Museu e Memorial do Holocausto em Budapeste!


O Holocaust Memorial Center foi um dos museus mais impressionantes que tive a oportunidade de conhecer, depois de ir ao Museu do Terror, fomos ao Memorial do Holocausto em Budapeste! Ele lembra as milhares de mortes dos judeus húngaros ou deportados que morreram nas mãos do nazistas, estatísticamente uma de cada dez vítimas do holocausto era de origem húngara! 
A exposição do museu é chamada de “Da privação dos direitos ao Genocídio” From Deprivation of Rights to Genocide! Ali é narrado a história do povo judeu na Hungria, uma história que começou antes da barbárie nazista quando em 1938 o estado começou a privar os judeus de certos direitos humanos fundamentais. Em 1944 quando o exército alemão invadiu a Hungria o governo começou a apropriação de todas as propriedades e enviaram os judeus aos guetos e campos de trabalho!


O museu é bastante completo com vários painéis, informativos, apresentações interativas, áudios, videos e é possível ter uma visão da história desde os inícios das perseguições até os assassinatos em Auschwitz-Birkenau e outros campos de extermínio. No final da visita vemos a linda Sinagoga restaurada graças as fotografias que foram conservadas desde o princípio do século XIX! 










A arquitetura é surpreendente e a decoração muito bonita. O complexo é vasto e inclui a Sinagoga, o Museu, O Muro de vidro onde estão os nomes de mais de 500,000 mil vítimas do Holocausto Húngaro!

O Museu está localizado na rua 39 Páva St 1094 Budapest, funciona de terça a domingo das 10hs às 18hs.
Preço: 1,400 forins! Pra chegar até lá o Metrô Ferenckörút M, línea M3. 

O Museu do Terror!

Em Budapeste fomos a dois museus bem importantes! Nós somos muito fãs de história, ainda mais em se tratando de Segunda Guerra Mundial ou casos de opressão. Isso nos ajuda a entender como funciona a doentia mente humana! Um dos museus mais chocantes sem dúvida, é o Museu do Terror ou Terror Háza, ali é possível ver o retrato das cruéis ditaduras ocorrida na Hungria! E o endereço não poderia ser mais significativo, ali ocorriam várias torturas e mortes na época do Regime Comunista Soviético e na era Nazi Facista! Era simplesmente a Sede do Partido Facista e a Sede da Polícia Soviética, bem irônico não?
A Hungria foi um dos países que mais se deram mal nessa época, mesmo caso da Polônia, em outro museu, o do Holocausto, é possível ver a destruição dos ROMA, etnia bastante comum na Hungria que foi totalmente dizimada! 



A aliança com a Alemanha matou milhares de húngaros e vários judeus foram enviados para os campos de concentração, a Hungria passou para o domínio soviético e este foi o período mais negro para eles com muitas prisões, mortes, medo, repressão e pânico! A história funcionava assim; Na Segunda Guerra Mundial, a Hungria aliou-se à Alemanha. 
Eles haviam perdido uma boa parte do território depois da primeira grande guerra e queriam recuperar o terreno perdido. 
Como consequência da aliança, durante quase toda a 2ª Guerra, o país pouco foi afetado, e seus cidadãos pouco sentiram o terror que estava acontecendo pela Europa. Contudo, nos últimos meses de guerra tudo mudou. 
Os aliados estavam recuperando terreno e a Alemanha estava perdida.

Neste ponto o Partido Nazista húngaro tomou o poder, com o intuito de deixar o país preparado para a recuperação da Alemanha e reaparecimento de Hitler. Em alguns meses 40% da população foi dizimada, a cidade destroçada e os judeus enviados para os campos de concentração. A população sofreu neste período tudo o que os outros países sofreram durante toda a guerra. Como se fosse pouco, após o fim da guerra o mundo foi dividido e a Hungria passou para o domínio soviético. Poucos meses depois o partido comunista tomou o poder e escolheu como endereço o mesmo prédio, na rua Andrássy, recomeçava assim o terror na Hungria!

