O Metrô de Madri, um dos mais charmosos da Europa

Como já é bem conhecido por aqui e como já comentei sobre os diversos metrôs pelo mundo, agora é a hora do metrô madrilenho. Assim que saímos do Barajas utilizamos o serviço, e, sem dúvidas, é um dos mais limpos, organizados e pontuais da Europa. Aqui é outra realidade, não se compara em nada com o de Paris e é muito parecido ao de Santiago do Chile e ao da Cidade do México. Herança dos colonizadores.

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O metrô de Madri é um dos maiores do mundo, tanto em extensão quanto em número de estações.

São 281 espalhadas por 12 linhas, além de 3 linhas de VLT com mais 38 estações chamado de “Metro Ligero de Madrid”. É considerado o 8º maior metrô do mundo com 283 Km de extensão, perdendo para o de Xangai, Londres, NY, Pequim, Tóquio, Moscou e o de Seul! O metrô funciona todos os dias das 6h às 1h30, para mais informações consulte o serviço online do metrô de Madri. O valor do bilhete unitário é de 1,50€ a 2€, mas preferimos comprar o bilhete com 10 tíquetes, você pode optar também pela Tarjeta turística que permite o uso ilimitado do serviço de transportes da cidade de Madri.

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O metropolitano foi inaugurado em 17 de outubro de 1919 pelo Rei Afonso XIII. Uma das primeiras estações foram a Puerta del Sol e a Cuatro Caminos (uma similaridade nos metrôs de Madri e da Cidade do México é que eles possuem vários nomes idênticos). Como em Londres e na França, as estações também serviram como abrigo de bombardeios aéreos. Isso aconteceu durante a Guerra Civil Espanhola nos anos 30. A grande expansão começou nos anos 1970 e foi aumentando gradativamente entre as décadas de 1980 e 1990.

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Mapa do metrô de Madri

O sistema é ótimo, impecável e funciona das 06hs às 01h30 da manhã, com exceção de algumas poucas linhas. Não são permitidos animais, exceto cães guias e animais domésticos de pequeno porte. Deixo aqui algumas fotos que tirei pelo metrô e arredores nesses dias em Madri. O símbolo do metrô é um dos mais bonitos e, como em outras cidades da Europa, algumas estações foram fechadas e rola em torno delas uma lenda/mitologia, caso da estação abandonada Chamberí.

Não deixe de ler o post da Dayana Lole no Lolepocket, um post super completíssimo sobre o metrô madrilenho.

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Aeroporto de Madri, Barajas!


Chegando ao aeroporto fomos direto buscar nossas bagagens, foi tudo muito rápido e não tivemos nenhum tipo de estresse ou incômodo com a imigração espanhola. O metrô é rápido e bastante prático, me lembra muito o metrô da Cidade do México, mais bem mais limpo e moderno! Da nossa saída do Charles de Gaulle até o Barajas perdemos umas 5 horas (espera, check-in, embarque, atraso, desembarque e saída).


Depois de sair, seguimos as placas e achamos e metrô, o Aeroporto Barajas é bastante grande, possui várias lojas, além de cafés e restaurantes. Ali também é possível guardar as malas ou mochilas e trocar dinheiro em alguma casa de câmbio. O metrô madrilenho consegue ser ainda mais fácil e tranquilo que o de Londres e o de Paris. Pegamos o metrô na linha 8 (rosa/aeropuerto Barajas) trocamos até achar a Estação Nuevos Ministerios (6), trocamos mais duas vezes, uma na Cuatro Caminos (2) e por último na Antón Martin (1). De lá encontramos o nosso Hostel (Cat’s Hostel), localizado bem no centro na Cañizares, bastante fácil a localização, mas falarei sobre este em outro post. Demoramos algo como 40 minutos e gastamos 2,90€. 



