Catedral de Viena, a Stephansdom!

A Catedral de Santo Estêvão “Sankt Stephan/Stephansdom” é uma das mais antigas catedrais do estilo gótico europeu, está situada no centro da cidade Viena, trata-se de uma obra mundialmente conhecida e um exemplo da arquitetura do século XII, também chamada de “Steffl” é uma das mais importantes catedrais góticas do mundo. Foi renovada no estilo gótico entre 1304 e 1433. Sua torre norte, elevada à altura de 70 metros, foi renovada de acordo com a estética renascentista em 1579 e seu interior adquiriu uma tendência barroca.

O famoso sino da Catedral de Santo Estêvão, o “Pummerin”, pesando não menos que 21 toneladas, sofreu consideráveis danos causados pelos ataques da Segunda Guerra Mundial, desde então ele vem sendo consertado e é usado atualmente para determinar ocasiões especiais, assim como para anunciar o novo ano.


Essa Catedral está em constante reforma, algo bastante curioso que aconteceu com a gente nessa viagem é que praticamente todas as Catedrais que visitamos estavam em reforma, acho que eles deixam pra reformá-las no inverno, para que estejam impecáveis na alta temporada!
Atualmente é sede da Arquidiocese de Viena. 











É também um dos edifício mais emblemáticos da cidade, pelo qual os vienenses nutrem um carinho todo especial. Esta obra-prima do gótico foi erguida sobre uma igreja do século 12, da qual ainda resta parte da estrutura, em estilo românico. 
O edifício da forma como se vê hoje começou a ser levantado no século 14. 
De cima de sua estreita torre principal, a Südturm, de 137 metros, se tem uma vista esplêndida. Seu policromático telhado confere um certo ar jovial ao conjunto de linhas predominantemente verticais.

A localização é bem central, na parte mais comercial de Viena. 
A entrada é gratuita, mas o acesso a certas para da catedral é limitado nos horários de missa. 
Abre diariamente. De segunda a sábado, das 6hs às 22h, domingos, das 7hs às 22h.

Naschmarkt, o Mercado de Viena

Já falei sobre alguns mercados por aqui, esse é um passeio imperdível pra mim, um dos locais que mais gosto de ir, o último mercado típico que visitei foi o de Coyocán na Cidade do México, e é um dos mais legais e coloridos. O de Viena também tem os seus encantos, um dos mercados mais elegantes que já conheci, bastante bonito e impecável assim como tudo na Áustria.

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as várias comidas no mercado.

Visitamos o mercado todos os dias, afinal estávamos hospedadas no Wombats do lado do próprio, a estação do metrô fica também nas proximidades, o Naschmarkt é um dos mercados mais conhecidos da Europa, ele também é bem colorido, inclusive no inverno. São uma grande variedade de flores, carnes, pães, alimentos em conserva e várias outras coisas, comprei inclusive pulseiras e bolsas típicas. Comemos por ali também, os pães e as geleias são incríveis, sem contar com os restaurantes e barraquinhas próximas.

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inverno rigoroso no mercado central de Viena.

Os preços são acessíveis, portanto um ótimo lugar pra passar uma tarde, eu posso imaginar como deve ser legal esse lugar na primavera e no verão.
Esse mercado é bem antigo, funciona desde o século XVI, lá pelos idos de 1793, aos sábados dizem que é o melhor dia para visitá-lo, mas infelizmente fica lotado de turistas, sinceramente eu acho que qualquer dia é legal pra visitar um mercado popular. O Mercado de Naschmarkt é até grandinho, possui mais de 120 bancas, além de ter uma oferta culinária extensa que vai desde a cozinha vienense até a hindi, ou vietnamita e também italiana.

É também um ponto de encontro para os jovens e os moradores locais, além é claro de turistas de todo o mundo.

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Os restaurantes Do-An e o Naschmarkt Deli foram os pioneiros gastronômicos no local, conseguiram o interesse e o respeito do público jovem e urbano, outro local bastante procurado, é o Tewa que oferece comida vegetariana, o Neni serve especialidades israelitas e orientais desde Shakshuka até o Taboulleh (comida libanesa), além do Umar que oferece a melhor comida marinha do local.

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O mercado tem de tudo, desde comidas típicas a bebidas locais.

