Piazza San Marco em Veneza!

Em Veneza, o ponto turístico mais famoso da cidade é a Piazza San Marco, ou a Praça de São Marcos, que é também um dos únicos grandes espaços urbanos numa cidade europeia onde as vozes das pessoas se impõem sobre os sons do tráfego motorizado, o qual está restrito aos canais da cidade. Ela tem sido o centro de Veneza e foi o local onde se deram todos os importantes eventos da história da República de Veneza, e é a base do arcebispado desde o século XIX. Foi o foco de muitos festivais e é um lugar imensamente popular na Itália.

O espaço aberto está dominado pela Basílica de São Marcos, o Palácio Ducal de Veneza e o Campanário da Basílica que se vê ao lado da praça. Os edifícios ao redor da praça são o Grande Canal, o Palácio Ducal, a Basílica de São Marcos, a Torre do Relógio de São Marcos, a Antiga Procuradoria, a Ala Napoleónica, a Nova Procuradoria, o Campanário de São Marcos, a Logetta e a Biblioteca Marciana.
 
 
Grande parte do piso térreo das procuradorias é ocupado por cafés, incluindo o Caffè Florian e o Gran Caffè Quadri. O Museu Correr e o Museu de Arqueologia estão situados em alguns edifícios da praça. A Casa da Moeda fica atrás da Biblioteca Marciana na margem do Grande Canal. Estas últimas construções foram completadas durante a ocupação napoleônica, embora o campanário tenha sido reconstruído posteriormente.
 
A Praça de São Marcos é o lugar mais baixo de Veneza, e quando a água sobe no Mar Adriático por tempestades ou excesso de chuva é o primeiro lugar que fica alagado. A água drena diretamente para o Grande Canal, o que é ideal quando chove, mas quando a maré sobe tem o efeito inverso, e a água do canal escoa para a praça.
 
Portanto, é bastante comum na época de chuvas, ver esse pedaço da praça totalmente inundado, algumas pessoas até nadam e tomam banho! 
No próximo post, mais algumas fotos de Veneza da nossa saída para a Áustria e Eslováquia!

Terminal Termini!

Depois de quase uma semana por Roma, decidimos visitar Veneza e de lá ir até a Eslovênia! 
A princípio a viagem ficou um pouco sem direção, pois não tinha a mínima ideia de como sair da Itália e chegar a Liubliana! 
Mas sobre isso contarei na nossa saída de Veneza, passando por Mestre e Trieste, além de uma cidadezinha na Áustria, a cidade de Villach e de lá mais um trem até o destino final! Ônibus e trens, bastante confortáveis!
O Terminal Termini ficava ao lado do nosso hostel, fomos a pé, demoramos algo como 5 minutos, saímos cedinho de Roma às 06hs da manhã e a viagem durou umas 3 horas, foi até bastante rápido e o serviço é ótimo! Passamos inclusive por cidades como Bologna e Firenze!


O Terminal é bem grande e possui vários tipos de serviços. 
É a estação mais importante de Roma e uma das maiores da Europa. Compramos nossos bilhetes um dia antes pra não ter problema na hora de embarcar!
Achei o preço bem salgado, mas teríamos que seguir viagem! O bilhete Roma – Venezia saiu 80! Esta estação tem ligação com as linhas A e B do metropolitano de Roma e com numerosas linhas de ônibus expressos e urbanos e também com o tram e os trólebus.
O Terminal possui 24 plataformas dedicados aos trens nacionais e internacionais, mais 4 dedicadas ao serviço Leonardo Express, linha direta ao Aeroporto Roma/Fiumicino. 
A estação foi totalmente reestruturada em 2000 e se converteu em um famoso ponto de referência para os turistas e para a população local, pois possui numerosos serviços tais como lojas, restaurantes, guarda-volumes, caixas eletrônicos, entre outros. Caso tenha que esperar um trem ou uma conexão, o terminal é bastante cômodo, portanto não será sacrifício nenhum passar um horário razoável!



 


Assim que chegamos à Veneza já fomos direto ver os canais e nos perdemos e muito pelas ruazinhas. A cidade velha é realmente linda, mas muito mal cuidada por conta da história milenar que ronda o lugar!

A Estação Santa Lucía estava em reformas, mas mesmo assim consegui comprar os bilhetes para Liubliana, capital da Eslovênia, infelizmente tivemos que tomar um ônibus até a Áustria primeiro e de lá um trem pra Eslovênia. 
Próximos posts, mais sobre Veneza e como foi a nossa viagem até Liubliana!

Vaticano!

