Paris, ah Paris! Esta é a quarta vez que vou a Paris, mas a segunda que viajo com a minha irmã, e agora com a minha mãe. Como a França é aqui do lado, viajar pra lá vale a pena e não é caro, as passagens do Eurostar estão sempre na promoção, caso queira comprar tíquetes de trem pela Europa, não deixe de usar nosso link da Rail Europe aqui do blog.
No nosso primeiro dia, fomos conhecer as catedrais mais famosas, afinal a minha mãe adora igrejas e não podíamos deixar de levá-la à Notre Dame de Paris e à Sacre Coeur. Ver a arquitetura, escutar os cânticos, olhar os livrinhos da missa, além é claro de conhecer mais da história da cidade ou do país.
A Basílica da Sacré Coeur é uma das mais lindas na minha opinião, seu estilo bizantino é magnífico, para chegar até Montmartre pegamos o metrô Anvers (já falei da bagunça do metrô parisiense, aqui ele está em todo o seu esplendor); antes de subir até o final do morro, ficamos caminhando pelo mercado no bairro, são várias lojas com produtos típicos a preços bem baixos. Para subir têm-se 2 opções, subir a pé ou pelo funicular. Dessa vez pegamos o funicular, porque Dona Maria não é obrigada a andar isso tudo, coitadinha! Paga-se o valor normal da passagem do metrô, é fácil e rápido, só incluir o tíquete na catraca e esperar o bondinho.
Semana passada estive em Londres e fiz um passeio bem diferente! Eu já tinha feito um passeio de barco, mas foi pelo Thames Clippers, que é um dos transportes públicos de Londres, funciona com o Oyster card e te leva a lugares bem peculiares da orla do Tâmisa, muita gente inclusive usa só esse tipo de transporte para ir ao trabalho, é como usar a balsa pra ir da Praça XV no Rio de Janeiro até Niterói, recomendo muito esse tipo de passeio.
rota do thames clippers 😁
Pra quem não tem o Oyster uma ótima pedida é fazer o London Pass, ele te dá direito a entrar em várias atrações, e o melhor, você não pega filas, acho que essa é a grande vantagem do passe, já usei algumas vezes e recomendo, ele tem validade de 12 meses e vem com um guia da cidade. Na compra do London Pass o Oyster já vem com um crédito em libras dependendo da quantidade de dias e inclui 1 dia de tour pelo ônibus panorâmico, aquele busão hop-on hop-off.
Agora falando do London Waterbus, o passeio é totalmente diferente do Thames Clippers, esse é mais relax, é pra aproveitar bastante a natureza e a tranquilidade de Londres. Inclusive, tenho que agradecer a Babi, que me convidou e me apresentou o passeio, gostei bastante e nos divertimos muito, demos a sorte de estar no meio da celebração do Canalway Cavalcade que esse ano aconteceu dos dias 30 de abril até dia 02 de maio.
O projeto foi desenvolvido pela Yasmin do blog Qualquer Latitude que reuniu várias blogueiras de viagem ao redor do Brasil, e eu sou uma delas, e a minha cidade é claro é a cidade do meu coração, Brasília, a capital do Brasil! Inclusive aqui no blog tenho vários posts dessa incrível cidade. São vários pontos turísticos e opções para não deixar Brasília faltar no seu roteiro pelo Brasil.
Voltando aos posts sobre a Cidade do México, ficamos mais de 20 dias rodando por lá, ainda penso em voltar ano que vem, mas vamos fazer a outra parte, a costa do atlântico, lá na Península de Yucatán, local famoso pelas praias de Cancún e as pirâmides maias. Nessa viagem, fomos em 4, meu namorado, minha prima, minha irmã gêmea e eu. E foi demais, uma das melhores viagens em grupo. Passamos pelo Distrito Federal, a capital, de lá fomos pra Guadalajara e Tequila, além é claro de passar por Teotihuacán e Acapulco, este último um dos balneários mais famosos na costa do pacífico.
foi um dos melhores programas, esse ônibus aí é um achado.