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Não é nem preciso comprar nada, só de apreciar a vida local e sentir os aromas, ver o colorido da comida já é um grande programa por si só.

Endereço: Wienzeile, Kettenbrucken, Viena 1040, o metrô mais próximo é o de Kettenbruckengasse aberto das 06hs às 19h30.

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Um passeio por Viena na Áustria

Viena é o centro cultural, político e financeiro da Áustria e é também uma das maiores cidades sobre o rio Danúbio. Chegamos lá de ônibus vindo de Budapeste. A passagem saiu até barato, somente 3,500 forins. A viagem foi tranquila e durou umas 5 horas, passamos pelo interior dos dois países.

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o Mercado de Natal inundado pela neve.

Há uma estação de metrô bem próximo da “rodoviária” de onde saíam os ônibus da Orange Ways, esperamos dentro de um escritório, pois o frio era demais e assim que ônibus chegou, pegamos este do lado de fora. Esqueci totalmente o nome da estação de trem na qual paramos pra pegar o ônibus no depósito da empresa. Nossa chegada também foi do lado de fora da U-Bahnstation, a Praterstern/Nordbahn Strasse, uma das maiores estações de trem que vi por ali.

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O quarteirão dos museus em Viena.

Como chegamos à noite o frio era demais, ainda teríamos que pegar o metrô e procurar nosso hostel, o Wombats de Viena, a primeira impressão foi ótima, a cidade é linda e bem estruturada, havia muita neve, muita mesmo, mas a princípio esta não atrapalhou muito, não posso dizer dos outros dias. Conhecemos vários pontos turísticos e gostei muito da cidade, deixo aqui um pouco de história e algumas fotos que tirei por lá.

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o Albertina é um dos museus da cidade.

O centro histórico da cidade faz parte da lista de Patrimônio da UNESCO, desde 2001, Viena parece ter sido fundada pela origem celta em torno de 500 a.C., em 15 a.C., tornou-se uma cidade fronteiriça romana protegendo o Império Romano contra os povos germânicos ao norte. No século XIII, esta esteve sob a ameaça do Império Mongol, que se estendeu por grande parte da Rússia e China atuais.
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O parlamento austríaco e uma das estações de metrô.
No entanto, devido à morte de seu líder, Ogedei, os exércitos mongóis recuaram da fronteira européia e não retornaram. Durante a Idade Média, a cidade foi a sede da Dinastia Babenberg, e em 1440 tornou-se a cidade de residência da Dinastia Habsburgo.
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A cidade viria a se tornar a capital do Sacro Império Romano e um centro cultural de artes e ciência, música e gastronomia. Foi ocupada pela Hungria, entre 1485-1490. Nos séculos XVI e XVII, o exércitos otomanos foram barrados duas vezes fora de Viena. Em 1679, a peste bubônica atingiu a cidade, matando cerca de um terço de sua população.
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e a beleza inigualável da Ópera de Viena.
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Viena está localizada no nordeste da Áustria, na extensão leste dos Alpes, na Bacia de Viena. A cidade tem verões quentes com temperaturas médias elevadas. Os invernos são relativamente frios, com temperaturas médias em torno do ponto de congelamento, e queda de neve que ocorre principalmente entre dezembro e março. Passamos muito frio, em janeiro a temperatura ficou entre 2 e -5 graus!
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os prédios do Parlamento e da Universidade de Viena.
A cidade é um importante centro de música erudita muitas vezes mencionada como a Cidade dos Músicos, possui também uma sede das Nações Unidas, abrigando a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial e a Agência Internacional da Energia Atômica, encontra-se também na cidade a sede da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP).
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A catedral e a vista do Palácio de Schönbrunn.
Viena foi a cidade natal de diversos escritores, compositores e artistas em geral, destacando-se entre eles Franz Schubert e Strauss.  Ali também encontrava-se o clássico vienense, composto por Joseph Haydn, Mozart e Beethoven. Fizemos um walking tour e nos mostraram onde viviam essas grandes personalidades, conhecemos a casa de Sigmund Freud, neurologista que inventou a psicanálise.
Localiza-se na cidade de Viena uma das maiores catedrais góticas medievais, a Catedral de São Estevão “Stephansdom”, um grande exemplo da arquitetura medieval que remonta ao século XI.
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Viena conta com uma particularidade arquitetônica que foi denominada Ringstrasse e foi idealizada e construída no século XIX, influenciada pelo nascente modernismo. A cidade também têm vários palácios como o Palácio de Schönbrunn construído por Leopoldo I em 1696, e foi sendo aperfeiçoado pela imperatriz Maria Teresa até ao seu atual estilo rococó. Como outras, a cidade é  cortada pelo rio Danúbio, até hoje um dos maiores símbolos da cidade e de essencial importância para a economia vienense.