É impossível não notar a magnitude do prédio e a grandeza daquele lugar, é realmente impressionante, as fotos, o altar dedicado aos mortos de guerra e como ali é importante para a cultura húngara! O museu tem 3 andares e você vai ver materiais exclusivos sobre todo esse período: vídeos, depoimentos, fotos das cidades totalmente destruídas, uniformes, documentos, salas intactas e as instalações. A violência era grande, os arquivos são geniais e são sem dúvida impressionantes! Um dos lugares mais presentes dali é o elevador, no começo tudo parece normal, só que, de repente, as luzes começam a piscar num clima de suspense e aparece um vídeo, um depoimento de um sobrevivente narrando como era a prisão e todos os preparativos para quem seria executado ali. O elevador começa a baixar bem lentamente até o porão, tudo é de vidro para conseguirmos ver todos os detalhes.

Chegando no subsolo você vai entrar na prisão usada durante os dois períodos, vai passar por várias celas e sentir a agonia de se viver lá, algumas têm o teto super rebaixado, algumas são pequenas como caixas, outras são cheias de água, nas paredes, fotos dos presos, muitos artistas que pareciam inofensivos e presos políticos. As salas de tortura, de pena de morte e as solitárias completam esse cenário sinistro. 
Na saída do museu você vai dar de cara com escultura que representa a Cortina de Ferro, expressão usada para designar a divisão da Europa em duas partes, a Europa Oriental e a Europa Ocidental durante a Guerra Fria. 

Esse lugar inesquecível para os húngaros fica na rua Andrássy utca 60, metrô linha 1 para Vörösmarty utca, e está aberto de terça a sexta das 10hs às 18hs, sábado e domingo das 10hs às 19h30!
O valor: 1,400 forins e mais 1,200 com o guia! 

Zagreb!

Então, ficamos quase 3 dias na cidade, obrigadas, pois o serviço de trem funcionava dia sim, dia não! É, também fiquei espantada! Estávamos com a nossa ida a Budapeste marcada e tivemos que mudar tudo por conta disso, ainda tentamos ir à rodoviária e comprar passagens de ônibus, mas quem disse que tinha! Nada! Eles só fazem viagens de ônibus entre a cidades croatas e algumas cidades da Europa, como Berlim, Praga e Romênia, longe pra caramba, algumas viagens duravam dias! Desistimos então e resolvemos ficar mais um dia, compramos no terminal ferroviário nossas passagens de trem pra Budapeste no horário da manhã, chegando por lá à noite!
No nossos primeiros dias em Zagreb o tempo estava ótimo, igual ao de Liubliana, muito bom pra caminhar e conhecer a cidade, já no nosso último dia a gente acordou com neve! E eu fiquei triste, eu acho neve muito bonita, mas eu detesto, passamos muito perregue com a neve no nosso pé, principalmente em Budapeste, Praga e na Alemanha! 
Já falei e repito, Europa agora só no verão ou primavera! 
Pois bem, compramos as passagens que saíram algo como 20€, realmente muito barato! 
E ainda estávamos com medo de ficarmos presas por lá, mas depois que chegamos ao terminal e vimos nosso trem saiu tudo bem, mas sobre isso eu conto depois!




Agora mais sobre a simpática cidade de Zagreb, capital da Croácia! 
A maioria dos viajantes nem passam por lá, vão direto pro litoral, a maioria no verão é claro! Mas como estávamos próximas a cidade, resolvemos conhecê-la logo! Eu gostei muito, mas não voltaria, parece uma Brasília da vida, bem paradona! Está localizada entre as margens do Rio Sava e o monte Medvednica, fica entre a Europa Central e o Mar Adriático, Zagreb concentra indústria, instituições científicas, órgãos administrativos nacionais e ministérios.

No ano de 1094 o Rei Húngaro Ladislau I “László I” fundou uma diocese no monte Kaptol.
Uma comunidade secular independente formou-se num monte vizinho, chamado Gradec. Ambas as localidades sofreram com a invasão mongol de 1242, quando os mongóis se retiraram, o Rei Béla IV proclamou Gradec uma cidade real autônoma, de modo a atrair artesãos estrangeiros.
Durante os séculos XIV e XV, as duas comunidades competiram econômica e politicamente. Finalmente, no século XVII, os dois montes medievais, Gradec e Kaptol, fundiram-se numa só comunidade, Zagreb. Hoje formam o centro cultural da cidade moderna. 
A diocese católica de Kaptol tornou-se a de Zagreb.

























