Catedrais de Liubliana!


Um dos pontos turísticos mais conhecidos da cidade são as Catedrais Rosa e a Catedral de São Nicolau! Achei a Franciscana uma das mais bonitinhas sem dúvida, esta possui suas torres gêmeas e está no meio da praça principal, a Vodnik, próximo a Ponte Tripla também conhecida como Tromostovje. Já a de São Nicolau era uma antiga igreja românica de três naves. 
A sua primeira menção remonta ao século XIII. No incêndio do século XIV foi danificada e mais tarde reconstruída com um estilo gótico, no entanto posteriormente foi novamente danificada pela invasão do Império Otomano. É a principal igreja da cidade e também a maior catedral, foi construída entre 1700 e 1800. Portanto, são duas Igrejas principais, é também fiquei confusa!
Do Castelo é possível ver as duas Igrejas principais, a Franciscana e a de São Nicholas ou Stolnica! 
A Stolnica Svetega Nikolaja era uma Igreja gótica, mas como já dito antes no século 18 foi substituída por um outro edifício de estilo barroco. 

Isso se tornou um marco para a cidade, com sua gigante cúpula verde e as torres gêmeas situada bem no coração da Praça São Cirilo e São Metódio pertinho do Mercadinho Central.
A cidade antiga propriamente dita fica desse lado do rio, imprensada entre a praça e o morro do Castelo. Atravessando-se a Ponte Tripla chegamos ao seu marco principal, a Praça da Cidade. Na praça em estilo barroco se situa a Prefeitura, um prédio do século XV e a Fonte Robba, erguida em 1751, com três titãs que representam três rios que cortam a Eslovênia, incluindo-se o Ljubljanica.





















O Castelo de Liubliana, que foi reconstruído no século XVI após um terremoto, foi residência real nos séculos seguintes, se tornando depois uma prisão. Para chegar até lá tome um funicular perto da Ponte dos Dragões, mas existe um caminho até o alto para quem quer economizar ou se exercitar. A vista da cidade a partir da torre é uma boa pedida, às vezes é possível ver os Alpes, iguais aos cartões postais emoldurando a cidade ao longe em dias ensolarados.
Ainda deixo algumas fotos de outras Igrejas espalhadas pela capital. 

O Hostel de Liubliana!



Hostel Celica
O Hostel de Liubliana foi uma grata surpresa, uma pena ficarmos tão pouco tempo, mas esse sem dúvida é um lugar que eu voltaria! 
A cidade é encantadora, e o hostel é um dos melhores onde me hospedei! Limpo, prático e com um design bastante clean e original! Ele fica no meio da cena underground da capital e fica próximo aos pubs e lugares legais à noite, o próprio hostel já é bacana por si só! E sem contar que ele fica bem perto da estação central de trens, os quartos são limpos e bem diferentes do que você está acostumado a ver, na entrada tem uma barra daquelas que se vê em prisões! Um local bastante propício para cenas de filme de terror. Esse local era uma prisão militar em um edíficio do século 19, hoje em dia é um ambiente artistíco e recebe viajantes do mundo inteiro, o café da manhã é bom, só o wifi que deixou muito a desejar! E isso é primordial pra qualquer viajante independente! Pagamos algo como 20€ por noite!
O Hostel: O albergue é muito bem localizado. Cerca de 10 minutos a pé até a Estação Central, e perto da cena noturna de Liubliana! Fomos a pé praticamente para todos os lugares, ao Castelo, Mercado Central e ao Centro Histórico! Está localizado na esquina da principal estação de ônibus e também a uma curta distância do centro da cidade, a cidade velha. Ele fica no coração da zona alternativa de Metelkova com vários bares, pubs, cafés, galerias de arte e outras coisas bem interessantes.













O Café da Manhã: O bar e o restaurante são bastante procurados, inclusive pelos moradores locais, eles oferecem desde o café até jantar, gostei bastante e os atendentes são simpáticos e atenciosos! O Self Service do café da manhã não está incluído no preço, 3,00€ por pessoa todos os dias das 07h30 às 10h30! 
Na área comum, eles oferecem inclusive shows ao vivo com algumas exposições locais, o hostel possui uma galeria bem charmosa!