Já falei um pouco sobre a Basílica de São Pedro, mas o Vaticano não é só esta, tudo o que está nos arredores da Basílica faz parte do Vaticano!
O Vaticano ou Cidade do Vaticano, oficialmente Estado da Cidade do Vaticano é a sede da Igreja Católica e uma cidade-Estado soberana sem costa marítima cujo território consiste de um enclave murado dentro da cidade de Roma, capital da Itália. 
A Cidade do Vaticano é uma cidade-Estado que existe desde 1929. É distinta da Santa Sé, que remonta ao Cristianismo primitivo e é a principal sé episcopal de 1,490 bilhão de católicos romanos (latinos e orientais) de todo o mundo. 
Ordenanças da Cidade do Vaticano são publicados em italiano, documentos oficiais da Santa Sé são emitidos principalmente em latim. As duas entidades ainda têm passaportes distintos: a Santa Sé, como não é um país, apenas trata de questões de passaportes diplomáticos e de serviço; o estado da Cidade do Vaticano cuida dos passaportes normais. 
Em ambos os casos, os passaportes emitidos são muito poucos.

A Cidade do Vaticano é um Estado eclesiástico ou teocrático-monárquico, governado pelo bispo de Roma, o Papa. A maior parte dos funcionários públicos são todos os clérigos católicos de diferentes origens raciais, étnicas e nacionais. É o território soberano da Santa Sé (Sancta Sedes) e o local de residência do Papa, referido como o Palácio Apostólico. Vaticano é uma das sete colinas de Roma. Era o local dos oráculos muito antes da Roma pré-cristã. 












O obelisco do Vaticano foi originalmente tomado por Calígula a partir de Heliópolis, Egito, para decorar a coluna de seu circo e é, portanto, o seu último vestígio visível.
Esta área tornou-se o local do martírio de muitos cristãos, depois do Grande incêndio de Roma, em 64 d.C. A tradição antiga afirma que foi nesse circo que São Pedro foi crucificado de cabeça para baixo.

A área do Vaticano é de 0,44 km², sendo o menor Estado do mundo com reconhecimento internacional. Está situado no meio da capital italiana, Roma. Por isso, não possui área costeira e é um enclave, sendo um Estado independente e soberano. Partilha 3,2 km de fronteira com a Itália, mais concretamente com Roma. A defesa do país é da responsabilidade da Itália, enquanto que a segurança do Papa fica a cargo da Guarda Suíça.

A cidade-estado exibe um impressionante grau de economia, nascida da necessidade extremamente limitada, devido ao seu território. Assim, o desenvolvimento urbano é otimizado para ocupar menos de 50% da área total, ao passo que o resto é reservado para espaço aberto, incluindo os Jardins do Vaticano. O território possui muitas estruturas que ajudam a fornecer autonomia ao Estado soberano, estes incluem: linhas ferroviárias, heliporto, correios, estação de rádio, quartéis militares, palácios e gabinetes governamentais, instituições de ensino superior, cultural e de arte, e algumas embaixadas.

No território do Vaticano existem vários edifícios de origem muito antiga. Contudo, existem propriedades que não estão na Cidade do Vaticano, mas que, em virtude do Tratado de Latrão assinado entre a Santa Sé e a Itália, estão sujeitas à extraterritorialidade com isenção de impostos e expropriação.











 

O Castelo de Santo Ângelo, também conhecido como Mausoléu de Adriano, localiza-se na margem direita do rio Tibre, diante da ponte Sant’Angelo, próximo do Vaticano, em Roma, Itália. O castelo é atualmente um museu.

Durante a época medieval esta foi a mais importante das fortalezas pertencentes aos Papas. Serviu também como prisão para muitos patriotas, na época dos movimentos de unificação da Itália ocorridos no século XIX.
De seu terraço superior, tem-se uma magnífica vista do rio Tibre, dos prédios da cidade e até mesmo do domo superior da Basílica de São Pedro.

De planta circular, o seu desenho renascentista influenciou a traça do Forte do Bugio em Portugal, e a do Forte de São Marcelo, no Brasil. A ponte Sant’Angelo, sobre o rio Tibre, é ornada por doze estátuas de anjos esculpidas por Gian Lorenzo Bernini.

Próximo post, mais sobre a nossa saída de Roma e nossa ida a Veneza! 

Basílica de São Pedro!