Durante a época austro-húngara, a cidade era chamada pelo nome alemão, Agram. Seus habitantes chamam-se zagrebinos. Comprei várias tranqueiras da cidade, marcadores de texto, ímas de geladeira, alguns cartões postais e um globinho de neve! Era tudo muito turístico, portanto muito bonito!
Também aproveitamos e fomos a um restaurante típico bem ali no centro e provamos a cerveja local, essa amarela aí da foto, gostei muito e guardei uma pro Simon, em todos os lugares eu oferecia uma pro meu inglês favorito! 

Zagreb é um destino turístico e também um corredor para turistas da Europa Central e da Europa Ocidental em direção ao Adriático. 
Apesar dos muitos museus, galerias e monumentos, vários turistas não passam por Zagreb, indo diretamente para as praias do Mar Adriático e as cidades históricas de Dubrovnik, Šibenik, Zadar e outras. É um centro de tráfego importante, com conexões ferroviárias, rodoviárias e aéreas com as grandes cidades européias e os balneários croatas.

A parte histórica da cidade, com a Cidade Alta e Kaptol, é a principal atração, com edifícios históricos, igrejas, instituições, restaurantes e cafés. As ruas e praças ali podem ser alcançadas a pé, a partir da praça Ban Josip Jelacic, ou por meio de um funicular saindo da rua Tomiceva. 
A cidade está dividida em 17 distritos, ainda encontramos por lá a estátua de um importante poeta croata, além de várias outras espalhadas pela cidade, são muitas! 

O prédio amarelo é o Pavilhão de Arte de Zagreb e é um dos prédios mais imponentes da cidade, outro bastante peculiar e com motivos croatas é o prédio do Museu das Relações Partidas, gostei bastante da decoração dos prédios e lembra muito aqueles bem coloridos da Escandinávia! 
Nossa próxima parada será a nossa ida a Budapeste, outro dos meus lugares preferidos na viagem! 
Até lá!

Catedral de Zagreb!


Uma das catedrais mais bonitas que já visitei! Fica no bairro Kaptol bem próximo ao centro, essa é a Catedral da Assunção de Maria, São Estevão e São Ladislau da Hungria! 
A primeira igreja construída nesse local foi de origem do Rei Ladislau, por isso o nome, mas devido à invasão etrusca em 1242 foi totalmente incendiada! 
Já na segunda metade do século XIV conseguiram terminar sua devida construção pelas mãos do bispo Estevão III (Kanižaj), logo depois de ser incendiada novamente, foi reconstruída em estilo gótico! 
Sua história é realmente incrível e inspiradora! 



Infelizmente em 1880 Zagreb foi vítima de um terrível terremoto que provocou inúmeros estragos na Catedral, todas as partes reconstruídas foram destruídas. Em 1902 ela foi totalmente reconstruída e hoje podemos admirar uma das mais belas igrejas da Europa! 
No dia da nossa visita, estava ocorrendo uma passeata sobre os direitos dos homossexuais na frente da Igreja, imaginem o tumulto, sendo assim eles fecharam as portas e só foram reabertas na parte da tarde! 
Foi bem legal presenciar essa passeata, e nunca tinha visto tantos policiais gatos na minha vida!














Eu gostei muito de Zagreb, mas acho que não voltaria, quero voltar sim à Croácia, mas no verão ou primavera e visitar o litoral e a cidade de Zadar, da qual me falaram muito bem, felizmente só nevou no nosso último dia, sendo assim aproveitamos mais da cidade, assim que a neve se apossou do lugar ficou impraticável caminhar por ali, a cidade é pequena, fizemos todos os passeios a pé! 
Contarei mais de Zagreb no próximo post, deixo por aqui algumas das fotos que tiramos por lá! 
Até!

