanos (2001)
Refazenda – Gilberto Gil (1975)
Mutantes – Os Mutante (1969)
Raimundos – Raimundos (1994)
Chaos A.D. – Sepultura (1993)
João Gilberto – João Gilberto (1973)
As Aventuras da Blitz – Blitz (1982)
Racional Volume 2 – Tim Maia (1976)
Revolver – Walter Franco (1975)
Clara Crocodilo – Arrigo Barnabé (1980)
Cartola – Cartola (1974)
O Novo Aeon – Raul Seixas (1975)
Refavela – Gilberto Gil (1977)
Nervos de Aço – Paulinho da Viola (1973)
Amoroso – João Gilberto (1977)
Roots – Sepultura (1996)
Antônio Carlos Jobim – Tom Jobim (1963)
Canção do Amor Demais – Elizeth Cardoso (1958)
Gil e Jorge Ogum Xangô – Gilberto Gil e Jorge Ben (1975)
Força Bruta – Jorge Ben (1970)
MM – Marisa Monte (1989)
Milagre dos Peixes – Milton Nascimento (1973)
Show Opinião – Nara Leão, Zé Kéti e João do Vale (1965)
Nelson Cavaquinho – Nelson Cavaquinho (1973)
Cinema Transcendental – Caetano Veloso (1979)
África Brasil – Jorge Ben (1976)
Ventura – Los Hermanos (2003)
Samba Esquema Noise – Mundo Livre S/A (1994)
Getz/Gilberto Featuring Antônio Carlos Jobim – Stan Getz, João Gilberto e Tom Jobim (1963)
Noel Rosa e Aracy de Almeida – Aracy de Almeida (1950)
Jardim Elétrico – Os Mutantes (1971)
Angela Ro Ro – Angela Ro Ro (1979)
Õ Blésq Blom – Titãs (1989)
Tim Maia – Tim Maia (1971)
A Bad Donato – João Donato (1970)
Canções Praieiras – Dorival Caymmi (1954)
Gilberto Gil – Gilberto Gil (1968)
Álibi – Maria Bethânia (1978)
Gal Costa – Gal Costa (1969)
Psicoacústica – Ira! (1988)
O Inimitável – Roberto Carlos (1968)
Matita Perê – Tom Jobim (1973)
Qualquer Coisa/Jóia – Caetano Veloso (1975)
Jovem Guarda – Roberto Carlos (1965)
Beleléu, Leléu, Eu – Itamar Assumpção e Banda Isca de Polícia (1980)
Verde Anil Amarelo Cor de Rosa e Carvão – Marisa Monte (1994)
Nada Como Um Dia Após O Outro Dia – Racionais MC’s (2002)
Carnaval na Obra – Mundo Livre S/A (1998)
Quem é Quem – João Donato (1973)
Cantar – Gal Costa (1974)
Wave – Tom Jobim (1967)
Lado B, Lado A – O Rappa (1999)
Vivendo e Não Aprendendo – Ira! (1986)
Doces Bárbaros – Gil, Bethânia, Caetano e Gal (1976)
A Sétima Efervescência – Júpiter Maçã (1996)
Araçá Azul – Caetano Veloso (1972)
Elis – Elis Regina (1972)
Revolução por Minuto – RPM (1985)
Circense – Egberto Gismonti (1980)

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Marisa Monte “Barulhinho Bom” Discos


Marisa Monte
Barulhinho Bom: Uma Viagem Musical
EMI, 1996.

O álbum duplo “Barulhinho Bom” de 1996, que trazia regravações dos antigos sucessos entre outras canções inéditas e consagradas, resultado do show originado do álbum de estúdio anterior. Barulhinho Bom também provocou grande polêmica pela capa, um desenho do artista pornô-naif Carlos Zéfiro, censurada nos EUA. Este CD marcou uma aproximação maior com o mundo do samba carioca, com as diversas escolas e gerações.

Lista de Músicas

Disco 1 (Ao Vivo)
“Panis Et Circenses”
“De Noite Na Cama”
“Beija Eu”
“Give Me Love (Give Me Peace On Earth)”
“Ainda Lembro”
“A Menina Dança”
“Dança Da Solidão”
“Ao Meu Redor”
“Bem Leve”
“Segue O Seco”
“O Xote Das Meninas”

Disco 2 (Em Estúdio)
“Arrepio”
“Magamalabares”
“Chuva No Brejo”
“Cérebro Eletrônico”
“Tempos Modernos”
“Maraçá”
“Blanco”
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La Vela Puerca “De Bichos y Flores” Discos


La Vela Puerca
De Bichos y Flores
Universal Music, 2001.

La Vela Puerca é uma banda de rock uruguaia que mistura diversos ritmos, formada na cidade de Montevidéo. Nesse disco estão os clássicos da banda, “El Viejo”, “El Huracán”, “Burbujas” e “Por Dentro”. O La Vela é uma das minhas bandas preferidas, a primeira música e videoclipe que conheci foi o de “Madre Resistencia” do disco “Deskarado” que escutei na MTV Latino em 2001.