 





A outra opção é pegar o ônibus 24 horas no aeroporto que leva direto ao centro de Madri! O Exprés Aeropuerto roda 24 horas todos os dias do ano, pára em três paradas no centro da cidade e inclusive nos terminais T1, T2 e T4. A última parada é na Estação de Trens Atocha-Renfe. O valor é 29€, bem por isso escolhemos o metrô pois tínhamos chegado na parte da manhã, agora se caso o seu vôo seja noturno esse ônibus é uma boa pedida! Bem mais barato que o táxi. Demora em torno de 40 minutos a 1 hora a chegada ao centro da cidade!
Próximo post falarei mais sobre o Hostel e logo após mais sobre os passeios e pontos turístios de Madri! Hasta pronto!


Fotos by @quartodeviagem , turomaquia e minube!

o aeroporto de Paris, Charles de Gaulle

Depois de passar a virada do ano em Paris, que diga-se de passagem foi mais sem graça que a de Londres, nem fogos de artificio tinha, enfim, voltamos ao hotel, descansamos um pouco e saímos de madrugada para pegar nosso voo para Madri, capital da Espanha e próxima parada no nosso roteiro de viagem 2012/13.

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Nesse finalzinho de 2012 e começo de 2013, passamos por vários pontos turísticos da capital francesa como a Torre Eiffel, O Museu do Louvre, falei um pouco sobre o hotel onde nos hospedamos, sobre como usar o transporte local (metrô e trem), além dos jardins, lojas e as ruas, o La Défense, Moulin Rouge e as incríveis Igrejas, deixo para o final a nossa saída de Paris.

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Saímos de avião pelo Charles de Gaulle, somos malucas. Não estávamos a fim de pagar uma fortuna com táxi, e não conseguimos contactar ninguém, afinal era virada do ano e ninguém estava disponível. E como era França e não Brasil minha gente, o sistema de transporte funcionava perfeitamente e a estação de trem abriria dali a algumas horas.

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Esperamos por um ônibus em frente ao hotel que ia direto para a estação Gare de L’est, o único problema era o horário, estávamos ali às 03 horas da manhã, esperando o ônibus. Depois de esperar mais ou menos uns 15 minutos, pegamos o ônibus que estava lotado, isso mesmo, lotado de gente bêbada e doidona, mas no final tudo saiu como planejado.

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Pagamos a passagem, e que nem era necessário, pois o serviço era gratuito na virada do ano. E ficamos lá, morrendo de medo com nossas mochilonas, depois de 20 minutos paramos em frente à estação, descemos e esperamos até o horário em que estaria aberta, umas 5 horas da manhã de acordo com o relógio e serviço do local, sentamos no chão e esperamos até abrir.
De lá tomamos um trem direto e trocamos para o metrô até o Terminal 2 do Charles de Gaulle. Chegando ao terminal procuramos o guichê da easyjet (companhia de vôos baratos pela Europa) e fizemos o check-in rumo à Madri. As passagens foram compradas 2 meses antes e gastamos 49€ Paris – Madri, uma pechincha. A saída estava marcada para às 08 da manhã, mas com o mau tempo o voo estava atrasado e só sairíamos às 09h30.
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O vôo foi bastante rápido e tranquilo e às 11 da manhã já estávamos pousando no Barajas, aeroporto da cidade de Madri, nem passamos pela imigração pois esta já tinha sido feita em Londres.
Muitos amigos e conhecidos já me disseram que esse é o pior aeroporto pra se fazer a imigração, ficam retidos muito tempo e fazem muitas perguntas sem noção, a minha dica é sempre entrar pelo Heathrow, o aeroporto da Inglaterra.
Próxima parada, aeroporto de Barajas e cidade de Madri! Hasta luego.