Liubliana, a cidade dos cadeados e dragões

Cidade dos dragões, do charmoso parque Tivoli, de muitos grafites e estações fantasmas, Liubliana no ano de 1144, era dominada por um terrível dragão que costumava atirar fogo para aterrorizar seus habitantes a partir de uma das torres do castelo, depois de muito tempo de solidão e destruição, o dragão apaixonou-se por uma doce fêmea e deles teria nascido o primeiro dragão artista do mundo, um menino que não fez as vontades do pai, na Eslovênia os contos de fadas se tornam cultura popular.
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A Eslovênia é um país parlamentarista, o primeiro a se tornar independente da antiga Iugoslávia há 22 anos, muitos a confundem com a Eslováquia, país da Europa Central, e com a Eslavônia, região do norte da Croácia, com o tamanho de Sergipe, possui 2.060.000 habitantes, o que a torna um dos países com menor densidade populacional da Europa.
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Com grande parte da superfície coberta de florestas e atravessada pelos Alpes Julianos, há uma grande preocupação com a preservação da natureza, considerada o país mais desenvolvido da área da Iugoslávia, pertence à Comunidade Europeia desde 2004, adotando inclusive o euro e tendo índices altos de desenvolvimento humano.  
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uma cidade bastante bucólica e bem receptiva.
 
Sua infraestrutura turística é ótima, e grande parte da população fala outros idiomas além do esloveno, língua eslava da família do croata, facilitando em muito a visita do turista. Ao contrário da vizinha Croácia e da Bósnia, a guerra da independência contra a Sérvia durou somente dez dias, trazendo pouco prejuízo, o que permitiu à Eslovênia experimentar um grande desenvolvimento desde esta época.
Os eslovenos são considerados um povo educado, confiável  e trabalhador, apesar de serem considerados gente boa, o pessoal que trabalha na área de serviços são de poucas palavras e chegam ser até rudes, quase levei uma surra de uma senhora por conta de uma sacola plástica. Sim, eu tive que pagar a sacola e ela ficou me xingando um monte, ainda saí na TV local sendo gravada por um cinegrafista, vergonha alheia. 
O ponto de encontro dos eslovenos no centro é a Praça Prešeren batizada em homenagem ao maior poeta esloveno, France Prešeren. Na praça ficam a Igreja Franciscana da Anunciação com sua chamativa fachada cor de rosa, e a Farmácia Central, um prédio em estilo neorrenascentista, ali próximo está a ponte Tripla que liga a praça à parte mais antiga da cidade atravessando o rio Ljubljanica.
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O Parque Tivoli é um dos lugares mais bonitos da capital eslovena.
Ao se passear pelas vielas de Liubliana, chamam a atenção os sapatos pendurados nos fios de luz, a brincadeira começou há alguns anos e hoje diversas ruas de pedestres do centro têm dezenas de tênis dependurados. Nessas andanças ainda deu para conhecer alguns marcos do centro antigo como a Catedral e o Mercado, situadas bem perto da Prefeitura, e a Praça do Congresso, já na parte mais nova do centro está o prédio da Universidade construído como um palácio no início do século passado. Ali perto, acho que em algum prédio do governo é possível ver várias estátuas de gente nu, muito interessante.
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 as estações e os trens da cidade são lotados de grafite.
Ficamos 2 dias em Liubliana, e espero no futuro viajar por essa região na primavera. Saímos de Liubliana pela tarde, até iria de ônibus de Liubliana a Zagreb, mas desanimei com a demora, melhor opção foi o trem, gastamos algo como 11€ (isso mesmo), muito barato e chegamos à noite em Zagreb, uma das cidades mais geladas da viagem, quase morri congelada esperando do lado de fora da estação. Mais isso eu conto depois no nosso post de chegada à capital da Croácia.

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Catedrais de Liubliana!


Um dos pontos turísticos mais conhecidos da cidade são as Catedrais Rosa e a Catedral de São Nicolau! Achei a Franciscana uma das mais bonitinhas sem dúvida, esta possui suas torres gêmeas e está no meio da praça principal, a Vodnik, próximo a Ponte Tripla também conhecida como Tromostovje. Já a de São Nicolau era uma antiga igreja românica de três naves. 
A sua primeira menção remonta ao século XIII. No incêndio do século XIV foi danificada e mais tarde reconstruída com um estilo gótico, no entanto posteriormente foi novamente danificada pela invasão do Império Otomano. É a principal igreja da cidade e também a maior catedral, foi construída entre 1700 e 1800. Portanto, são duas Igrejas principais, é também fiquei confusa!
Do Castelo é possível ver as duas Igrejas principais, a Franciscana e a de São Nicholas ou Stolnica! 
A Stolnica Svetega Nikolaja era uma Igreja gótica, mas como já dito antes no século 18 foi substituída por um outro edifício de estilo barroco. 