Depois de vários passeios por Roma, deixamos o Vaticano para um dos últimos dias, ficamos por ali o dia inteiro e foi um dos lugares que mais gostei na viagem. Pude conhecer as várias naves e entradas da Catedral, além de passear pelos arredores, na Praça São Pedro e ir ao Museu do Vaticano! 
O Vaticano ou Cidade do Vaticano é uma Cidade-Estado soberano localizado em Roma, capital da Itália! Possui uma população de mais de 800 habitantes e é considerado o menor país do mundo!
A Basílica de São Pedro é a principal sede da igreja católica e o maior edifício religioso do catolicismo na atualidade. É um dos locais mais visitados do mundo, está situado na Praça de São Pedro e alguns dos maiores artistas da história colaboraram na sua construção tais como Michelangelo, Rafael e Bernini!
Especificamente classificada pela UNESCO, catalogada e preservada como Património Mundial da Humanidade, a Basílica de São Pedro foi considerada o maior projeto arquitetônico da sua época e continua a ser um dos monumentos mais visitados e celebrados do mundo. Foi provado que sob o altar da Basílica está enterrado São Pedro, um dos doze apóstolos de Jesus e o primeiro Papa e, portanto, o primeiro na linha da sucessão papal. A basílica é um famoso local de peregrinação, pelas suas funções litúrgicas e associações históricas.



 
























Basílica de São Pedro é uma das quatro basílicas patriarcais de Roma, sendo as outras a Basílica de São João de Latrão, Santa Maria Maior e São Paulo Extramuros. Contrariamente à crença popular, São Pedro não é uma catedral, uma vez que não é a sede de um bispo. Essa foi a primeira Basílica que visitei na vida, a segunda foi a Basílica de Nossa Senhora de Guadalupe no México, que também possui sua grandiosidade, ainda quero conhecer a de Aparecida no Brasil, e a Basílica Ortodoxa que fica em Moscou!

A Basílica de São Pedro é uma igreja do estilo renascentista e fica a oeste do Rio Tibre, perto da colina Janículo e do Mausoléu de Adriano. É através da Praça de São Pedro que a basílica é abordada, onde se destacam duas estátuas de 5,55 metros de altura dos apóstolos do século I Pedro e Paulo. A sua cúpula domina o horizonte de Roma, elevando-se a uma altura de 136,57 metros.

A basílica contém um grande número de túmulos não só de papas como também de outras notáveis personalidades, muitos dos quais são considerados verdadeiras obras de arte reconhecidas mundialmente. Existem também uma série de esculturas em nichos e capelas, incluindo a Pietà de Miguel Ângelo (existe uma cópia na Catedral de Brasília). 
No entanto, a característica central é o baldaquino sobre o Altar Papal, projetado por Gian Lorenzo Bernini. Sem dúvida uma das obras mais incríveis e grandiosas que eu já vi, pode ser apreciada na primeira foto! Como já citei antes, sou fã de Catedrais e Igrejas, portanto, visita mais que válida no seu roteiro por Roma, mais sobre o Vaticano no próximo post! 

O Coliseu e as Ruínas de Roma!



Depois do Panteão, agora é a vez do Coliseu. O famoso anfiteatro romano construído no período da Roma Antiga. 
É também chamado de Anfiteatro Flaviano e está localizado no centro de Roma, era capaz de abrigar 50 mil pessoas com 48 metros de altura, foi construído a leste do Fórum Romano e demorou entre 8 a 10 anos a ser construído. 
Foi bastante utilizado durante 400 anos, deixou de ser utilizado para entretenimento no começo da Idade Média, mas foi usado como oficina, forte, pedreira, sede de ordens religiosas e templo cristão depois de um tempo. Atualmente é uma das maiores atrações turísticas de Roma e foi eleito em 2007 uma das maravilhas do mundo moderno! Até hoje o Coliseu é usado para a procissão da Via Sacra em todas as Sextas-feiras Santas.
O Coliseu é conhecido como o maior símbolo da cidade de Roma, e um dos melhores exemplos da engenharia e da arquitetura romana, a maior atração turística com milhares de turistas que pagam pra ver o seu interior, valor da entrada 15£, aberto das 8hs às 16hs!




















 



 

 

O Fórum Romano está localizado próximo ao Coliseu e está circundado pelas várias ruínas e construções de grande importância cultural para a cidade. Ali era onde se realizavam os discursos públicos, cerimônias triunfais e confrontos entre os gladiadores. 
Passamos também pela linda Via dei Fori Imperiali é uma via construída por Benito Mussolini para que houvesse uma ligação entre a Piazza Venezia e o Coliseu. 
Nos últimos anos é possível ver um número significativo de excavações ao seu redor, dado a grande quantidade de ruínas da Roma Imperial, a vía é liberada ao trânsito nos dias da semana, aos fins de semana se transforma em uma via de pedestres!
No próximo post mais sobre a nossa ida ao Vaticano!

O Panteão de Roma!