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Le Métropolitain de Paris, o metrô parisiense

Quem me conhece sabe que uma das minhas grandes paixões é andar de trem (ou metrô). Todos os lugares em que viajamos sempre tiro fotos de diferentes estações e metrôs pelo mundo. Já falei aqui sobre as estações de trem e metrô de Londres. E com frequência posto fotos dos lugares. Já estiveram por aqui os metropolitanos de Londres, Budapeste, Madri, Buenos Aires, Moscou, São Paulo, Cidade do México, entre outros.

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O que mais me encanta, além da arquitetura, é o design e a originalidade das estações pelo mundo. Outra coisa é presenciar o cotidiano dos locais, você conhece bem a cultura de um lugar só indo ao metrô. O metrô mexicano é sem dúvida um dos mais originais, o de Moscou é um dos mais lindos. No entanto, no momento falarei um pouco sobre o metrô parisiense, que possui várias cópias de design em algumas cidades (inclusive no México). Assim que chegamos a Paris, já usamos o metrô no primeiro dia.
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O metrô de Paris, conhecido como Métropolitain, possui 16 linhas, identificadas por números do 1 ao 14, contendo ainda duas linhas menores, a 3 bis e a 7 bis, que se separam das linhas originais 3 e 7. É o quarto maior sistema de metrô da Europa ficando atrás de Londres, Moscou e Madri. Tem 214 quilômetros e mais de 300 estações. Em Brasília, onde nasci, temos 2 linhas e menos de 30 estações.
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As famosas placas de entrada de Guimard são incríveis (são essas de design bem peculiar na cor verde), o estilo art nouveau reforça as características e 86 ainda estão em funcionamento. A primeira linha do metrô francês foi inaugurada em 19 de julho de 1900. Na Segunda Guerra Mundial, várias estações foram fechadas e algumas nunca foram reabertas, assim como em Londres originando estações fantasmas.
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mapa do metrô de paris.
Utilizar o serviço é bastante fácil, bem mais até que o de Londres. Infelizmente a segurança deixa a desejar e os guichês em sua maioria estão sempre vazios ou fechados. Às vezes encontrávamos catracas quebradas e a população burlando o metrô e pulando para não pagar a passagem. O metrô é bem descuidado e durante o inverno várias pessoas dormem e ficam nas estações.
A arquitetura e a decoração são sempre originais e bacanas (essas letras das placas são fenomenais), mas a sujeira não ajuda muito na aparência. É claro que algumas linhas são simplesmente impecáveis! Tirando tudo isso, o serviço é bastante extenso e pontual.

Algumas fotos que tiramos eu e minha irmã andando pelas ruas de Paris!
Fotos by @quartodeviagem e @fernandasfsouza

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El Subte de Buenos Aires, o metrô mais antigo da América latina

Quem me conhece sabe que eu sou fã de estações de trem e de metrôs. Isso soa bem esquisito é verdade, mas depois de viajar bastante por aí e conhecer várias pelo mundo esse é um dos “pontos turísticos” mais legais que eu gosto de conhecer. Cada metrô ou estação de trens no mundo é única. É verdade que muitas copiam o modelo inglês que foi o pioneiro, em Brasília o metrô é realmente bem simples, temos somente 2 linhas e algumas poucas estações. Lembro que um dos primeiros metrôs que conheci lá por 2002 foi o de Buenos Aires, pra mim parecia imenso, bem maior que o de São Paulo ou do Rio.

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Depois do subte, como é chamado pelos portenhos, tive essa grande vontade de conhecer vários metrôs pelo mundo, e o de Buenos Aires era um dos meus preferidos. Até hoje guardo os inúmeros cartões de papéis com propagandas do cinema ou da televisão ou das equipes de futebol, os argentinos não estão nenhum um pouco ligando pra sustentabilidade, ponto para os colecionadores e viajantes de plantão que podem pelo menos guardar o bilhete do metrô mais charmoso da América Latina.