Isso se tornou um marco para a cidade, com sua gigante cúpula verde e as torres gêmeas situada bem no coração da Praça São Cirilo e São Metódio pertinho do Mercadinho Central.
A cidade antiga propriamente dita fica desse lado do rio, imprensada entre a praça e o morro do Castelo. Atravessando-se a Ponte Tripla chegamos ao seu marco principal, a Praça da Cidade. Na praça em estilo barroco se situa a Prefeitura, um prédio do século XV e a Fonte Robba, erguida em 1751, com três titãs que representam três rios que cortam a Eslovênia, incluindo-se o Ljubljanica.





















O Castelo de Liubliana, que foi reconstruído no século XVI após um terremoto, foi residência real nos séculos seguintes, se tornando depois uma prisão. Para chegar até lá tome um funicular perto da Ponte dos Dragões, mas existe um caminho até o alto para quem quer economizar ou se exercitar. A vista da cidade a partir da torre é uma boa pedida, às vezes é possível ver os Alpes, iguais aos cartões postais emoldurando a cidade ao longe em dias ensolarados.
Ainda deixo algumas fotos de outras Igrejas espalhadas pela capital. 

Vaticano!

Já falei um pouco sobre a Basílica de São Pedro, mas o Vaticano não é só esta, tudo o que está nos arredores da Basílica faz parte do Vaticano!
O Vaticano ou Cidade do Vaticano, oficialmente Estado da Cidade do Vaticano é a sede da Igreja Católica e uma cidade-Estado soberana sem costa marítima cujo território consiste de um enclave murado dentro da cidade de Roma, capital da Itália. 
A Cidade do Vaticano é uma cidade-Estado que existe desde 1929. É distinta da Santa Sé, que remonta ao Cristianismo primitivo e é a principal sé episcopal de 1,490 bilhão de católicos romanos (latinos e orientais) de todo o mundo. 
Ordenanças da Cidade do Vaticano são publicados em italiano, documentos oficiais da Santa Sé são emitidos principalmente em latim. As duas entidades ainda têm passaportes distintos: a Santa Sé, como não é um país, apenas trata de questões de passaportes diplomáticos e de serviço; o estado da Cidade do Vaticano cuida dos passaportes normais. 
Em ambos os casos, os passaportes emitidos são muito poucos.

A Cidade do Vaticano é um Estado eclesiástico ou teocrático-monárquico, governado pelo bispo de Roma, o Papa. A maior parte dos funcionários públicos são todos os clérigos católicos de diferentes origens raciais, étnicas e nacionais. É o território soberano da Santa Sé (Sancta Sedes) e o local de residência do Papa, referido como o Palácio Apostólico. Vaticano é uma das sete colinas de Roma. Era o local dos oráculos muito antes da Roma pré-cristã. 












O obelisco do Vaticano foi originalmente tomado por Calígula a partir de Heliópolis, Egito, para decorar a coluna de seu circo e é, portanto, o seu último vestígio visível.
Esta área tornou-se o local do martírio de muitos cristãos, depois do Grande incêndio de Roma, em 64 d.C. A tradição antiga afirma que foi nesse circo que São Pedro foi crucificado de cabeça para baixo.

A área do Vaticano é de 0,44 km², sendo o menor Estado do mundo com reconhecimento internacional. Está situado no meio da capital italiana, Roma. Por isso, não possui área costeira e é um enclave, sendo um Estado independente e soberano. Partilha 3,2 km de fronteira com a Itália, mais concretamente com Roma. A defesa do país é da responsabilidade da Itália, enquanto que a segurança do Papa fica a cargo da Guarda Suíça.

A cidade-estado exibe um impressionante grau de economia, nascida da necessidade extremamente limitada, devido ao seu território. Assim, o desenvolvimento urbano é otimizado para ocupar menos de 50% da área total, ao passo que o resto é reservado para espaço aberto, incluindo os Jardins do Vaticano. O território possui muitas estruturas que ajudam a fornecer autonomia ao Estado soberano, estes incluem: linhas ferroviárias, heliporto, correios, estação de rádio, quartéis militares, palácios e gabinetes governamentais, instituições de ensino superior, cultural e de arte, e algumas embaixadas.