Já falei sobre outro Panteão por aqui no blog, o de Paris, mas sem dúvida o de Roma deixa qualquer um no chinelo, a construção é algo grandiosa e chama bastante atenção! Como o nome sugere, o Panteão foi dedicado a todos os deuses! Encontra-se no Campo de Marte romano. Em seu interior, a entrada é marcada por um profundo pórtico, a cúpula apresenta uma sólida estrutura formada por cinco ordens de caixotões que apontam na direção ao óculo circular que a remata. O interior de mármore e as grandes portas de bronze resistiram ao passar do tempo, ainda que estas últimas tenham sido restauradas mais de uma vez. Ele também é conhecido como o Panteão de Agripa, e é o único edifício construído na época greco-romana que ainda se encontra em perfeito estado de conservação.
Nos inícios dos anos 60, o edifício foi consagrado como igreja recebendo a designação de Santa Maria dos Mártires, processo de apropriação religiosa que foi responsável pela sua conservação durante mais de dezoito séculos. Nesta altura os grandes nichos laterais foram redecorados, recebendo imagens cristãs.

 
















O Panteão original foi construído em 27 a.C, durante a República Romana, durante o terceiro consulado de Marco Vipsânio Agripa. Sendo assim, o seu nome está inscrito sobre o pórtico do edifício. Lê-se aí: M.AGRIPPA.L.F.COS.TERTIUM.FECIT, o que significa: “Construído por Marco Agripa, filho de Lúcio, pela terceira vez cônsul”.

O Panteão nasceu do seu desejo de fundar um templo dedicado a todos os deuses, num gesto ecumênico ou sincretista que abarcasse os novos povos sob a dominação do Império Romano. Como já mencionei antes, este foi um dos edifícios que mais me impressionaram na viagem, nunca pensei em ver uma construção gigantesca como essa, é realmente de encher os olhos! 
Próxima parada, Coliseu de Roma! Até!

Piazzas de Roma!


Sem dúvida, um dos pontos turísticos mais conhecidos de Roma são as Piazzas, e são várias delas pela cidade, a mais conhecida é a histórica Piazza di Trevi, pois ali está um dos marcos da cidade a famosa Fontana di Trevi! A Fontana di Trevi é a maior fonte da Itália, a fonte foi restaurada em 1998 e as esculturas foram limpas e polidas, e a fonte foi provida de bombas para circulação da água e sua oxigenação. Além disso, ela é bastante cinematográfica, aparece em vários filmes e clipes musicais, filmes como os de Fellini, e videoclipes como o do cantor americano Bon Jovi.
As praças são importantes para o quotidiano dos romanos não fossem elas locais de encontro tão barulhentas e divertidas quanto essenciais e fascinantes. E todas elas, salvo raras exceções, têm os seus obeliscos, ora egípcios ora romanos. Estes eram vistos como pontos de referência para os peregrinos que visitavam a cidade no passado. 

Próximo ao Panteão, a Piazza della Rotonda possui uma das combinações mais interessantes, Piazza e Obelisco.












Já a Piazza Navona é considerada a mais bela praça da cidade. Oval, está cheia de cafés, atores e artistas de rua, turistas e fontes. O grande mestre, Bernini, desenhou a Fonte dos Quatro Rios, no centro da piazza, como não podia deixa de ser, também esta piazza possui um obelisco. Outras também importantes são as piazzas/scalinatas di Spagna e a Piazza del Popolo. 

A primeira impressiona pela quantidade de degraus que nos leva até à igreja de Trinità del Monti, acima da escadaria é possível ter uma das melhores vistas sobre a cidade de Roma. A Piazza del Popolo consegue ser ainda mais fascinante que a piazza di Spagna. Mais boêmia e cosmopolita. No centro da praça está um obelisco egípcio “Flaminio”, transferido do Circus Maximus. golfe e uma corrida. 






Há muito mais praças e obeliscos em toda a cidade. Há também a piazza de San Pietro, no Vaticano, mas essa  ficará para outro post mais à frente. Já os obeliscos não citados anteriormente são incontáveis: desde o obelisco do Vaticano ao da Villa Medici passando pelo de Montecitorio, del Quirinale, Esquilino, da Villa Celimontana e de Dogali, enfim, são muitos e vários espalhados por Roma.






 

 

Esse cruzamento Piazza e Obelisco oferece um quê a mais a cidade, seja por motivos religiosos ou ostentação a verdade é que Roma possui essa dualidade de grandes obras que evidenciam bem a intervenção de grandes arquitetos e que transforma a cada dia o aspecto urbanístico da cidade.
As praças de Roma representam à cidade um grande nível cultural, histórico, de arquitetura e de turismo e constitui a incrível atmosfera da Cidade Eterna! 