Já falei um pouco sobre o DF, e posso dizer que um dos passeios que mais gostei de fazer na primeira semana foi o do Turibus. Muitos vão dizer que o passeio não vale a pena, pois é um passeio muito comum nos países da Europa, entrar em um ônibus e ficar olhando a cidade de cima. Posso dizer que eu gostei bastante, até porque é chato pagar táxi pra ir em todo o lugar, o metrô é ótimo, mas até pra ir em Coyocán e Xochimilco demora bastante, então preferimos pagar excursões e nesse caso o Turibus roda a parte metropolitana inteira, os bairros do centro, Zona Rosa, Condesa, Chaputelpec e Polanco.
Xochimilco, região de Polanco e seus vários museus, Plaza de toros e a Casa Azul de Frida.
Páravamos nos pontos específicos e íamos ao parque, centro comerciais e aos museus. Como estávamos na Colônia Roma que fica próximo ao Ángel de la Independencia, esses outros passeios mais longes fizemos com o Turibus e não nos arrependemos.
as famosas trajineras em Xochimilco.
O turibus é um ônibus turístico, igual a outros espalhados pelas várias capitais mundiais, oferece um serviço dirigido principalmente ao turista, e percorre os lugares e os pontos turísticos mais conhecidos da cidade. O legal do serviço é que é possível subir e descer em qualquer parada dos pontos turísticos, alguns oferecem o serviço para o dia inteiro, outros 2 dias e alguns oferecem até 3 tipos de roteiros diferentes. Além disso, o busão também oferece áudios em vários idiomas, inclusive português de Portugal.
centro da cidade, correios mexicanos, monumento a la revolución , o shopping mais bafo do bairro La Condesa e o Auditorio Nacional.
Um dos circuitos é o “Chapultepec – Centro Histórico” que começa no Auditório Nacional e passa pelos Bosque de Chapultepec, Colonia Condesa, la Fuente de Cibeles, Paseo de la Reforma, la Alameda Central, el Zócalo ou Plaza de la Constitución, a calle Tacuba, el Monumento a la Revolución, el Museo Nacional de Antropología, la zona de Polanco e a segunda sección del Bosque de Chapultepec, dura aproximadamente 3 horas.
Monumento a la Revolución, complexo na Plaza de la Reforma, Museu Solmaya.
O “circuito Sul” tem 15 paradas e começa na Fonte de Cibeles, passando pelo World Trade Center, e inclui ainda a Monumental Plaza de toros do México, o estádio de la UNAM, la Ciudad Universitaria, el Centro Histórico de Tlalpan, la delegación Coyoacán e la Casa Azul de Frida Kahlo e mais alguns lugares e também dura 3 horas aproximadamente. O circuito “Norte – Basílica de Guadalupe” compreende 4 paradas entre elas o Zócalo, a Plaza Garibaldi, o Centro Cultural Tlatelolco e a Basílica de Guadalupe.
Os 3 circuitos são válidos por meio de uma pulseira não importando o dia da semana, sendo das 09hs às 21hs. Eles também possuem um circuito noturno, passando assim pelas zonas noturnas mais importantes, Reforma – Polanco – Condesa – Roma – Centro Histórico,de sexta à sábado das 21hs às 01hs. O valor médio é de 140$ pesos mexicanos na semana e de 165$ nos finais de semana. Eles recomendam levar protetor solar, chapéu ou outros tipos de proteção para o sol.
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O nosso mochilão europa está quase chegando ao fim, depois de mais de 1 ano de relatos, chegamos a Bruxelas, de lá eu ainda seguiria de volta pra Paris e depois Inglaterra pelo Eurostar, mas sobre estes dois últimos já falei por aqui! Agora morando na Inglaterra, fica bem mais fácil viajar por aqui e conhecer os lugares que ainda não conheço, próxima parada será Moscou em setembro! Eu já tive uma história bem próxima com a Bélgica, meu antigo namorado, antes do meu marido, é belga, então sempre tive muito carinho pelo país.