No território do Vaticano existem vários edifícios de origem muito antiga. Contudo, existem propriedades que não estão na Cidade do Vaticano, mas que, em virtude do Tratado de Latrão assinado entre a Santa Sé e a Itália, estão sujeitas à extraterritorialidade com isenção de impostos e expropriação.











 

O Castelo de Santo Ângelo, também conhecido como Mausoléu de Adriano, localiza-se na margem direita do rio Tibre, diante da ponte Sant’Angelo, próximo do Vaticano, em Roma, Itália. O castelo é atualmente um museu.

Durante a época medieval esta foi a mais importante das fortalezas pertencentes aos Papas. Serviu também como prisão para muitos patriotas, na época dos movimentos de unificação da Itália ocorridos no século XIX.
De seu terraço superior, tem-se uma magnífica vista do rio Tibre, dos prédios da cidade e até mesmo do domo superior da Basílica de São Pedro.

De planta circular, o seu desenho renascentista influenciou a traça do Forte do Bugio em Portugal, e a do Forte de São Marcelo, no Brasil. A ponte Sant’Angelo, sobre o rio Tibre, é ornada por doze estátuas de anjos esculpidas por Gian Lorenzo Bernini.

Próximo post, mais sobre a nossa saída de Roma e nossa ida a Veneza! 

Basílica de São Pedro!

Depois de vários passeios por Roma, deixamos o Vaticano para um dos últimos dias, ficamos por ali o dia inteiro e foi um dos lugares que mais gostei na viagem. Pude conhecer as várias naves e entradas da Catedral, além de passear pelos arredores, na Praça São Pedro e ir ao Museu do Vaticano! 
O Vaticano ou Cidade do Vaticano é uma Cidade-Estado soberano localizado em Roma, capital da Itália! Possui uma população de mais de 800 habitantes e é considerado o menor país do mundo!
A Basílica de São Pedro é a principal sede da igreja católica e o maior edifício religioso do catolicismo na atualidade. É um dos locais mais visitados do mundo, está situado na Praça de São Pedro e alguns dos maiores artistas da história colaboraram na sua construção tais como Michelangelo, Rafael e Bernini!
Especificamente classificada pela UNESCO, catalogada e preservada como Património Mundial da Humanidade, a Basílica de São Pedro foi considerada o maior projeto arquitetônico da sua época e continua a ser um dos monumentos mais visitados e celebrados do mundo. Foi provado que sob o altar da Basílica está enterrado São Pedro, um dos doze apóstolos de Jesus e o primeiro Papa e, portanto, o primeiro na linha da sucessão papal. A basílica é um famoso local de peregrinação, pelas suas funções litúrgicas e associações históricas.



 
























Basílica de São Pedro é uma das quatro basílicas patriarcais de Roma, sendo as outras a Basílica de São João de Latrão, Santa Maria Maior e São Paulo Extramuros. Contrariamente à crença popular, São Pedro não é uma catedral, uma vez que não é a sede de um bispo. Essa foi a primeira Basílica que visitei na vida, a segunda foi a Basílica de Nossa Senhora de Guadalupe no México, que também possui sua grandiosidade, ainda quero conhecer a de Aparecida no Brasil, e a Basílica Ortodoxa que fica em Moscou!

A Basílica de São Pedro é uma igreja do estilo renascentista e fica a oeste do Rio Tibre, perto da colina Janículo e do Mausoléu de Adriano. É através da Praça de São Pedro que a basílica é abordada, onde se destacam duas estátuas de 5,55 metros de altura dos apóstolos do século I Pedro e Paulo. A sua cúpula domina o horizonte de Roma, elevando-se a uma altura de 136,57 metros.

A basílica contém um grande número de túmulos não só de papas como também de outras notáveis personalidades, muitos dos quais são considerados verdadeiras obras de arte reconhecidas mundialmente. Existem também uma série de esculturas em nichos e capelas, incluindo a Pietà de Miguel Ângelo (existe uma cópia na Catedral de Brasília). 
No entanto, a característica central é o baldaquino sobre o Altar Papal, projetado por Gian Lorenzo Bernini. Sem dúvida uma das obras mais incríveis e grandiosas que eu já vi, pode ser apreciada na primeira foto! Como já citei antes, sou fã de Catedrais e Igrejas, portanto, visita mais que válida no seu roteiro por Roma, mais sobre o Vaticano no próximo post!