A localização:  Já comentei anteriormente, mas como disse o hostel é bem próximo de tudo.
O wifi funcionou razoavelmente, mas isso poderia ser melhorado, hoje em dia, hostel sem wifi não dá! Funcionava até bem, mas somente na área do bar, mas no quarto nem pensar!

Como chegar: Chegamos em Liubliana de trem vindo da Áustria, no começo ficamos perdidas, íamos até procurar um táxi na saída da estação, mas pedimos informações e nos disseram que o local estava próximo, uma caminhada de 10 minutos, como estávamos com nosso amigo argentino, resolvemos caminhar, ali à noite parecia bem mais longe, e o local bem sinistro, mas à luz do dia é bem tranquilo, do próprio hostel é possível ver a estação!
Nota 8,5 por conta do wifi e sem café da manhã grátis!

Para saber mais informações e reviews do hostel é só ir até o trip advisor: http://www.tripadvisor.com.br/Hotel_Review-g274873-d287433-Reviews-Hostel_Celica-Ljubljana_Upper_Carniola_Region.html

pontes, cadeados e sapatos de Liubliana

Encontramos uma grata surpresa no nosso trem de Villach (Áustria) a Liubliana, foi o querido argentino Roke Díaz, que pibe tán buena vibra! Ele nos acompanhou até o final e nos ajudou a achar o nosso hostel, o Celica Hostel. Estava escuro e a cidade dá muito medo, parece que você está perdido em um daqueles filmes da antiga união soviética, é verdade que a cidade é linda e bastante simpática pelo dia, mas à noite é outra conversa. Acho que isso sempre acontece, quando você chega a um destino novo e não está familiarizado com a região.
De qualquer maneira valeu a pena, o hostel é bacana como já comentei, foi uma antiga prisão, agora transformada em um local hipster e cult, lá têm várias obras de arte e grafite, bem diferente dos hostéis convencionais.
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Como já li muito por aí, várias pessoas estão indignadas com os cadeados pelo mundo afora, eles destroem as pontes e a história local, e os apaixonados não têm o mínimo pudor, pra eles o que vale é o momento, algumas pontes estão abarrotadas deles, às vezes você nem vê mais o lugar, sem contar a poluição que atinge os rios, bem por isso não me aventurei nesse quesito, cadeado não! Mas vale a foto!
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Liubliana me surpreendeu, assim que acordamos umas 07hs da manhã, tomamos café e saímos pra caminhar. Ainda não estaria nevando, nem chovendo, portanto o frio não incomodava tanto naquele ponto, passear por ali era ótimo. Que cidade encantadora; Ljubljana é a maior cidade de toda a Eslovênia e possui algo como 272 mil habitantes.
 
O Rio Lublianica marca e divide o centro da cidade em dois, de um lado, a parte antiga e o acesso ao castelo e do outro a parte comercial e política da cidade. No centro está a praça do poeta nacional, France Prešeren na qual se encontram uma das igrejas principais, dedicada à Ordem Franciscana. São poucos os resquícios do passado comunista na cidade, apesar da independência recente, obtida no começo da década de 1990.
O Castelo é um dos grandes pontos turísticos da cidade, está localizado no topo da colina mais alta no centro da cidade, a própria também possui uma grande influência austríaca, possuindo alguns bairros de arquitetura alpina. 
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O Centro histórico é uma graça, como o país viveu seis séculos sob o domínio dos Habsburgo até a formação da Iugoslávia após a Primeira Guerra Mundial, sua arquitetura é basicamente austro-húngara, lembrando bastante Salzburgo pelas construções cortadas por um rio com uma fortificação no alto do morro.
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Em um dia é possível conhecer praticamente tudo, a cidade é uma das mais seguras da Europa. O que me chamou muito a atenção por ali, foram os vários cadeados, sapatos e dragões espalhados pela cidade. São inúmeros por quase todas as vielas, a Ponte do Dragão é a mais conhecida e ali se nota os animais mitológicos que protegem a ponte. O dragão assim como em Cardiff é o símbolo da cidade, sua origem remete a uma lenda grega. Sobre os sapatos é algo bastante curioso, são vários, vi muitos furados e alguns bastante novos, se essa moda pega.