A cidade é a capital da União Europeia, possui 19 comunas, além de Flandres e a Comunidade Francesa. Os belgas, são sem dúvida, um dos povos mais cultos que já conheci, meu ex sabia fluentemente 7 línguas, inclusive o português, (se caso você esteja lendo isso aqui, olá e deixe de ser chato!) meu ex-aluno que morava em Brasília, também belga, falava 5, entre elas o neerlandês, holandês, francês e alemão, além é claro do português.
várias fotos pela cidade.
Bruxelas cresceu de uma fortaleza no século X, fundada por um descendente de Carlos Magno, para uma metrópole de mais de um milhão de habitantes, desde o final da Segunda Guerra Mundial, Bruxelas é um importante centro de política internacional. A presença das principais instituições da União Europeia, bem como a sede da Organização do Tratado do Atlântico Norte, a OTAN, fez da cidade uma sede poliglota de muitas organizações internacionais, políticos, diplomatas e de funcionários públicos.
Embora historicamente seja uma região de falantes do neerlandês, Bruxelas tornou-se uma cidade com cada vez mais falantes da língua francesa ao longo dos séculos XIX e XX. Hoje a maioria dos habitantes são falantes nativos do francês, embora ambas as línguas tenham estatuto oficial. A imigração de franceses contribuiu para o afrancesamento de Bruxelas; ambos os valões e expatriados de outros países, principalmente da França, vieram para Bruxelas em grande número.
Dadas as suas origens de língua holandesa e do papel que desempenha Bruxelas como a capital de um país bilíngue, a administração da região de Bruxelas-capital inteira é, em teoria, totalmente bilíngue, incluindo suas subdivisões e serviços públicos. Nas últimas décadas, devido à migração e ao papel internacional da cidade, Bruxelas é o lar de um número crescente de falantes de língua estrangeira. Uma das coisas que me lembro bem que o meu ex falava era que o Parlamento belga era coisa de doido e ninguém se entendia.
Os imigrantes falantes da língua francesa em Bruxelas são, principalmente, de dois países: França e Marrocos, tanto a imigração quanto o status de Bruxelas como a “capital da União Europeia” faz desta uma cidade cosmopolita. As comunidades de imigrantes falam muitas línguas, como o turco, árabe, berberes, espanhol, português, italiano, polaco, alemão e inglês. Isso é um dos motivos porque a cidade encontra-se na rota de imigração.
Bruxelas é conhecida por seu waffle, chocolate, batatas fritas e os seus inúmeros tipos de cervejas, a couve-de-bruxelas também é muito usado na gastronomia local e possivelmente se originou por lá, a culinária belga é conhecida entre os apreciadores como uma das melhores da Europa.
A cidade é tranquila, linda e vale muito a pena ser visitada, ficamos 3 dias por lá e foi mais do que suficiente, infelizmente pelo frio e a neve, não visitamos a cidade de Bruges, mas com certeza ficará para outra oportunidade!
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Estava por Birmingham batendo perna, aproveitei e dei uma passada no maior museu da cidade. O Birmingham Museum & Art Gallery, o museu é muito bom, parece uma mistura de British Museum e National Gallery, neste verão a maior exposição é sobre a cidade e os cidadãos de Birmingham.
A entrada é gratuita, mas no final do passeio é legal dar uma colaboração. Gostei bastante e recomendo. O Museu de Arte, o BM&AG, fica no centro da cidade, bem na Praça Victoria e ali é possível ver uma das coleções mais importantes de arte, cerâmica, peças de metal, jóias, arqueologia, etnografia, além de mostrar a história local e industrial da cidade. Como já disse, é como se fosse uma mistura do National Gallery e do British Museum só que em menor escala.