No rio Danúbio encontra-se a Torre de Danúbio, uma torre de metal de 287 metros que abriga um restaurante rotatório com uma vista magnifica para a cidade. Logo, logo mais de Viena, os pontos turísticos, o Mercado Central, o Metrô, a Catedral, o Parlamento e o hostel onde nos hospedamos.

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Conhecendo Budapeste no inverno

Como muitos podem ver visitamos Budapeste no inverno. Não posso dizer que me arrependi, mas também não quero mais fazer esse tipo de viagem na época do inverno pesado, próxima vez agora só na primavera, verão e quem sabe no outono. Apesar disso tudo, a cidade fica realmente linda!
Budapeste foi um dos lugares que eu mais gostei de visitar e conhecer, os Museus, os pontos turísticos, o metrô, a comida e o povo local são um grande atrativo. 
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A cidade é a mais populosa, principal cidade, centro financeiro, corporativo e cultural do país. É a sexta maior cidade da União Européia e fica às margens do Rio Danúbio e possui quase 2 milhões de habitantes, a cidade foi fundada em 17 de novembro de 1873 com a fusão das cidades de Buda e Ôbuda, na margem direita do Danúbio, com Peste, na margem esquerda, seus habitantes chamam-se budapestinos. Os húngaros chegaram ao território por volta de meados do século IX.
 
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Esta também passou a ser vista como a segunda capital da Áustria-Hungria, um vasto e importante estado europeu, sucessor do Império Austríaco, que se dissolveu em 1918.

Budapeste também exerceu grande importância durante a Revolução húngara de 1848, tendo sido um importante centro da República Soviética da Hungria em 1919, da Operação Panzerfaust em 1944, do Cerco de Budapeste em 1945 e da Revolução de 1956. 
Considerada uma das cidades mais belas da Europa, é um dos maiores destinos turísticos no mundo, aproximadamente um terço dos 250,000 judeus da cidade morreu durante a ocupação nazista na Segunda Guerra Mundial, Budapeste foi muito danificada quando a cidade foi tomada pelo Exército Vermelho.
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Há vários patrimônios mundiais que podem ser encontrados na cidade, incluindo o panorama do rio Danúbio, o segundo mais extenso da Europa, o Castelo de Buda, a Avenida Andrássy, a Praça dos Heróis e o Metropolitano de Millenium (O metrô), o segundo mais antigo do mundo, após o de Londres. Budapeste possui ainda, o maior sistema de água termal do mundo, foi classificada como a melhor área urbana da Europa Central e Leste Europeu em qualidade de vida.
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Sem dúvida, deve ser uma maravilha visitar essa linda cidade no verão, como vocês puderam notar no inverno ela fica submersa em neve e a temperatura chega facilmente a -8 ou menos. É um verdadeiro sacrifício fazer turismo neste frio intenso, portanto indico conhecê-la no outono ou até primavera. Caso você queira conhecer neve e congelar vá no inverno 😉 😀

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Budapeste tem 10 pontes, sendo a mais conhecida a Széchenyi Lánchíd “Ponte das Correntes”. Os edifícios mais característicos e importantes são o Castelo de Buda “Budai Vár”, o Parlamento de Budapeste “Országház”, a Praça dos Heróis e o Teatro Nacional de Budapeste, divulgados nos mais conhecidos cartões-postais da cidade, que tem, como o turismo, uma fonte de renda de crescente importância.


No centro a praça mais visitada é a praça Vörösmarty, há também uma feira popular, como sempre aproveitei e comprei várias coisas típicas, desde comida, souvenirs, cervejas e pulseiras! 
Próximo post mais sobre a nossa saída de Budapeste e nossa ida a Viena, outro lugar incrível!

Museu e Memorial do Holocausto em Budapeste!