 

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Veneza!


Depois de sair do Terminal Termini em Roma, desembarcamos no Terminal Venezia Santa Lucia em Veneza. Essa é a principal estação ferroviária e o principal acesso à cidade por transporte público. 
A estação comunica com terra firme e com a Estação de Venezia-Mestre através da Ponte da Liberdade (Ponte della Libertà). 

Ali deixamos as nossas mochilas e saímos pra caminhar pela cidade. Chegamos cedo, às 10h da manhã e logo compramos as passagens para Liubliana no próprio terminal ferroviário. Como alguns terminais estavam em reformas e eles cancelaram o trem que iria direto á capital eslovena, passando por Trieste tivemos que comprar o trajeto ônibus-trem, passando por Villach na Áustria e trocando para um trem que iria até Liubliana! Falando assim parece complicado, mas o trajeto é bem simples! Gastamos algo como 70€! 

Na volta do passeio pegamos nossas mochilas e fomos ao People Mover, de lá um tram na superfície até a estação de ônibus de Veneza!
Veneza é uma cidade e comuna italiana da região do Veneto, província de Veneza no nordeste de Itália.

Tem cerca de 272 mil habitantes e é conhecida pela sua história, canais, museus e monumentos. O patrono da cidade é São Marcos. A festa do povo do Veneto é celebrada em 25 de março, data da fundação da cidade.

É classificada como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Dos muitos monumentos e locais turísticos existentes, destacam-se a imponente Basílica de São Marcos, na Praça de São Marcos, a famosa Ponte de Rialto sobre o Grande Canal, construída em 1588 segundo projeto de Antonio da Ponte, a Ca’ d’Oro e numerosas igrejas e museus.

Veneza é ainda famosa pelos seus certames internacionais, como o Festival de Cinema e a Bienal de Artes, pela Regata Histórica, que ocorre no primeiro domingo de setembro, pelo Carnaval de Veneza, pelos cassinos e pelos seus passeios românticos, levando muitos casais a passarem suas luas-de-mel.



  










  
   
O nome Veneza está relacionado com o povo conhecido como Vênetos, talvez o mesmo povo chamado por Homero de Eneti (Ενετοί). O significado da palavra é incerto. 
Veneza ocupa uma localização excepcional numa lagoa do Mar Adriático, a lagoa de Veneza.
A cidade está coberta por 177 canais, 400 pontes e 118 ilhas, estando localizada entre a foz do rio Ádige e do rio Piave. O centro histórico é totalmente peatonal, atuando como canais rodoviários, bem como os diferentes barcos, que são os únicos meios de transporte. O centro histórico sempre esteve isolado de terra firme. Bem por isso, ficamos perdidas 1 hora tentando sair do centro histórico pra voltar até o terminal. A cidade é um labirinto e chega a demorar muito tentar sair de algumas ruas!

As outras principais ilhas da lagoa são: Lido, Murano, Burano e Torcello. Outras ilhas menores são São Miguel, a ilha do cemitério da cidade, Santo Erasmo, Mazzorbo, La Vignole, Certosa São Francisco do Deserto, São Giacomo em Paludo, São Servolo, São Lazzaro degli Armeni e Giudecca.
O nosso dia em Veneza foi bastante produtivo, acho que 3 dias são ótimos para se conhecer tudo, quero voltar na primavera! Algumas pessoas dizem que no verão a cidade fede, no inverno ela fica linda e bastante limpa, infelizmente vi muitos prédios caindo aos pedaços!

Assim que chegamos ao Terminal pegamos nossas mochilas e fomos direto ao People Mover, ali pegaríamos um tram para a Rodoviária, o ônibus da empresa áustriaca fica parado do lado de fora da Estação Tronchetto! Dali iríamos de ônibus até a cidadezinha de Villach, trocando novamente de transporte, agora um trem direto a Liubliana, capital da Eslovênia!