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Na última vez em que estive em Buenos Aires, mais precisamente em janeiro de 2012, notei como o sistema de metrô decaiu muito e como a passagem aumentou astronomicamente. O metrô está bem mais sujo, bagunçado e decadente, porém ainda é possível relembrar aquele charme dos tempos áureos no começo dos anos 2000. Falando sobre o sistema, o Metropolitano de Buenos Aires, que é chamado de Subte, foi a primeira linha da América Latina, inaugurado em 1913, ainda é possível ver os vagões que foram usados nos anos 20, eles estão na linha (A), azul clara, e são bem antigos, a porta não é automática e às vezes dá um frio na barriga tentar abri-la e ficar preso do lado de dentro.

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A primeira linha foi inaugurada em 1913 e fazia parte do que é hoje as estações da Plaza de Mayo até a Plaza Miserere. A rede de metrô atualmente é composta por 6 linhas que vão das letras A à E e a H, e são identificadas por cores, que vão desde a amarela, verde, vermelha e violeta. Linha A celeste (azul claro), B vermelha, C azul, D verde, E violeta, e a H amarela. Futuramente serão incluídas as linhas F, G e I. Quando visitar a capital argentina, não deixe de ir ao metrô e guardar como lembrança alguns de seus vários bilhetes customizados. Outra curiosidade são as várias pinturas, quadros e grafitis espalhados tanto pelas estações quanto pelos vagões de trem. Algo bem urbano e vanguardista.

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Viajar por aqui é uma experiência única, agradável e às vezes estressante, mas sem dúvida é um aprendizado, te dá bagagem para vôos mais altos como a Europa, um Mochilão Ásia ou até uma RTW, não deixe de conhecer a Argentina.

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O Hotel em Paris!




Hôtel Café de l’Avenir
Como já expliquei antes no post sobre Londres, não estou indicando nenhum hostel, ou hotel, essa é a minha impressão sobre os lugares em que me hospedei. Falando sobre esse achado, pois apesar de estar em um bairro bastante barra pesada de Paris, que agora é o queridinho dos hipters de lá, Saint-Ouen é bem próximo à Basílica da Sacré Coeur, portanto um dos bairros boêmios e barulhentos da cidade.
Assim que chegamos na Gare du Nord, ou seja a estação do Eurostar em Paris, procuramos logo um guichê para comprar os tickets de metrô. A fila estava gigantesca, e pela primeira vez já nos deparamos com as famosas ladras do leste europeu (sei que esse termo é bastante pejorativo e politicamente incorreto, mas é assim que elas são chamadas por lá). Elas são muito comuns em estações de trem, metrô e nos pontos turísticos. Fazem pequenos furtos assim que a pessoa se distrai. A maioria das jovens são de países como Romênia, Bósnia, Iugoslávia entre outros. O mais chocante é a incrível desenvoltura no francês e em várias línguas e como chamavam a atenção dos turistas. Elas usam uma prancheta e fazem um tipo de censo, distraindo a pessoa para que ela seja roubada.

 
Depois de esperar bastante tempo, já mencionei que a fila estava enorme? Havia como umas 30 pessoas esperando para comprar o ticket na máquina e mais outras tantas no guichê. Aproveitei e comprei logo uns 15 tickets para não precisar usar essa máquina tão cedo, sobraram muitos, pois nunca vi um sistema de transporte público mais decadente e burlado que o francês, mas isso contarei em outro post específico sobre o Le Métropolitain!
Pois bem, saindo da estação Gare du Nord (ainda nela), nos enrolamos bastante até achar a estação Garibaldi (a do hotel), que é localizado em Saint-Ouen, bairro típico de imigrantes africanos próximo (mas nem tanto) a Basílica da Sacré Coeur.

O Hotel: É um pouco longe do centro de Paris, mas está localizado precisamente encima da estação de metrô Garibaldi. Pagamos a pechincha de 35 euros em um quarto de casal em pleno final do ano. Ficamos por lá durante 4 dias, inclusive na noite da virada. O quarto é espaçoso, limpo, arejado e possui uma vista bacana! O wifi funciona direitinho, e além de banheiro o quarto tem uma TV! Da nossa janela víamos a incrível Basílica da Sacre Coeur, bem longe diga-se de passagem, e o bairro de Montmartre. 