O Holocaust Memorial Center foi um dos museus mais impressionantes que tive a oportunidade de conhecer, depois de ir ao Museu do Terror, fomos ao Memorial do Holocausto em Budapeste! Ele lembra as milhares de mortes dos judeus húngaros ou deportados que morreram nas mãos do nazistas, estatísticamente uma de cada dez vítimas do holocausto era de origem húngara! 
A exposição do museu é chamada de “Da privação dos direitos ao Genocídio” From Deprivation of Rights to Genocide! Ali é narrado a história do povo judeu na Hungria, uma história que começou antes da barbárie nazista quando em 1938 o estado começou a privar os judeus de certos direitos humanos fundamentais. Em 1944 quando o exército alemão invadiu a Hungria o governo começou a apropriação de todas as propriedades e enviaram os judeus aos guetos e campos de trabalho!


O museu é bastante completo com vários painéis, informativos, apresentações interativas, áudios, videos e é possível ter uma visão da história desde os inícios das perseguições até os assassinatos em Auschwitz-Birkenau e outros campos de extermínio. No final da visita vemos a linda Sinagoga restaurada graças as fotografias que foram conservadas desde o princípio do século XIX! 










A arquitetura é surpreendente e a decoração muito bonita. O complexo é vasto e inclui a Sinagoga, o Museu, O Muro de vidro onde estão os nomes de mais de 500,000 mil vítimas do Holocausto Húngaro!

O Museu está localizado na rua 39 Páva St 1094 Budapest, funciona de terça a domingo das 10hs às 18hs.
Preço: 1,400 forins! Pra chegar até lá o Metrô Ferenckörút M, línea M3. 

O Museu do Terror!

Em Budapeste fomos a dois museus bem importantes! Nós somos muito fãs de história, ainda mais em se tratando de Segunda Guerra Mundial ou casos de opressão. Isso nos ajuda a entender como funciona a doentia mente humana! Um dos museus mais chocantes sem dúvida, é o Museu do Terror ou Terror Háza, ali é possível ver o retrato das cruéis ditaduras ocorrida na Hungria! E o endereço não poderia ser mais significativo, ali ocorriam várias torturas e mortes na época do Regime Comunista Soviético e na era Nazi Facista! Era simplesmente a Sede do Partido Facista e a Sede da Polícia Soviética, bem irônico não?
A Hungria foi um dos países que mais se deram mal nessa época, mesmo caso da Polônia, em outro museu, o do Holocausto, é possível ver a destruição dos ROMA, etnia bastante comum na Hungria que foi totalmente dizimada! 



A aliança com a Alemanha matou milhares de húngaros e vários judeus foram enviados para os campos de concentração, a Hungria passou para o domínio soviético e este foi o período mais negro para eles com muitas prisões, mortes, medo, repressão e pânico! A história funcionava assim; Na Segunda Guerra Mundial, a Hungria aliou-se à Alemanha. 
Eles haviam perdido uma boa parte do território depois da primeira grande guerra e queriam recuperar o terreno perdido. 
Como consequência da aliança, durante quase toda a 2ª Guerra, o país pouco foi afetado, e seus cidadãos pouco sentiram o terror que estava acontecendo pela Europa. Contudo, nos últimos meses de guerra tudo mudou. 
Os aliados estavam recuperando terreno e a Alemanha estava perdida.

Neste ponto o Partido Nazista húngaro tomou o poder, com o intuito de deixar o país preparado para a recuperação da Alemanha e reaparecimento de Hitler. Em alguns meses 40% da população foi dizimada, a cidade destroçada e os judeus enviados para os campos de concentração. A população sofreu neste período tudo o que os outros países sofreram durante toda a guerra. Como se fosse pouco, após o fim da guerra o mundo foi dividido e a Hungria passou para o domínio soviético. Poucos meses depois o partido comunista tomou o poder e escolheu como endereço o mesmo prédio, na rua Andrássy, recomeçava assim o terror na Hungria!

É impossível não notar a magnitude do prédio e a grandeza daquele lugar, é realmente impressionante, as fotos, o altar dedicado aos mortos de guerra e como ali é importante para a cultura húngara! O museu tem 3 andares e você vai ver materiais exclusivos sobre todo esse período: vídeos, depoimentos, fotos das cidades totalmente destruídas, uniformes, documentos, salas intactas e as instalações. A violência era grande, os arquivos são geniais e são sem dúvida impressionantes! Um dos lugares mais presentes dali é o elevador, no começo tudo parece normal, só que, de repente, as luzes começam a piscar num clima de suspense e aparece um vídeo, um depoimento de um sobrevivente narrando como era a prisão e todos os preparativos para quem seria executado ali. O elevador começa a baixar bem lentamente até o porão, tudo é de vidro para conseguirmos ver todos os detalhes.