Piazza San Marco em Veneza!

Em Veneza, o ponto turístico mais famoso da cidade é a Piazza San Marco, ou a Praça de São Marcos, que é também um dos únicos grandes espaços urbanos numa cidade europeia onde as vozes das pessoas se impõem sobre os sons do tráfego motorizado, o qual está restrito aos canais da cidade. Ela tem sido o centro de Veneza e foi o local onde se deram todos os importantes eventos da história da República de Veneza, e é a base do arcebispado desde o século XIX. Foi o foco de muitos festivais e é um lugar imensamente popular na Itália.

O espaço aberto está dominado pela Basílica de São Marcos, o Palácio Ducal de Veneza e o Campanário da Basílica que se vê ao lado da praça. Os edifícios ao redor da praça são o Grande Canal, o Palácio Ducal, a Basílica de São Marcos, a Torre do Relógio de São Marcos, a Antiga Procuradoria, a Ala Napoleónica, a Nova Procuradoria, o Campanário de São Marcos, a Logetta e a Biblioteca Marciana.
 
 
Grande parte do piso térreo das procuradorias é ocupado por cafés, incluindo o Caffè Florian e o Gran Caffè Quadri. O Museu Correr e o Museu de Arqueologia estão situados em alguns edifícios da praça. A Casa da Moeda fica atrás da Biblioteca Marciana na margem do Grande Canal. Estas últimas construções foram completadas durante a ocupação napoleônica, embora o campanário tenha sido reconstruído posteriormente.
 
A Praça de São Marcos é o lugar mais baixo de Veneza, e quando a água sobe no Mar Adriático por tempestades ou excesso de chuva é o primeiro lugar que fica alagado. A água drena diretamente para o Grande Canal, o que é ideal quando chove, mas quando a maré sobe tem o efeito inverso, e a água do canal escoa para a praça.
 
Portanto, é bastante comum na época de chuvas, ver esse pedaço da praça totalmente inundado, algumas pessoas até nadam e tomam banho! 
No próximo post, mais algumas fotos de Veneza da nossa saída para a Áustria e Eslováquia!

Terminal Termini!

Depois de quase uma semana por Roma, decidimos visitar Veneza e de lá ir até a Eslovênia! 
A princípio a viagem ficou um pouco sem direção, pois não tinha a mínima ideia de como sair da Itália e chegar a Liubliana! 
Mas sobre isso contarei na nossa saída de Veneza, passando por Mestre e Trieste, além de uma cidadezinha na Áustria, a cidade de Villach e de lá mais um trem até o destino final! Ônibus e trens, bastante confortáveis!
O Terminal Termini ficava ao lado do nosso hostel, fomos a pé, demoramos algo como 5 minutos, saímos cedinho de Roma às 06hs da manhã e a viagem durou umas 3 horas, foi até bastante rápido e o serviço é ótimo! Passamos inclusive por cidades como Bologna e Firenze!


O Terminal é bem grande e possui vários tipos de serviços. 
É a estação mais importante de Roma e uma das maiores da Europa. Compramos nossos bilhetes um dia antes pra não ter problema na hora de embarcar!
Achei o preço bem salgado, mas teríamos que seguir viagem! O bilhete Roma – Venezia saiu 80! Esta estação tem ligação com as linhas A e B do metropolitano de Roma e com numerosas linhas de ônibus expressos e urbanos e também com o tram e os trólebus.
O Terminal possui 24 plataformas dedicados aos trens nacionais e internacionais, mais 4 dedicadas ao serviço Leonardo Express, linha direta ao Aeroporto Roma/Fiumicino. 
A estação foi totalmente reestruturada em 2000 e se converteu em um famoso ponto de referência para os turistas e para a população local, pois possui numerosos serviços tais como lojas, restaurantes, guarda-volumes, caixas eletrônicos, entre outros. Caso tenha que esperar um trem ou uma conexão, o terminal é bastante cômodo, portanto não será sacrifício nenhum passar um horário razoável!