São várias as piazzas algumas bem conhecidas, como as já citadas e outras nem tanto assim!
Entre elas, Piazza Barberini, Bocca della Verità, del Campidoglio, Campo de Fiori, Colonna, Farnese, della Minerva, Navona, del Popolo, del Quirinale, della Repubblica, della Rotonda, San Pietro, di Spagna, Largo di Torre Argentina, Venezia entre outras.

O Metrô de Roma!


 Voltando com os posts do Mochilão Europa, ainda na Itália! No último falei sobre o nosso hostel, agora será sobre o sistema de transporte, como sempre, estarei falando sobre o transporte que utilizei nos vários países que visitei, o metrô de Roma é tão pequeno quanto o de Brasília, possui somente 2 linhas (já estão construindo uma terceira) como o daqui, mas possui bem mais estações, são 52 no total sendo distribuídos em 38km de extensão, o de Brasília possui atualmente 47km! 
Este metrô possui uma particularidade diferente dos demais, pois a cidade eterna é considerada patrimônio cultural, sendo impossível a sua constante construção nos locais considerados de grande importância histórica! Chamada de Metropolitana di Roma sua construção foi iniciada nos anos 30 durante o governo facista como objetivo de fornecer uma ligação rápida entre a Estação Termini e um novo bairro criado nessa época, em sua construção a própria foi interrompida durante a Segunda Guerra Mundial, sendo também utilizada como refúgios anti-aéreos! 

Em 1948 as obras foram retomadas e a primeira linha foi inaugurada em 1955, já em 1980 a segunda linha foi concluída entre as Estações Anagnina e Ottaviano.




A linha A Battistini ↔ Anagnina, possui 28 estações, e a linha  B  Laurentina ↔ Rebibbia 22.

A Linha A, inaugurada em 1980, cruza a cidade de nordeste para sudeste. Conta com 28 estações com o seu início/fim em Battistini (em Boccea) e Anagnina (em Osteria del Curato). A cor de reconhecimento desta linha é o cor laranja (ou vermelha) no momento.

As suas estações são: Battistini, Cornelia, Baldo degli Ubaldi, Valle Aurelia, Cipro-Musei Vaticani, Ottaviano-San Pietro, Lepanto, Flaminio-Piazza del Popolo, Spagna, Barberini – Fontana di Trevi, Repubblica-Teatro dell’Opera, Termini, Vittorio Emanuele, Manzoni, San Giovanni, Re di Roma, Ponte Lungo, Furio Camillo, Colli Albani-Parco Appia Antica, Arco di Travertino, Porta Furba-Quadraro, Numidio Quadrato, Lucio Sestio, Giulio Agrícola, Subaugusta, Cinecittà e Anagnina.

A Linha B cruza a cidade de Roma de Nordeste para Sul, contando como início/fim, as estações de Rebibbia e Laurentina. Conta com um total de 22 estações. A cor de reconhecimento desta linha, é azul.
As suas estações são: Rebibbia, Ponte Mammolo, Santa Maria del Soccorso, Pietralata, Monti Tiburtini, Quintiliani, Tiburtina, Bologna, Policlinico, Castro Pretorio, Termini, Cavour, Colosseo, Circo Massimo, Piramide, Garbatella, Basilica San Paolo, Marconi, EUR Magliana, EUR Palasport, EUR Fermi e Laurentina.








 

Museu ferroviário Met.Ro. Roma Porta San Paolo é um museu de Roma dedicado aos transportes ferroviários de Roma, encontra-se na estação Porta San Paolo da linha de trens de Roma  Lido.

Uma das melhores formas de se percorrer Roma é a pé, fizemos quase todos os pontos turísticos assim, mas em alguns lugares mais afastados utilizamos o metrô, do lado de fora das estações é fácil achar a placa vermelha com a letra M. 
A terceira linha do metro, a linha C (identificada pela cor verde), está sendo construída, mas conforme as escavações vão avançando peças arqueológicas são encontradas, e isso tem atrasado muito as obras dessa nova linha. O mesmo acontece no metrô mexicano e é uma coisa impressionante!

 Para ir também ao Vaticano utilizei o metrô, bem mais fácil e rápido! Os bilhetes podem ser comprados nas máquinas, nos guichês ou nas tabacchi (que são os famosos quiosques), ou tabacarias, sempre comprei nas máquinas e achei bem simples o procedimento! As máquinas só aceitam moedas!
Próximos posts mais de Roma, suas ruas, as Piazzas, o Coliseu, as Ruínas dos foros, o Pantheón, o Vaticano e a nossa ida a Veneza!