A localização: É bem verdade que a vizinhaça é um pouco estranha, mas pode-se encontrar cafés, restaurantes, supermercado (o Monoprix), bares, o McDonald’s e o metrô bem na porta. Sem contar que no final de semana é aberto o mercado de pulgas de Saint-Ouen! Depois conto como foi a nossa saída de ônibus do hotel até a Gare du l’Est e o trem até o Charles de Gaulle às 3 da manhã! 
O endereço: 1 Rue Charles Schmidt, 93400 Saint Ouen.

O Café da Manhã: No primeiro andar o hotel tem um café bastante charmoso onde eles servem café da manhã (não incluído), almoço e jantar. Sempre saímos cedo então deixávamos para comer na rua. Íamos a algumas padarias e tentávamos comer algo da culinária e patisseries francesas.

Como chegar: Da Gare du Nord pegue a linha 2 azul escura e logo depois troque na Place de Clichy pela linha 13 azul clara, a estação está a 5 pontos de distância.
Para ir até o Charles de Gaulle, como estava de madrugada, tomamos um ônibus até a Gare du l’Est e logo trocamos pela linha 4 rosa escura até a estação Les Halles, de lá troque pelo trem linha B e vá até o final, o aeroporto Charles de Gaulle T2 é a última estação. Com certeza, deve ter outro jeito mais fácil de chegar até lá, mas como saímos dessa estação, essa foi a melhor maneira. Demoramos mais ou menos uns 40 minutos desde a Gare du l’Est!

Paris, Estação Gare du Nord!

Enfim chegamos à cidade Luz! Depois de 2 horas e meia, em média, estávamos na Estação Gare du Nord! Esse terminal, é um dos mais cheios de Paris, afinal todas as chegadas do Eurostar, algumas do Thalys e até trens da Alemanha, Bélgica e Holanda, chegam por aqui! Este é um dos 6 terminais da rede principal da SNCF em Paris. O metrô e o RER estão conectados aqui, portanto é bastante fácil e rápido chegar ao centro ou procurar o local onde estará hospedado! Nós ficamos em um hotelzinho bastante confortável e bacana! Foi muito rápido chegar até lá. Depois falarei mais do hotel, fica próximo à estação do metrô Garibaldi, em um dos bairros mais populares, em Saint-Ouen! Paris possui seis estações de trem, que por lá eles chamam de Gare! Cada uma possui o seu metrô correspondente e servem diferentes partes do país e do continente. A Gare du Nord é de onde saem os trens para o norte da França, Londres (via eurotunnel), Bélgica, Holanda, Alemanha e inclusive a Escandinávia.

 A Gare de l’Est fica bem próxima a do Norte, e os trens partem para o leste do país, a Gare d’Austerlitz serve trens para o Vale do Loire, Bordeaux, Espanha e Portugal. Na Gare de Lyon partem trens para o interior incluindo a Côte d’Azur, Nice, Marseille, Grenoble, Suíça e para a Itália. Além dessas ainda têm a Gare St. Lazare que serve trens vindos do Reino Unido pelos ferries e a Gare de Montparnasse que é a mais chique e a mais moderna com trens que servem o trem bala espanhol para Madri e o sudoeste francês.