Lista de Músicas

1. Por La Ciudad 3:01
2. Por Dentro 2:36
3. El Viejo 3:07
4. El Huracán 3:51
5. Contradecir 4:08
6. El Profeta 3:11
7. Potosí 3:13
8. Mañana 2:27
9. El Ojo Moro 2:21
10. José Sabía 3:20
11. Rebuscado 2:50
12. Burbujas 4:01
13. De No Olvidar
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El Regreso de Soda Stereo “Me Verás Volver”

El Regreso de Soda Stereo “Rock Argentino”
Soda Stereo, ícone do rock argentino, anuncia retorno às atividades
Após dez anos Soda Stereo volta à ativa 19 de Junho de 2007


Após dez anos e muitas especulações os argentinos da banda Soda Stereo resolveram ceder aos apelos dos fãs a fazerem uma turnê de reunião. No dia 9 de junho de 2007, o Soda Stereo anunciou oficialmente a sua volta. A turnê se chamará “Me Verás Volver” e começa com duas apresentações no estádio do River Plate nos dias 19 e 20 de outubro deste ano. Em seguida a banda pretende passar por algumas das principais cidades latino americanas e também pelos Estados Unidos. Shows no Brasil ainda não foram sequer cogitados e para 2008, a princípio, eles pretendem voltar para suas respectivas carreiras solo.

Influenciados por bandas como The Police e Television, Gustavo Cerati (guitarra e voz), Zeta Bosio (baixo e voz) e Charly Alberti (bateria) formaram o Soda Stereo na cidade de Buenos Aires em 1982. Ao longo de 15 anos de carreira a banda lançou sete albuns de estúdio e três trabalhos ao vivo. Em 1997, devido a problemas internos, o trio decide encerrar às atividades. A canção “De Música Ligera” é o maior hit da carreira do Soda Stereo ganhando inclusive duas versões em português: “De Música Ligeira” gravada pelos Os Paralamas do Sucesso no disco “9 Luas”, de 1996 e “A Sua Maneira” gravada pelo Capital Inicial no disco “Rosas E Vinho Tinto”, de 2001.

La Historia de Soda Stereo(A História de Soda Stereo)
Soda Stereo nace a principios de 1982 con la unión de Gustavo Cerati, Zeta Bosio y Charly Alberti. Luego de un año de conformación realiza como trío su primer show profesional en una discoteca y comienza a recorrer el circuito underground de Buenos Aires haciéndose conocer, junto a otros personajes emergentes (Sumo, Los Twist, Melero, etc.) en lugares como Zero, Einstein y Stud Bar.
El 14 de Diciembre del ’84 presenta en el teatro Astros su primer álbum, “Soda Stereo”, producido por Federico Moura, líder de Virus. En Marzo del ’85 la banda participa en el Festival Chateau Rock ante 15 mil personas, siendo la revelación del mismo. En Octubre interviene en el Festival Rock & Pop, junto a INXS, Nina Hagen y John Mayall. La popularidad del grupo se propaga.

En Abril del ’86, 22 mil espectadores revientan las cuatro funciones que sirven para presentar su segundo disco, “Nada Personal” en el estadio de Obras Sanitarias de Buenos Aires. A fines del ’86 se concreta la primera gira latinoamericana, que abarca Colombia, Ecuador, Peru, Chile y Venezuela. En Febrero del año siguiente, Soda Stereo participa como invitado estelar del Festival de Viña del Mar donde se registran 120 casos de histeria colectiva-, y dos meses después bate récords de publico al debutar en Paraguay. Hacia fines del ’87 México le abre sus puertas: 36 mil personas asisten a los once conciertos que la banda realiza a lo largo y a lo ancho del país.

Ya en Junio del ’88, Soda graba “Doble Vida” en Nueva York con la producción artística de Carlos Alomar, guitarrista que trabajo con John Lennon, Paul McCartney, David Bowie y James Brown, entre otros. El mismo Alomar viaja a Buenos Aires para tocar en la presentación del disco, plasmada en un memorable concierto al aire libre ante 25 mil espectadores, el 3 de diciembre de ese año. Pocos días después, la banda pone un digno broche al festival “Tres Días por la Democracia”, el evento más multitudinario hasta entonces, en toda la historia del espectáculo en la Argentina, y sacude a las 150 mil personas que desbordan la Avenida 9 de Julio. En 1989, Soda supera el primer millón de placas vendidas y encara su quinta gira por el continente americano, periplo que culmina en Diciembre con dos exitosos shows en el mítico The Palace, de Los Angeles; la puerta a los Estados Unidos queda abierta.