Chegando no subsolo você vai entrar na prisão usada durante os dois períodos, vai passar por várias celas e sentir a agonia de se viver lá, algumas têm o teto super rebaixado, algumas são pequenas como caixas, outras são cheias de água, nas paredes, fotos dos presos, muitos artistas que pareciam inofensivos e presos políticos. As salas de tortura, de pena de morte e as solitárias completam esse cenário sinistro. 
Na saída do museu você vai dar de cara com escultura que representa a Cortina de Ferro, expressão usada para designar a divisão da Europa em duas partes, a Europa Oriental e a Europa Ocidental durante a Guerra Fria. 

Esse lugar inesquecível para os húngaros fica na rua Andrássy utca 60, metrô linha 1 para Vörösmarty utca, e está aberto de terça a sexta das 10hs às 18hs, sábado e domingo das 10hs às 19h30!
O valor: 1,400 forins e mais 1,200 com o guia! 

O Parlamento Húngaro no Inverno

a cúpula no interior do Parlamento Húngaro. 
Um dos prédios mais impressionantes que tive a oportunidade de ver. O Parlamento, o tal do Országház, é onde se reúne a Assembléia Nacional da Hungria e se tornou um dos edifícios legislativos mais antigos do continente europeu. Localizado na Praça Kossuth Lajos bem ao lado do Rio Danúbio, na nossa visita, ele estava praticamente coberto de neve e a vista era uma das mais incríveis.
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Budapeste foi constituída da união de três cidades em 1873, e, sete anos depois, a Assembleia Nacional publicou um concurso para a construção de um edifício representativo do Parlamento, que fosse símbolo da soberania da nação.
A construção do prédio teve início em 1885, tendo a sua inauguração em 1896.  A conclusão do edifício deu-se a 1904. Como curiosidade, o arquiteto do edifício tornou-se vítima de cegueira antes da conclusão do próprio.
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O edifício fica sobre a superfície de 18,000 metros quadrados e tem 700 salas e gabinetes e 27 entradas; nos seus 2 lados simétricos, erguem-se a Câmara Alta e a Câmara Baixa, hoje é o lugar da Assembleia Nacional com 386 deputados. Na localidade, em uma sala central com cúpula, está onde guardam a coroa do primeiro rei húngaro, realmente tudo muito aristocrático.
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Todas as visitas ao Parlamento são guiadas e os preços são os seguintes:
10€ para cidadãos da União Europeia; 6€ para estudantes da União Europeia;
20€ para cidadãos que não pertecem a União Europeia; 12€ para estudantes de fora da União Europeia;
E para menores de 6 anos a entrada é grátis.
Caso queira comprar com antecedência visite a página oficial do Parlamento.
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o interior do edifício é espetacular.
Áreas incluídas na visita guiada ao Parlamento Húngaro:
A escada principal, O grande salão com a belíssima cúpula, a Coroa e as Joias da Coroação Húngara, Salão da antiga Câmara dos Lores e o Salão das sessões da Câmara Alta.
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Estima-se que estiveram cerca de mil pessoas envolvidas nos trabalhos, em cujos alicerces se estimam 40 milhões de tijolos, meio milhão de pedras preciosas e 40 kg de ouro. As visitas guiadas só são concedidas na época do verão, no inverno tudo estava fechado, também pudera o Castelo estava afundado na neve.
Para chegar até lá  siga até a praça Kossuth Lajos Tér, ao lado da estação de metrô que passa a linha M2.
Não deixe de visitar, é um dos programas mais legais de Budapeste! 

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Zagreb!