 Ainda falando sobre a Garde du Nord, ela sem dúvida é a estação ferroviária mais movimentada da França, são mais de 90 milhões de passageiros por ano, é a última parada do Eurostar e do Thalys.  
A Gare du Nord tem todas as facilidades e serviços necessários de uma estação ferroviária, tais como máquinas de venda automática de bilhetes, agentes ferroviários, salas de espera, cafés, casas de câmbio e cabines de telefone. Os trens operados são o TGV, Eurostar, Thalys, trens regionais e os trens Intercity! Além disso, possui estacionamento, guarda-volumes, banheiros, salas de bagagem, wi-fi (que não funcionou direito), informações turísticas e achados e perdidos. 
Para ir ao aeroporto, tem a linha B do RER, mas recomendo a saída pela Gare de l’Est, é bem mais rápido e prático! 
Próximo post falarei mais sobre o hotel que ficamos em Paris, e mais sobre os pontos turísticos da Cidade Luz!

Saída do Eurostar de Londres!



Depois de alguns dias em Londres, logo Malvern, e Londres novamente, estávamos com a nossa ida marcada para passar o ano novo em Paris! 
O ano novo por lá conseguiu ser mais sem graça que o de Londres, que nem é tão ruim assim, mas é duro de aguentar um frio e tanta gente! Ficamos no Astor Quest em Bayswater, e como nossas passagens estavam marcadas para às 05:20, saímos do hostel mais ou menos às 2 da manhã. Na verdade foi bem tranquilo, das outras vezes fizemos a mesma coisa, não tem necessidade de esperar no terminal, pois o serviço noturno de ônibus de Londres é uma maravilha! 
Pegamos o night bus e chegamos com umas 2 horas de antecedência, o trajeto demorou menos de 30 minutos! O Terminal do Eurostar em Londres é o Terminal Internacional St. Pancras que fica atrás dos Terminais de Metrô e Trens de King’s Cross.
Eu sempre gostei dos trens da Inglaterra, inclusive tive minha carteira por bastante tempo e sempre ganhava desconto! Pra nós é preferível utilizar o trem ao avião, infelizmente algumas vezes não é viável, portanto usamos o que mais for conveniente!

Assim que se chega ao terminal, é preciso esperar o horário do embarque, pois diferentemente dos outros trens, nesse é obrigatório a imigração. Portanto, fique ligado em não chegar atrasado, isso pode arruinar a viagem!



 Eles abrem a catraca e assim passa-se pelas 2 imigrações, a inglesa (raio x), e logo depois a francesa no qual eles carimbam o passaporte com a entrada em território francês! No lounge, espera-se mais alguns minutos até a liberação do trem, e pode-se inclusive trocar dinheiro ou comprar algumas coisinhas. O trem é como um outro qualquer, mas bem mais elegante e rápido. 

É mais rápido ir à Paris do que a Malvern!
Eu comprei as passagens do Eurostar pela internet dois meses antes e tudo correu bem. É só imprimir o boleto e mostrá-lo no dia da viagem. Como é necessário passar pelos controles de imigração, seria ótimo chegar com antecedência. Ida e volta saiu pela bagatela de 54£, como compramos antecipadas o preço saiu bastante em conta!

 Lembrando que fomos pela classe Standard, portanto não tínhamos opções de comida ou qualquer coisa do gênero. O Eurostar possui 3 classes, Standard, Standard Premier e Business Premier. A viagem durou mais ou menos 2 horas e 30 minutos, assim que chegamos à Paris foi necessário aumentar 1 hora em relação ao horário britânico. Eu levei 1 mochila grande e a coloquei no compartimento de bagagem próximo à porta, só é obrigatório etiquetá-la! Mas, se a mochila ou a mala for pequena ou média, é possível colocá-la no compartimento acima de sua cabeça, o lugar é bastante espaçoso.

 


Viajar de Eurostar é uma experiência bastante agradável e confortável, e pra quem já está acostumado a utilizar o trem na Inglaterra ou na Europa, não sentirá muitas dificuldades. O trajeto é curto e a paisagem é sem dúvida um dos atrativos da viagem. A chegada à Paris se dá pela Estacão Gare du Nord, aí já não é mais preciso fazer nenhum tipo de imigração, pois a própria já foi feita na Inglaterra. Essa estação é bastante grande e compreende também o metrô parisiense!