En Enero del ’90 tras un largo año de ausencia de los escenarios argentinos, el grupo comparte con el dúo británico Tears for Fears un concierto en el estadio Velez Sarsfield. Su performance deslumbra a los 32 mil espectadores, a la crítica especializada y a los artistas extranjeros. A mediados del mismo año registran en Miami su sexto álbum, “Canción Animal”, y al poco tiempo se imponen en Puerto Rico. En Octubre, Soda Stereo emprende la gira nacional más espectacular que recuerde la historia del rock en Argentina, llevando durante dos meses a 30 ciudades del interior del país varias toneladas de equipos, dos escenarios móviles y una troupe de 70 personas a través de un recorrido de 14 mil kilómetros, con una recordada presentación ante 45.000 personas en el estadio Velez Sarsfield.

El ’91 los encuentra finalizando la “Gira Animal” con un histórico concierto en el cotizado balneario uruguayo de Punta del Este. A eso le continuó una gira a Venezuela, un desembarco promocional con “Canción Animal” en España y la preparación para una serie de conciertos en el teatro Gran Rex de Buenos Aires. Las entradas se agotan rápidamente, se agregan fechas y Soda Stereo marca otro hito en el rock latinoamericano logrando con 14 funciones a sala llena , el récord de shows en una sala de teatro. El 9 de Julio del mismo año se registra el concierto que luego formaría parte de su siguiente producción discográfica, “Rex Mix”. Continúan shows en Colombia, la producción de clips, shows en Venezuela y un regreso a Buenos Aires para cerrar el año de manera inolvidable en un escenario al aire libre y de acceso gratuito, ubicado en la intersección de las dos avenidas mas importantes de la ciudad. Soda Stereo sorprendió y se vió sorprendido por los 250.000 espectadores que se reunieron. La primera mitad de 1992 transcurre con shows en los estadios de las principales ciudades argentinas.

Es en Mayo del ’92 que vuelan a España donde realizan shows en Barcelona, Valencia, Sevilla y dos conciertos en Madrid. Los ensayos y conciertos realizados en esta gira definieron la dirección sonora que dominará en la siguiente etapa . A su regreso dan comienzo a las sesiones de preparación del disco “Dynamo”, que sería publicado en Septiembre de ese año y presentado con un ciclo de conciertos en el estadio Obras de Buenos Aires. Varios shows en Paraguay, Chile, Venezuela y una gira de 45 días en México los tienen ocupados hasta Abril de 1993. A partir de entonces los Soda Stereo, después de mas de 10 años en la ruta deciden tomar distancia.

Cada uno de ellos realiza tareas independientes; Gustavo Cerati graba “Amor Amarillo”, su primer disco solo; Zeta Bosio se dedica a la producción artística de nuevas bandas como “Aguirre” y “Peligrosos Gorriones”; y Charly Alberti forma, junto a Déborah de Corral, el grupo “Plum” con el que edita un disco.
Es a fines de 1994 que vuelven lentamente a juntarse para comenzar con lo que se convertiría en “Sueño Stereo”. El primer disco con la compañía BMG, fue lanzado el 29 de Junio de 1995, y a solo 15 días de su edición en Latinoamérica, se convirtió en disco platino; llevando al grupo a una gira por Venezuela, Colombia, Perú, Chile, Honduras, Panamá, Costa Rica, México y U.S.A. hasta Marzo de 1996.
Tras esa gira la banda decide separarse y en 1997 realizan una corta gira de despedida que terminaría el 20 de Septiembre con su último concierto en el Estadio River Plate de la ciudad de Buenos Aires.

Tirado do site:
http://sodastereo.com/historia/
Fotos do Show ao vivo no Estádio do River em Buenos Aires

Post feito ao som de Soda Discografia completa e show ao vivo no River.
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Anos Rebeldes “Trilha Sonora” Discos


Anos Rebeldes “Trilha sonora”

Baby – Gal Costa e Caetano Veloso
Sapore di Sale – Gino Paoli
Carta ao Tom – Toquinho e Vinícius
Can’t Take My Eyes of You – Frankie Valley & The Four Seasons
Mascarada – Emílio Santhiago
Alegria Alegria – Caetano Veloso
Going Out of My Head – Sérgio Mendes
Monday Monday – The Mamas & The Papas
There’s a Kind of Hush – Herman’s Hermits
Soy Loco por Ti America – Caetano Veloso
Discussão – Silvinha Telles
Call Me – Chris Montez
Senza Fine – Ornella Vanoni
Guatanamera – Edom e Felipe
The House of the Rising Sun – Edom e Felipe


Trilha Sonora incrível do Seriado Anos Rebeldes, a abertura com “Alegria, Alegria”, as italianas “Sapore di Sale”, “Senza Fine”, além de “Edoardo Vianello “Guarda Come Dondolo” que não está incluída no CD, mas a escutamos no seriado, as latinas “Guantanamera” e “Soy loco por Tí América” e as clássicas de bailes “Call Me” e “Can’t Take My Eyes of You”.

Sonoplastia: Adirson Sansão
Produção Musical: Edom de Oliveira e Felipe Reis
Direção Musical: Mariozinho Rocha
Coordenação Musical: Gilberto Braga
Tema de Abertura: Alegria, Alegria “Caetano Veloso”
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