 


Assim que chegamos à Veneza já fomos direto ver os canais e nos perdemos e muito pelas ruazinhas. A cidade velha é realmente linda, mas muito mal cuidada por conta da história milenar que ronda o lugar!

A Estação Santa Lucía estava em reformas, mas mesmo assim consegui comprar os bilhetes para Liubliana, capital da Eslovênia, infelizmente tivemos que tomar um ônibus até a Áustria primeiro e de lá um trem pra Eslovênia. 
Próximos posts, mais sobre Veneza e como foi a nossa viagem até Liubliana!

Vaticano!

Já falei um pouco sobre a Basílica de São Pedro, mas o Vaticano não é só esta, tudo o que está nos arredores da Basílica faz parte do Vaticano!
O Vaticano ou Cidade do Vaticano, oficialmente Estado da Cidade do Vaticano é a sede da Igreja Católica e uma cidade-Estado soberana sem costa marítima cujo território consiste de um enclave murado dentro da cidade de Roma, capital da Itália. 
A Cidade do Vaticano é uma cidade-Estado que existe desde 1929. É distinta da Santa Sé, que remonta ao Cristianismo primitivo e é a principal sé episcopal de 1,490 bilhão de católicos romanos (latinos e orientais) de todo o mundo. 
Ordenanças da Cidade do Vaticano são publicados em italiano, documentos oficiais da Santa Sé são emitidos principalmente em latim. As duas entidades ainda têm passaportes distintos: a Santa Sé, como não é um país, apenas trata de questões de passaportes diplomáticos e de serviço; o estado da Cidade do Vaticano cuida dos passaportes normais. 
Em ambos os casos, os passaportes emitidos são muito poucos.

A Cidade do Vaticano é um Estado eclesiástico ou teocrático-monárquico, governado pelo bispo de Roma, o Papa. A maior parte dos funcionários públicos são todos os clérigos católicos de diferentes origens raciais, étnicas e nacionais. É o território soberano da Santa Sé (Sancta Sedes) e o local de residência do Papa, referido como o Palácio Apostólico. Vaticano é uma das sete colinas de Roma. Era o local dos oráculos muito antes da Roma pré-cristã. 












O obelisco do Vaticano foi originalmente tomado por Calígula a partir de Heliópolis, Egito, para decorar a coluna de seu circo e é, portanto, o seu último vestígio visível.
Esta área tornou-se o local do martírio de muitos cristãos, depois do Grande incêndio de Roma, em 64 d.C. A tradição antiga afirma que foi nesse circo que São Pedro foi crucificado de cabeça para baixo.

A área do Vaticano é de 0,44 km², sendo o menor Estado do mundo com reconhecimento internacional. Está situado no meio da capital italiana, Roma. Por isso, não possui área costeira e é um enclave, sendo um Estado independente e soberano. Partilha 3,2 km de fronteira com a Itália, mais concretamente com Roma. A defesa do país é da responsabilidade da Itália, enquanto que a segurança do Papa fica a cargo da Guarda Suíça.

A cidade-estado exibe um impressionante grau de economia, nascida da necessidade extremamente limitada, devido ao seu território. Assim, o desenvolvimento urbano é otimizado para ocupar menos de 50% da área total, ao passo que o resto é reservado para espaço aberto, incluindo os Jardins do Vaticano. O território possui muitas estruturas que ajudam a fornecer autonomia ao Estado soberano, estes incluem: linhas ferroviárias, heliporto, correios, estação de rádio, quartéis militares, palácios e gabinetes governamentais, instituições de ensino superior, cultural e de arte, e algumas embaixadas.

No território do Vaticano existem vários edifícios de origem muito antiga. Contudo, existem propriedades que não estão na Cidade do Vaticano, mas que, em virtude do Tratado de Latrão assinado entre a Santa Sé e a Itália, estão sujeitas à extraterritorialidade com isenção de impostos e expropriação.