A entrada é grátis, mas algumas exposições podem ser vistas com o pagamento de uma taxa, a última que visitei na semana passada conta a história da cidade de Birmingham e está aberta a todo o público. A vasta coleção de antiguidades inclui moedas dos tempos da Idade Média, artefatos da Índia, Ásia Central, Egito e Chipre antigos, ainda é possível ver algumas obras da Grécia Clássica, Império Romano e algumas peças da América Latina.
No terceiro andar, estão disponíveis algumas peças e materiais da Era Medieval com uma exibição permanente no display do The Birmingham History Galleries.
Em relação a história da indústria local, o gigante logo da fábrica da Birmingham HP Sauce está em exposição fazendo parte agora da coleção de peças do museu. Outros importantes museus da cidade são os de Ciência, o Jewellery Quarter, a Aston Hall, a Soho House, a Blakesley Hall, o Weoley Castle, além do Museu das Coleções, o Museum Collections Centre.
Uma publicação compartilhada por Flávia Donohoe (@quartodeviagem) em
O site oficial do museu é o http://www.bmag.org.uk/ Endereço: Chamberlain Square, Birmingham, B3 3DH Tel: +44 (0)121 348 8007
Aberto de segundas as quintas das 10hs às 17hs, e nas sextas das 10h30 às 17hs.
Sábados e domingos das 10hs às 17hs.
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Já falei sobre alguns mercados por aqui, esse é um passeio imperdível pra mim, um dos locais que mais gosto de ir, o último mercado típico que visitei foi o de Coyocán na Cidade do México, e é um dos mais legais e coloridos. O de Viena também tem os seus encantos, um dos mercados mais elegantes que já conheci, bastante bonito e impecável assim como tudo na Áustria.
as várias comidas no mercado.
Visitamos o mercado todos os dias, afinal estávamos hospedadas no Wombats do lado do próprio, a estação do metrô fica também nas proximidades, o Naschmarkt é um dos mercados mais conhecidos da Europa, ele também é bem colorido, inclusive no inverno. São uma grande variedade de flores, carnes, pães, alimentos em conserva e várias outras coisas, comprei inclusive pulseiras e bolsas típicas. Comemos por ali também, os pães e as geleias são incríveis, sem contar com os restaurantes e barraquinhas próximas.
inverno rigoroso no mercado central de Viena.
Os preços são acessíveis, portanto um ótimo lugar pra passar uma tarde, eu posso imaginar como deve ser legal esse lugar na primavera e no verão.
Esse mercado é bem antigo, funciona desde o século XVI, lá pelos idos de 1793, aos sábados dizem que é o melhor dia para visitá-lo, mas infelizmente fica lotado de turistas, sinceramente eu acho que qualquer dia é legal pra visitar um mercado popular. O Mercado de Naschmarkt é até grandinho, possui mais de 120 bancas, além de ter uma oferta culinária extensa que vai desde a cozinha vienense até a hindi, ou vietnamita e também italiana.
É também um ponto de encontro para os jovens e os moradores locais, além é claro de turistas de todo o mundo.
Os restaurantes Do-An e o Naschmarkt Deli foram os pioneiros gastronômicos no local, conseguiram o interesse e o respeito do público jovem e urbano, outro local bastante procurado, é o Tewa que oferece comida vegetariana, o Neni serve especialidades israelitas e orientais desde Shakshuka até o Taboulleh (comida libanesa), além do Umar que oferece a melhor comida marinha do local.
O mercado tem de tudo, desde comidas típicas a bebidas locais.
Não é nem preciso comprar nada, só de apreciar a vida local e sentir os aromas, ver o colorido da comida já é um grande programa por si só.
Endereço: Wienzeile, Kettenbrucken, Viena 1040, o metrô mais próximo é o de Kettenbruckengasse aberto das 06hs às 19h30.
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