Então, ficamos quase 3 dias na cidade, obrigadas, pois o serviço de trem funcionava dia sim, dia não! É, também fiquei espantada! Estávamos com a nossa ida a Budapeste marcada e tivemos que mudar tudo por conta disso, ainda tentamos ir à rodoviária e comprar passagens de ônibus, mas quem disse que tinha! Nada! Eles só fazem viagens de ônibus entre a cidades croatas e algumas cidades da Europa, como Berlim, Praga e Romênia, longe pra caramba, algumas viagens duravam dias! Desistimos então e resolvemos ficar mais um dia, compramos no terminal ferroviário nossas passagens de trem pra Budapeste no horário da manhã, chegando por lá à noite!
No nossos primeiros dias em Zagreb o tempo estava ótimo, igual ao de Liubliana, muito bom pra caminhar e conhecer a cidade, já no nosso último dia a gente acordou com neve! E eu fiquei triste, eu acho neve muito bonita, mas eu detesto, passamos muito perregue com a neve no nosso pé, principalmente em Budapeste, Praga e na Alemanha! 
Já falei e repito, Europa agora só no verão ou primavera! 
Pois bem, compramos as passagens que saíram algo como 20€, realmente muito barato! 
E ainda estávamos com medo de ficarmos presas por lá, mas depois que chegamos ao terminal e vimos nosso trem saiu tudo bem, mas sobre isso eu conto depois!




Agora mais sobre a simpática cidade de Zagreb, capital da Croácia! 
A maioria dos viajantes nem passam por lá, vão direto pro litoral, a maioria no verão é claro! Mas como estávamos próximas a cidade, resolvemos conhecê-la logo! Eu gostei muito, mas não voltaria, parece uma Brasília da vida, bem paradona! Está localizada entre as margens do Rio Sava e o monte Medvednica, fica entre a Europa Central e o Mar Adriático, Zagreb concentra indústria, instituições científicas, órgãos administrativos nacionais e ministérios.

No ano de 1094 o Rei Húngaro Ladislau I “László I” fundou uma diocese no monte Kaptol.
Uma comunidade secular independente formou-se num monte vizinho, chamado Gradec. Ambas as localidades sofreram com a invasão mongol de 1242, quando os mongóis se retiraram, o Rei Béla IV proclamou Gradec uma cidade real autônoma, de modo a atrair artesãos estrangeiros.
Durante os séculos XIV e XV, as duas comunidades competiram econômica e politicamente. Finalmente, no século XVII, os dois montes medievais, Gradec e Kaptol, fundiram-se numa só comunidade, Zagreb. Hoje formam o centro cultural da cidade moderna. 
A diocese católica de Kaptol tornou-se a de Zagreb.

























Durante a época austro-húngara, a cidade era chamada pelo nome alemão, Agram. Seus habitantes chamam-se zagrebinos. Comprei várias tranqueiras da cidade, marcadores de texto, ímas de geladeira, alguns cartões postais e um globinho de neve! Era tudo muito turístico, portanto muito bonito!
Também aproveitamos e fomos a um restaurante típico bem ali no centro e provamos a cerveja local, essa amarela aí da foto, gostei muito e guardei uma pro Simon, em todos os lugares eu oferecia uma pro meu inglês favorito! 

Zagreb é um destino turístico e também um corredor para turistas da Europa Central e da Europa Ocidental em direção ao Adriático. 
Apesar dos muitos museus, galerias e monumentos, vários turistas não passam por Zagreb, indo diretamente para as praias do Mar Adriático e as cidades históricas de Dubrovnik, Šibenik, Zadar e outras. É um centro de tráfego importante, com conexões ferroviárias, rodoviárias e aéreas com as grandes cidades européias e os balneários croatas.

A parte histórica da cidade, com a Cidade Alta e Kaptol, é a principal atração, com edifícios históricos, igrejas, instituições, restaurantes e cafés. As ruas e praças ali podem ser alcançadas a pé, a partir da praça Ban Josip Jelacic, ou por meio de um funicular saindo da rua Tomiceva. 
A cidade está dividida em 17 distritos, ainda encontramos por lá a estátua de um importante poeta croata, além de várias outras espalhadas pela cidade, são muitas! 

O prédio amarelo é o Pavilhão de Arte de Zagreb e é um dos prédios mais imponentes da cidade, outro bastante peculiar e com motivos croatas é o prédio do Museu das Relações Partidas, gostei bastante da decoração dos prédios e lembra muito aqueles bem coloridos da Escandinávia! 
Nossa próxima parada será a nossa ida a Budapeste, outro dos meus lugares preferidos na viagem! 
Até lá!