 

O Castelo de Santo Ângelo, também conhecido como Mausoléu de Adriano, localiza-se na margem direita do rio Tibre, diante da ponte Sant’Angelo, próximo do Vaticano, em Roma, Itália. O castelo é atualmente um museu.

Durante a época medieval esta foi a mais importante das fortalezas pertencentes aos Papas. Serviu também como prisão para muitos patriotas, na época dos movimentos de unificação da Itália ocorridos no século XIX.
De seu terraço superior, tem-se uma magnífica vista do rio Tibre, dos prédios da cidade e até mesmo do domo superior da Basílica de São Pedro.

De planta circular, o seu desenho renascentista influenciou a traça do Forte do Bugio em Portugal, e a do Forte de São Marcelo, no Brasil. A ponte Sant’Angelo, sobre o rio Tibre, é ornada por doze estátuas de anjos esculpidas por Gian Lorenzo Bernini.

Próximo post, mais sobre a nossa saída de Roma e nossa ida a Veneza! 

Basílica de São Pedro!

Depois de vários passeios por Roma, deixamos o Vaticano para um dos últimos dias, ficamos por ali o dia inteiro e foi um dos lugares que mais gostei na viagem. Pude conhecer as várias naves e entradas da Catedral, além de passear pelos arredores, na Praça São Pedro e ir ao Museu do Vaticano! 
O Vaticano ou Cidade do Vaticano é uma Cidade-Estado soberano localizado em Roma, capital da Itália! Possui uma população de mais de 800 habitantes e é considerado o menor país do mundo!
A Basílica de São Pedro é a principal sede da igreja católica e o maior edifício religioso do catolicismo na atualidade. É um dos locais mais visitados do mundo, está situado na Praça de São Pedro e alguns dos maiores artistas da história colaboraram na sua construção tais como Michelangelo, Rafael e Bernini!
Especificamente classificada pela UNESCO, catalogada e preservada como Património Mundial da Humanidade, a Basílica de São Pedro foi considerada o maior projeto arquitetônico da sua época e continua a ser um dos monumentos mais visitados e celebrados do mundo. Foi provado que sob o altar da Basílica está enterrado São Pedro, um dos doze apóstolos de Jesus e o primeiro Papa e, portanto, o primeiro na linha da sucessão papal. A basílica é um famoso local de peregrinação, pelas suas funções litúrgicas e associações históricas.



 
























Basílica de São Pedro é uma das quatro basílicas patriarcais de Roma, sendo as outras a Basílica de São João de Latrão, Santa Maria Maior e São Paulo Extramuros. Contrariamente à crença popular, São Pedro não é uma catedral, uma vez que não é a sede de um bispo. Essa foi a primeira Basílica que visitei na vida, a segunda foi a Basílica de Nossa Senhora de Guadalupe no México, que também possui sua grandiosidade, ainda quero conhecer a de Aparecida no Brasil, e a Basílica Ortodoxa que fica em Moscou!

A Basílica de São Pedro é uma igreja do estilo renascentista e fica a oeste do Rio Tibre, perto da colina Janículo e do Mausoléu de Adriano. É através da Praça de São Pedro que a basílica é abordada, onde se destacam duas estátuas de 5,55 metros de altura dos apóstolos do século I Pedro e Paulo. A sua cúpula domina o horizonte de Roma, elevando-se a uma altura de 136,57 metros.

A basílica contém um grande número de túmulos não só de papas como também de outras notáveis personalidades, muitos dos quais são considerados verdadeiras obras de arte reconhecidas mundialmente. Existem também uma série de esculturas em nichos e capelas, incluindo a Pietà de Miguel Ângelo (existe uma cópia na Catedral de Brasília). 
No entanto, a característica central é o baldaquino sobre o Altar Papal, projetado por Gian Lorenzo Bernini. Sem dúvida uma das obras mais incríveis e grandiosas que eu já vi, pode ser apreciada na primeira foto! Como já citei antes, sou fã de Catedrais e Igrejas, portanto, visita mais que válida no seu roteiro por Roma, mais sobre o Vaticano no próximo post!